fbpx

cultura da paz

31 07, 2020

Você é um bom pai?

2020-08-01T03:03:00+00:00

O papel dos pais tem mudado muito em nossa sociedade; hoje é possível observar que fazem questão de participar de forma ativa na educação e cuidados com os filhos. Claro que não existe pai perfeito, mas algumas atitudes são fundamentais.

Presença é mais que proximidade

Não se trata apenas de estar junto, mas acompanhar e participar da vida do seu filho, construindo elos de confiança e afetividade. Carinho, atenção são essenciais e contribuem para efetivar uma relação amorosa entre você e ele.

Ser autoritário não, ter autoridade sim

Não se trata de ser autoritário, mas de ter autoridade. É importante manter o poder paterno que faculta, entre outras coisas, a segurança que sua criança precisa. A relação afetiva e amigável com o seu filho não deve fazer com que você se torne excessivamente permissivo.

O exemplo é o que se impõe

Como todo educador, o pai deve estar atento aos exemplos que transmite. Bom lembrar que um bom pai é, necessariamente, um bom homem, um bom cidadão. Suas ações sempre serão muito mais efetivas do que suas palavras. O que você fala para seu filho é tido como certo; se você fala e não age, ele perderá a confiança em você.

Diálogo é construção de amor

Desde as primeiras fases da vida de seu filho acostume-se a falar com ele, assim, conforme ele cresce, cria o hábito de conversar com você. Elogie mais e critique menos. Dando ênfase ao que seu filho faz de bom você o tornará mais acessível quando precisar ouvir críticas. Pais que só criticam criam barreiras, muitas vezes intransponíveis, entre eles e os filhos.

Autenticidade é fonte de respeito

É essencial que seu filho reconheça a sinceridade em seus atos e palavras. Mesmo que possa parecer duro em algumas situações, a sua autenticidade fará de você um pai respeitado e justo. Assim, quando errar, peça desculpas, exemplifique humildade. Dessa forma ele crescerá sabendo que você pode errar, mas aceita isso e busca se redimir.

Algumas situações na vida não podem ser mudadas, não importa quanto você se esforce. O importante é que seu filho perceba que você procura sempre dar o melhor de si por amor a ele.

Espero que você possa responder “sim” à pergunta do título e que, então, tenha um Feliz Dia dos Pais!

Você é um bom pai?2020-08-01T03:03:00+00:00
27 03, 2020

Eu acho, você acha e juntos podemos ter certeza

2020-03-27T03:17:55+00:00

Se tem algo que comprovei na Mediação de Conflitos é que existe no mínimo três verdades numa contenda: a de um, a de outro e a que podem construir juntos. O fato é que todos os envolvidos tem suas razões e seus equívocos e quando conseguem entender isso se tornam capazes de resolver ou lidar melhor com seus conflitos.

Isso parece bastante simples: as pessoas se reúnem na presença de um mediador que usa a metodologia acertada para melhorar a comunicação entre as pessoas envolvidas, facilitando o entendimento e a construção de acordos nos quais todos se sintam atendidos. Entretanto, nada que envolve o ser humano é simples. Um dos fundamentos da Mediação de Conflitos é a boa fé e autodeterminação. Ou seja, se uma das pessoas tem interesses escusos ou se está levando vantagem na demanda, fica difícil qualquer tipo de composição. No entanto, felizmente, na maioria dos casos é possível diluir o conflito puxando pelos valores morais e interesses em comum. Isso serve para as demandas judiciais e extrajudiciais, mas também serve para a vida.

Nesse momento de crise pela pandemia do COVID 19 vemos os conflitos se espalharem em todos os relacionamentos, inclusive, os virtuais. Em momentos de crise, infelizmente, esse é um movimento comum e que piora toda a situação. Assim, vale à pena observar essas dicas:

1. Admita: você não é dono da verdade
Faça uma autoanálise, afinal, ninguém está 100% certo o tempo todo e você também não. Pense e vai concluir que, muitas vezes, você mantém a sua posição por orgulho. Ego exacerbado só trás sofrimento e solidão. Tudo bem voltar atrás e, se preciso, desculpar-se. Isso sim é sinal de maturidade.

2. Entenda: você estar certo não significa que o outro esteja errado
Pelo menos não necessariamente. Na grande maioria das vezes a questão não esbarra no certo ou errado e sim no diferente. É possível pensar de maneira diversa mesmo desejando a mesma coisa. É por isso que quando o mediador consegue “pinçar” e evidenciar o interesse em comum tudo se esclarece e surge o entendimento.

3. Acredite: é possível viver pacificamente
A cultura adversarial que a humanidade viveu em toda a sua história está muito arraigada em nossa sociedade, mesmo com todos os avanços que tivemos. Quebrar esse paradigma pode exigir esforço, mas certamente, provoca grande satisfação. Bons relacionamentos são fonte de alegria e autoestima, afinal, exige que tenhamos, primeiro, um bom relacionamento conosco mesmo.

Tudo passa e toda essa crise também vai passar. Cuidado para não carregar o seu futuro de mazelas causadas por desentendimentos e mágoas que podem muito bem ser evitadas agora. Opine sem brigar, discorde com respeito. Seja da paz, todos temos a ganhar com isso.

Suely Buriasco
Mediação e Coaching
www.suelyburiasco.com.br

Eu acho, você acha e juntos podemos ter certeza2020-03-27T03:17:55+00:00
16 03, 2020

Embaixadora da Paz

2020-03-16T21:02:18+00:00

No dia 12 de março de 2020 fui empossada, no Senado Federal, em Brasília, “Embaixadora da Paz” pela Federação para a Paz Mundial – UPF.
Mais do que um reconhecimento, esse título aumenta a minha responsabilidade e determinação por trabalhar pela Cultura da Paz em toda a sua abrangência.
Agradeço ao Dr Neudir Simon Ferabolli, Presidente, e a Sra Eliza Ferreira, Relações Pública da UPF Brasil pelo título. Agradeço ainda ao Embaixador da Paz Senador Eduardo Girão e todo o seu gabinete. Pessoas gentis e comprometidas.

Meu coração é pleno de gratidão e jamais poderia deixar de agradecer a minha base, primeiro Deus e depois a minha família que esteve representada por meu esposo Mário Sérgio. A paz é ação – uma construção contínua e colaborativa. Por isso estar entre pessoas com ideais afins envolve a minha alma de alegria e esperança.

Tenham a certeza de que esse título, mais do que um reconhecimento, inspira a responsabilidade de trabalhar ainda mais por um mundo mais pacífico e justo.

Afinal, é sobre brilhar, mas sobretudo, iluminar.

Muito obrigada a todos vocês que se alegram com a minha alegria!

Embaixadora da Paz2020-03-16T21:02:18+00:00
17 02, 2020

Você é, realmente, feliz?

2020-02-17T20:31:19+00:00

Dar o melhor de nós para viver de forma plena e intensa os bons sentimentos junto com os nossos afetos é o que dá sentido para a vida. Tudo à favor em querer ser feliz, em cultivar momentos que nos sublime a alma, junto com os eleitos de nosso coração, mas o que percebemos é que, muitas vezes, não agimos de forma coerente ao resultado que buscamos.

O verso de Vicente de Carvalho provoca profunda reflexão ao se referir a felicidade: “Existe, sim: mas nós não a alcançamos. Porque está sempre apenas onde a pomos. E nunca a pomos onde nós estamos”. O fato é que somos os construtores de nossa vida e assim os responsáveis por fazê-la mais agradável e feliz. Quando trazemos para nós essa responsabilidade as possibilidades se ampliam e transformamos dificuldades em desafios.

Atualmente parecemos viver uma ditadura pela felicidade, as pessoas querem ser feliz a qualquer preço e dessa forma acabam se sentindo cada vez mais insatisfeitas, vazias, inúteis. As redes sociais contribuem para a relevância da aparência, do mostrar o que não se é e o que não se tem. Essa concorrência causa danos emocionais intensos e transforma pessoas em escravos de um sentimento que deveria trazer paz, tranquilidade. Tamanha inversão da felicidade “a qualquer preço” pode provocar tudo, menos real satisfação.

Felicidade é sentimento, tem a ver com o nosso mundo interior, nossas aquisições espirituais e realizações pessoais. Ninguém pode ser feliz sem, inicialmente, amar a si mesmo e autoestima vai muito além de aparências. Muitas pessoas bonitas, famosas e de boa condição financeira, que fazem lindas viagens e divulgam o quanto suas vidas são maravilhosas, na verdade possuem a alma doída por difíceis situações ocultas. Felicidade não se aparenta, por si só ela se expande, porque quem é realmente feliz se preocupa em inspirar esse sentimento para mais pessoas.

É preciso entender que felicidade não é um estado de humor contínuo; essa busca desenfreada beira a insanidade. Todos temos nossas dificuldades, perdas irreparáveis que nos causam dissabor e tristeza. Você pode ter um bom dia, chegar em casa feliz e se deparar com uma notícia que lhe cause tristeza, mesmo não atingindo diretamente você. Além de nossas próprias dificuldades, difícil não nos sensibilizarmos com a dor alheia. O fato é que ninguém é totalmente feliz o tempo todo.

Nossa busca pela felicidade precisa ser serena, pautada na conscientização de que satisfação genuína é um trabalho árduo, que exige dedicação, resiliência e grande força de vontade. Ser feliz não é uma tarefa fácil, pois é o resultado de outras aquisições, tais como: tolerância, aceitação, paciência, coragem, fé e gratidão.

Parafraseando o poeta: Felicidade existe sim, desde que desenvolvida em nós mesmos e expandida para os nossos relacionamentos.

Você é, realmente, feliz?2020-02-17T20:31:19+00:00
11 02, 2019

Nada é mais precioso quanto a vida

2019-02-11T19:44:29+00:00

A Cultura da Paz, instituída oficialmente pela UNESCO em 1999, têm como um de seus principais pilares: “Respeitar a vida e a dignidade de cada pessoa, sem discriminação ou preconceito”.

O respeito à vida em todas as suas manifestações tem uma abrangência muito grande, pois é preciso ampliar nossa visão para todos os seres vivos da Terra, vegetais ou animais. A natureza é vida e não há Paz sem preservação do planeta. Tudo o que há na natureza tem uma função definida, portanto, a exploração precisa obedecer parâmetros sustentáveis.

Vejo muitas pessoas reclamarem sobre abuso nos cuidados com os animais em detrimento aos seres humanos. Não entendo esse tipo de comparação, afinal uma coisa não exclui a outra. É necessário que pessoas se unam para amparar animais que sofrem qualquer tipo de privação e violência, assim como as que lutam para a melhoria de vida de seres humanos. Uma pessoa que, realmente, entende o que é a paz não exclui nenhum ser vivo do amparo necessário. E se até uma flor merece respeito o que dizer de um feto que vive e pulsa? O aborto provocado é a desvalorização de uma vida que não tem sequer meios de se defender.

Vale lembrar que numa sociedade em que pessoas dormem ao relento, sem condição de ganharem seu sustento, muito menos cuidarem da própria saúde e bem-estar, não há respeito à vida. A dignidade humana é valorizada quando são disponibilizados o mínimo para uma vida sadia mental e fisicamente. Isso inclui trabalho, saúde e educação. Temas tão debatidos em tantas promessas que não chegam a se concretizar da forma devida. Enquanto pessoas sofrerem em filas de hospitais, crianças não tenham garantidos estudo e alimentação e as pessoas continuarem a colocar seus interesses pessoais acima dos coletivos não poderemos viver a verdadeira paz.

A edificação da paz no mundo pressupõe a valorização de todo ser vivo, sem qualquer preconceito quanto as diferenças que constituem a complexidade da vida. Pelas diferenças nos completamos, assim como as cores se formam pela junção de tonalidades múltiplas. A natureza nos ensina a viver em harmonia, mesmo diante de situações adversas e inquietantes. Minha avó Aurora dizia: “Depois da tempestade vem a bonança”. Sábias palavras!

Muitos já enxergaram a necessidade de mudanças urgentes no que toca o valor da vida, mas, infelizmente, colocam-se a reclamar e apontar culpados. Claro que é importante cobrar os que têm por função realizar esse trabalho, mas é fundamental que cada um se ocupe de realizar o que lhe cabe nessa transformação cultural. Educar nossos filhos para a cooperação e não para a competição. Valorizar a própria vida e a dos que nos rodeiam. Aceitar que nossa opinião não é universal. Exemplificar a solidariedade e a cortesia. Cuidar do meio ambiente, da limpeza e conservação de lugares públicos. Essas são algumas medidas básicas.

A paz exige esforço conjunto!

Nada é mais precioso quanto a vida2019-02-11T19:44:29+00:00
4 02, 2019

Não há Paz sem preservação do Planeta

2019-02-04T18:12:11+00:00

Segundo a UNESCO “Cultura de Paz é um conjunto de valores, atitudes, tradições, comportamentos e estilos de vida baseados no respeito à vida, ao fim da violência, à prática da não-violência por meio da educação, diálogo e cooperação”. Partindo do princípio de que violência é todo tipo de ação que cause prejuízo a si mesmo e a outrem, percebemos a amplitude dessa definição.

Um dos principais pilares da Cultura da Paz é a Preservação do Ambiente. Sim, porque qualquer destruição ao meio em que vivemos causa danos, muitas vezes, irreversíveis. Cada árvore que se perde condena o meio a subsistir sem a sua função, que vai muito além de dar sombra e frutos, sendo importante para a saúde do solo e até para evitar erosão. Todo o ecossistema tem função de grande importância para a vida e, portanto, para a continuidade da humanidade.

Pela primeira vez na história vivemos a possibilidade concreta de erradicar a vida na Terra. As civilizações anteriores não tinham tal poder. A busca desenfreada pelo progresso fez com que surgisse uma civilização que não respeita a vida, que sujeita a natureza a seus próprios interesses momentâneos. Nada contra o progresso, tudo à favor da geração de riquezas, do agronegócio, da urbanização e tudo mais. É muita hipocrisia criticar o que nos alimenta, gera emprego e bem-estar. Mas é preciso despertar a consciência para a necessidade de preservação do meio ambiente, ou o progresso de hoje pode ser o fim do amanhã em nosso planeta. E se você pensa que eu estou exagerando é com você mesmo que falo sobre buscar conhecimento e alargar a mente.

Destruições ambientais acontecem todos os dias em todos os recantos de nosso país, infelizmente passam despercebidas por não terem a extensão imediata das tragédias de Mariana e de Brumadinho. Não é mais viável que deixemos tamanho impacto econômico, ambiental, humano e emocional assolar o Brasil. Se a flexibilização das leis é um caminho, então que sejam cumpridas com rigor, afinal de que adianta ter leis rigorosas e aceitar a cultura da propina, da corrupção desenfreada que coloca o homem contra o seu semelhante.

A Cultura da Paz propõe ações de respeito à vida em todas as suas manifestações. Por isso devemos ampliar nossos esforços buscando, efetivamente um futuro melhor. Isso inclui olhar todos os seres vivos, animais e vegetais, como merecedores de nossa atenção e cuidado.

“Tudo que vive é o teu próximo”, disse Gandhi. Se você não pode amar o seu próximo, ao menos o respeite. Se você não se interessa pelas gerações futuras, ao menos pense no planeta que deixará para os seus descendentes. Essa não é uma luta solitária, precisamos estar todos unidos. Se cada um fizer a sua parte o ganho será de todos nós.

 

 

Não há Paz sem preservação do Planeta2019-02-04T18:12:11+00:00
WhatsApp chat