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14 03, 2019

Como se livrar dos relacionamentos “âncora”

2019-03-14T20:13:59+00:00

Já ouviu essa máxima popular: “Antes só do que mal acompanhada”? Eu considero uma grande verdade, mesmo levando em consideração que precisamos viver em sociedade. O problema é quando existe a crença: “Melhor com ele do que sozinha”, porque ai a pessoa se anula, aceita o inaceitável e mendiga por um pouco de atenção.
O resultado, em casos extremos, pode chegar a violência contra a mulher, situação que temos assistido, infelizmente, quase que diariamente.

Alguns homens têm o prazer de colocar a mulher para baixo, sentem-se superiores e não admitem ser contrariados. Os machistas extremos não suportam a alegria da parceria, têm sempre uma palavra desmotivadora e buscam por alvo suas fraquezas. Esse tipo de homem não merece a sua presença, muito menos o seu amor.
Esse tipo de comportamento precisa ser identificado o quanto antes, para que a mulher se livre de suas influências nefastas e seu desfecho que pode ser um caso de feminicídio.

Preste atenção em algumas dicas para se livrar de pessoas assim:

1. Olho na autoestima
Apenas  pessoas que não sabem o próprio valor aceitam ser depreciadas. Faça uma autoanálise e veja se tem agido de acordo com as suas crenças e valores. Se você tem aceitado conviver com alguém que só te coloca para baixo, que não admite ouvir um não, é hora de rever esse comportamento. Somente alguém que não se considera merecedor do melhor para a própria vida mantém-se preso a uma “âncora”.

2. Imponha limites
Se você tem consciência de seu valor não permita que nada e nem ninguém a faça se sentir menor. Lembre-se que as pessoas só fazem com você o que você permite. Tome as rédeas da sua vida e imponha limites às influências externas. Compreendo que você não quer viver sozinha, mas soltar-se de pessoas negativas fará com que você encontre companhias mais satisfatórias. Acredite que é a sua mente que cria o seu mundo e coloque-se, imediatamente, na função de edificar relacionamentos “balão”, ou seja, que elevem e valorizem você.

3. Tome distância
Muitas vezes impor limites não é o bastante para soltar-se das amarras que prendem você ao ostracismo de si mesmo. Melhor então é tomar o máximo de distância possível de quem o empurra para baixo. Nem sempre isso é fácil, mas desenvolva distância emocional, pela qual todos os laços se rompam e a pessoa não consiga mais influenciar você.

Seja cortês, educado e gentil, mas escolha com cuidado aquele que merece conviver com você e ter ascendência na sua vida. E se sentir violentada de alguma forma busque proteção.

 

Como se livrar dos relacionamentos “âncora”2019-03-14T20:13:59+00:00
6 03, 2019

Dia Internacional da Mulher – Conquistas e Barreiras

2019-03-06T20:56:40+00:00

O Dia Internacional da Mulher, comemorado a cada oito de março, tem como origem as manifestações das mulheres, em todo mundo, desde o início do século XX por igualdade, melhor qualidade de vida e trabalho. Não se pode negar que de lá para cá muita coisa mudou e, nós mulheres, conseguimos uma representatividade expressiva em todos os setores de nossa sociedade.

Matéria publicada no dia 2 de março no jornal Folha de São Paulo revelou que vem aumentando a participação das mulheres em cargos de chefia, isso graça as políticas inclusivas das empresas, que ajudam a reduzir a desigualdade de gênero. Entre 1997 e 2018 “a fatia de mulheres em cargos de chefia nas 150 melhores empresas para trabalhar no Brasil cresceu de 11% para 42%.

Apesar disso muito ainda precisa ser feito. Ainda impressiona a quantidade de mulheres que vivem situações de total inferioridade, subjugadas a maridos que as violentam moralmente e de todas as formas possíveis. O fato é que muitas delas são tão dependentes financeira e emocionalmente que, embora procurem ajuda não se dispõem a agir de forma efetiva para mudar essa situação. Esse, certamente, continua sendo um problema social com abordagem no mundo todo.

Pior ainda é a falta de conscientização de grande parte delas que aceitam a desigualdade e subserviência sem revolta, sentindo-se, realmente, inferiores e indignas. Além de cultural, machismo também é questão educacional; basta ver como mulheres que se dizem independentes e modernas, ainda fazem distinção de tratamento e tarefas entre filhos homens e mulheres. Aliás, nesse quesito é forçoso admitir que as próprias mulheres têm grande responsabilidade em disseminar a desigualdade por muitas gerações e, infelizmente, muitas ainda agem dessa forma, mesmo que inconsciente.

Grandes mulheres do passado, que enfrentaram poderosas barreiras machistas, nos incentivam à luta pela igualdade de direitos que ainda está longe de acontecer. Acho importante destacar que essa luta não é apenas das mulheres, os homens também devem fazer parte dela. Vamos juntos lutar por um mundo mais justo e igualitário para todos.

Dia Internacional da Mulher – Conquistas e Barreiras2019-03-06T20:56:40+00:00
11 02, 2019

Nada é mais precioso quanto a vida

2019-02-11T19:44:29+00:00

A Cultura da Paz, instituída oficialmente pela UNESCO em 1999, têm como um de seus principais pilares: “Respeitar a vida e a dignidade de cada pessoa, sem discriminação ou preconceito”.

O respeito à vida em todas as suas manifestações tem uma abrangência muito grande, pois é preciso ampliar nossa visão para todos os seres vivos da Terra, vegetais ou animais. A natureza é vida e não há Paz sem preservação do planeta. Tudo o que há na natureza tem uma função definida, portanto, a exploração precisa obedecer parâmetros sustentáveis.

Vejo muitas pessoas reclamarem sobre abuso nos cuidados com os animais em detrimento aos seres humanos. Não entendo esse tipo de comparação, afinal uma coisa não exclui a outra. É necessário que pessoas se unam para amparar animais que sofrem qualquer tipo de privação e violência, assim como as que lutam para a melhoria de vida de seres humanos. Uma pessoa que, realmente, entende o que é a paz não exclui nenhum ser vivo do amparo necessário. E se até uma flor merece respeito o que dizer de um feto que vive e pulsa? O aborto provocado é a desvalorização de uma vida que não tem sequer meios de se defender.

Vale lembrar que numa sociedade em que pessoas dormem ao relento, sem condição de ganharem seu sustento, muito menos cuidarem da própria saúde e bem-estar, não há respeito à vida. A dignidade humana é valorizada quando são disponibilizados o mínimo para uma vida sadia mental e fisicamente. Isso inclui trabalho, saúde e educação. Temas tão debatidos em tantas promessas que não chegam a se concretizar da forma devida. Enquanto pessoas sofrerem em filas de hospitais, crianças não tenham garantidos estudo e alimentação e as pessoas continuarem a colocar seus interesses pessoais acima dos coletivos não poderemos viver a verdadeira paz.

A edificação da paz no mundo pressupõe a valorização de todo ser vivo, sem qualquer preconceito quanto as diferenças que constituem a complexidade da vida. Pelas diferenças nos completamos, assim como as cores se formam pela junção de tonalidades múltiplas. A natureza nos ensina a viver em harmonia, mesmo diante de situações adversas e inquietantes. Minha avó Aurora dizia: “Depois da tempestade vem a bonança”. Sábias palavras!

Muitos já enxergaram a necessidade de mudanças urgentes no que toca o valor da vida, mas, infelizmente, colocam-se a reclamar e apontar culpados. Claro que é importante cobrar os que têm por função realizar esse trabalho, mas é fundamental que cada um se ocupe de realizar o que lhe cabe nessa transformação cultural. Educar nossos filhos para a cooperação e não para a competição. Valorizar a própria vida e a dos que nos rodeiam. Aceitar que nossa opinião não é universal. Exemplificar a solidariedade e a cortesia. Cuidar do meio ambiente, da limpeza e conservação de lugares públicos. Essas são algumas medidas básicas.

A paz exige esforço conjunto!

Nada é mais precioso quanto a vida2019-02-11T19:44:29+00:00
4 02, 2019

Não há Paz sem preservação do Planeta

2019-02-04T18:12:11+00:00

Segundo a UNESCO “Cultura de Paz é um conjunto de valores, atitudes, tradições, comportamentos e estilos de vida baseados no respeito à vida, ao fim da violência, à prática da não-violência por meio da educação, diálogo e cooperação”. Partindo do princípio de que violência é todo tipo de ação que cause prejuízo a si mesmo e a outrem, percebemos a amplitude dessa definição.

Um dos principais pilares da Cultura da Paz é a Preservação do Ambiente. Sim, porque qualquer destruição ao meio em que vivemos causa danos, muitas vezes, irreversíveis. Cada árvore que se perde condena o meio a subsistir sem a sua função, que vai muito além de dar sombra e frutos, sendo importante para a saúde do solo e até para evitar erosão. Todo o ecossistema tem função de grande importância para a vida e, portanto, para a continuidade da humanidade.

Pela primeira vez na história vivemos a possibilidade concreta de erradicar a vida na Terra. As civilizações anteriores não tinham tal poder. A busca desenfreada pelo progresso fez com que surgisse uma civilização que não respeita a vida, que sujeita a natureza a seus próprios interesses momentâneos. Nada contra o progresso, tudo à favor da geração de riquezas, do agronegócio, da urbanização e tudo mais. É muita hipocrisia criticar o que nos alimenta, gera emprego e bem-estar. Mas é preciso despertar a consciência para a necessidade de preservação do meio ambiente, ou o progresso de hoje pode ser o fim do amanhã em nosso planeta. E se você pensa que eu estou exagerando é com você mesmo que falo sobre buscar conhecimento e alargar a mente.

Destruições ambientais acontecem todos os dias em todos os recantos de nosso país, infelizmente passam despercebidas por não terem a extensão imediata das tragédias de Mariana e de Brumadinho. Não é mais viável que deixemos tamanho impacto econômico, ambiental, humano e emocional assolar o Brasil. Se a flexibilização das leis é um caminho, então que sejam cumpridas com rigor, afinal de que adianta ter leis rigorosas e aceitar a cultura da propina, da corrupção desenfreada que coloca o homem contra o seu semelhante.

A Cultura da Paz propõe ações de respeito à vida em todas as suas manifestações. Por isso devemos ampliar nossos esforços buscando, efetivamente um futuro melhor. Isso inclui olhar todos os seres vivos, animais e vegetais, como merecedores de nossa atenção e cuidado.

“Tudo que vive é o teu próximo”, disse Gandhi. Se você não pode amar o seu próximo, ao menos o respeite. Se você não se interessa pelas gerações futuras, ao menos pense no planeta que deixará para os seus descendentes. Essa não é uma luta solitária, precisamos estar todos unidos. Se cada um fizer a sua parte o ganho será de todos nós.

 

 

Não há Paz sem preservação do Planeta2019-02-04T18:12:11+00:00
10 01, 2019

Aprender e superar: Lidando com as frustrações

2019-01-10T19:24:06+00:00

Muitas vezes somos surpreendidos por situações e pessoas que minam nossas mais caras expectativas. Tudo que parecia certo e harmonioso, de repente, se transforma em um turbilhão. Confusos nos sentimos tristes, decepcionados e, muitas vezes, impotentes. Como lidar com as frustrações em nosso dia a dia? Claro que não existe uma fórmula mágica, cada pessoa deve procurar em si mesmo maneiras construtivas de lidar com essas surpresas indesejáveis. Entretanto é possível traçar um caminho que auxilie cada um na busca da superação. 

Diante das frustrações algumas atitudes são fundamentais: 

  1. Aceitação

Uma das grandes dificuldades humanas é aceitar o que não pode ser mudado. A falta de aceitação nos mantém na dor do passado, perpetuando-a. Muito melhor seria aceitarmos que as coisas são como são e só podemos mudar a nós mesmos e ao que nos compete.

Acostume-se: as coisas nem sempre (ou quase nunca) são como você quer. Tire o melhor proveito disso!

  1. Evite vivenciar a mágoa

Não se magoe se quem você contava lhe virou as costas ou traiu, se o que você almejava não aconteceu, se as coisas não deram “certo”. A mágoa só atrasa a caminhada que você precisa retomar na busca de novas alternativas. Lembre-se de que derrotado não é quem perde, mas quem desiste. Muitas vezes o que tomamos por errado nos levará a algo muito melhor daquilo que considerávamos certo.

A vida lhe colocará de frente a muitos que lhe darão o que nem você poderia esperar!

  1. Não cultive tristeza

É comum que o desânimo e a tristeza acompanhem a frustração, não aceite esse “pacote”. Já não basta a decepção? Então não se entregue e procure motivos para se motivar e retomar à luta por seus objetivos. Claro que é natural o sentimento de abatimento e, inclusive, até certo ponto é saudável, mas não se pode deixar que o negativismo e a tristeza se instalem.

Faça o seu luto, mas lembre-se de sair dele. Busque ajuda profissional sempre que preciso.

  1. Encontre a Paz

Estar em paz não significa não ter problemas, frustrações ou adversariedades. A paz é muito mais do que a ausência de conflitos, tem a ver com o sentimento íntimo e gratificante de agir da melhor forma. É uma harmonia interior que identifica e dá significado a fé em si mesmo e em algo muito maior, que eu chamo Deus.

Nos momentos de crise é fundamental se empenhar não só para fazer o possível e sim para fazer o melhor. O possível a mente pode limitar, o melhor pode surpreender.

Uma forma de viver bem é entender que sempre existe um tempo certo e nem tudo tem de ser da forma como queremos. Aliás, pode ser que seja muito melhor.

 

 

 

 

 

 

 

Aprender e superar: Lidando com as frustrações2019-01-10T19:24:06+00:00
13 08, 2018

Aprenda a lidar com as emoções

2018-08-13T15:14:16+00:00

Suely Buriasco

Escuto muitas queixas do tipo: “minhas emoções me atrapalham” ou “sou assim mesmo; não controlo minhas emoções”, ou ainda “Sou muito emocional e só me dou mal”. Podem parecer frases soltas, mas afirmações assim merecem maior atenção, pois, demonstram crenças limitantes que minam a satisfação de qualquer um.

É importante saber que as emoções são neutras, nem boas e nem más, a forma como reagíamos a elas é que possui efeito positivo ou negativo. Elas cumprem importante papel em nossas vidas, são fundamentais e dão significado ao que vivenciamos. Algumas emoções básicas fazem parte do pacote “ser humano”, conhece-las e compreender a maneira como agimos diante delas é exercício de autoconhecimento.

Emoções por si só não são capazes de atrapalhar você. Se isso tem acontecido é hora de observar seus próprios comportamentos. Alguns exemplos podem facilitar as coisas para você:

  • Tristeza: você pode escolher alimentá-la ou encará-la como um alerta para a necessidade de olhar para si mesmo e perceber o que precisa ser mudado para o seu próprio crescimento. No último caso uma emoção aparentemente ruim, revela-se transformadora.
  • Raiva: Muitas pessoas preferem disfarçar essa emoção considerando-a negativa, mas a raiva também desempenha papel importante. Muitas vezes é ela que nos fortalece no enfrentamento de muitas situações. Torna-se negativa quando se manifesta de forma violênta.
  • Medo: Tem poder de nos tirar de situações de risco, corresponde à proteção, sendo muito útil. Mas também pode estagnar e limitar, depende da forma como você a encara.

Podemos entender que as emoções são muito importantes e que cabe a cada um de nós reger as suas consequências. Trocar a palavra “controlar” por “lidar” pode ampliar a possibilidade de desenvolver a inteligência emocional através do autoconhecimento e responsabilidade pelas próprias emoções e ações.

O que você foi até hoje é parte de sua história, mas não é você. Reescreva-se, ressignifique-se, torne-se alguém melhor a cada dia!

Aprenda a lidar com as emoções2018-08-13T15:14:16+00:00
6 08, 2018

A família e a harmonia interior

2018-08-06T22:44:28+00:00

Suely Buriasco

Entre os elementos fundamentais na satisfação do ser humano, a família tem, sem qualquer dúvida, papel de grande relevância. E não é de se espantar, afinal é no grupo familiar que buscamos a paz que precisamos para enfrentar as asperezas do mundo.

Só que, infelizmente, nem sempre as coisas são assim; o aconchego familiar tem sido comumente minado pela incompreensão e intolerância. Na falta de análise sobre o que realmente é importante na vida, muitas pessoas se revoltam e comprometem a tranquilidade familiar.

Muitas vezes, não basta ter razão; é preciso compreender as diferenças de entendimento e até o nível de consciência de cada um e conciliar a situação, mesmo que para isso seja necessário distanciamento. Afinal, a grande vantagem não é ter razão e sim promover a harmonia familiar. É preciso ter em mente que mesmo você considerando uma verdade, ela pode não ser assim para os outros membros e é preciso aprender a lidar com isso.

O respeito às diferenças é fundamental para o bom convívio com qualquer pessoa, mas especialmente em família. É mais fácil respeitarmos pessoas estranhas; difícil é considerar as que temos maior intimidade. Conviver com pessoas que pensam de outra forma é um desafio que precisa ser enfrentado com muita coragem. Trata-se de tolerar a cada dia atos e palavras com os quais você não concorda e mesmo assim não se deixar contaminar ou ofender. Muitas vezes é ter mesmo um olhar de compreensão para o que não se aceita.

Desenvolver a amizade pelas pessoas que amamos é um ótimo ingrediente para a tranquilidade familiar. A amizade inspira a compreensão que necessitamos e promove o entendimento, criando elos empáticos capazes de transformar as relações. Não podemos mudar as outras pessoas, mudanças só se operam de dentro para fora, no entanto, sempre será possível inspirar boas reflexões nesse sentido. Isso é muito mais que um direito; é, sobretudo, um dever.

Quando concluímos o quanto a harmonia familiar nos fortalece e revigora diante do torvelino da vida, entendemos que cuidar dessas relações é cuidar de nós mesmos!

A família e a harmonia interior2018-08-06T22:44:28+00:00
30 07, 2018

3 passos para eliminar a dependência emocional

2018-07-30T15:31:28+00:00

Por Suely Buriasco

A pessoa dependente emocionalmente não acredita no seu próprio valor, no seu poder de tomar decisões, de fazer escolhas e até mesmo na sua capacidade de conquistar alguém e, muitas vezes envolve-se em relações destrutivas por não se achar merecedora de coisa melhor. Submissão e insegurança são atributos comuns na pessoa que se sente fragilizada e possui uma imagem muito negativa de si mesma. Por se sentir incapaz em agir adequadamente apoia-se sempre em outras pessoas tornando-se dependente de orientações e direcionamentos alheios.

Esses passos são fundamentais para superar a insegurança, tomar as rédeas da própria vida e construir relacionamentos saudáveis:

  1. Enfrentar o problema

Uma pessoa dependente não consegue manter um relacionamento amoroso sadio e sua submissão nada mais é do que a necessidade do outro. São pessoas que ao declararem ao cônjuge: “eu não vivo sem você”, não estão sendo românticas ou amorosas, pois, efetivamente são dependentes do outro. É preciso conscientizar-se que existe algo muito sério a ser enfrentado e corrigido urgentemente.

  1. Trabalhar a autoestima

Apego, carência e insegurança refletem problemas com a autoestima, portanto, esse é um passo fundamental na luta contra a dependência emocional. A pessoa dependente está fragilizada e não se sente capaz de mudar seus comportamentos e, consequentemente, o relacionamento. Existe uma bibliografia extensa sobre como melhorar a autoestima e se tornar mais autoconfiante. Ampliar e aplicar conhecimentos pode ajudar muito.

  1. Buscar ajuda

A necessidade e o apego são venenos fatais em qualquer relacionamento e, cedo ou tarde, transformam a vida dos envolvidos em verdadeiro suplício. Quanto antes efetivar mudanças melhor. Claro que a tarefa não é fácil, por isso é importante buscar ajuda profissional. O Coaching utiliza ferramentas fantásticas para o empoderamento pessoal.

Exemplos de superação estão aí aos montes a demonstrar que a única pessoa imprescindível na sua vida é você mesmo. Portanto, assuma o controle e transforme a sua vida em algo que valha a pena ser vivido e, consequentemente, compartilhado.

3 passos para eliminar a dependência emocional2018-07-30T15:31:28+00:00
18 07, 2018

Parabéns Ponta Porã

2018-07-18T00:40:43+00:00

Por Suely Buriasco

Sobre homenagear essa cidade que há muitos anos me recebeu pensei em descrever o que vivenciei dia 08 último, no Clube Pinheiros em São Paulo. A noite foi uma das atrações do evento “GINGA” que teve por tema a Copa Do Mundo e reuniu jovens para acompanhar os jogos nos vários telões colocados no salão do clube. Como não poderia deixar de ser, depois dos jogos muitos shows garantiram a diversão de todos.

O que me chamou atenção, particularmente no último domingo, foi o que considerei uma importante homenagem: Ponta Porã comandou a noite paulistana. Explico: salão lotado, quase quatro mil pessoas presentes e o tradicional clube paulistano foi palco da realização de ponta-poranenses ilustres. Essa reflexão me traz grande orgulho, pois, um dos responsáveis pela festa é meu filho, Mário Júnior, nascido e criado em Ponta Porã. Conhecido por Mário em São Paulo e Juninho em Ponta Porã, meu caçula é publicitário e sócio de uma das mais competentes e reconhecidas agências do Brasil, responsável por eventos em todo o país.

Uma das atrações foi a dupla sertaneja “Leandro Henrique e Gabriel”, ambos igualmente nascidos e criados em Ponta Porã. Se a mim causou orgulho, fico imaginando o que sentiria o povo dessa fronteira presenciando a competência e o talento fronteiriço sendo esbanjado para o público paulistano, tão exigente e amante do sertanejo. Esses meninos deram brilho à festa e em pleno show, aplaudidos de forma entusiástica, referenciaram a cidade natal.

E poderia ter parado por aí se não fosse a atração que se seguiu com o cantor Thiaguinho que, embora não tenha nascido em Ponta Porã, ali se criou e guarda boas lembranças da infância e adolescência. Ao nos receber em seu camarim foi logo lembrando dos “bolos da D Lúcia” referindo-se aos doces de minha querida sogra. Junto com seu pai, o “Jota Barbosa”, como é conhecido em nossa cidade, esbanjou simpatia. Não poderia ser diferente, afinal, hospitalidade e gentileza é marca forte de quem vive ou viveu nessa fronteira. Para completar a emoção da noite, Thiaguinho também homenageou Ponta Porã em seu show, mandando um abraço para essa cidade que se orgulha tanto de seu sucesso.

Transmito com carinho essas homenagens que recebi junto com familiares e amigos ponta-poranenses que prestigiaram o show e vibraram com o sucesso de seus conterrâneos. Ponta Porã, definitivamente, comandou aquela noite paulistana. Como é gratificante esse sentimento!

Parabéns à “Princesinha dos Ervais”! Que essa cidade possa continuar a inspirar e efetivar progresso.

Parabéns Ponta Porã2018-07-18T00:40:43+00:00
16 07, 2018

A empatia e a satisfação humana

2018-07-16T18:15:36+00:00

Suely Buriasco

Pesquisas recentes comprovam que os seres humanos são naturalmente empáticos e colaborativos. No entanto, culturalmente, temos dificuldade em desenvolver essa habilidade tão importante para os nossos relacionamentos e satisfação na vida. Com o desenvolvimento da tecnologia, passamos a viver um período onde as fronteiras se desfazem e o instantâneo prevalece. O mundo todo acompanhou o resgate das crianças na Tailândia, parecia que estava acontecendo bem próximo de nós, pois, o nosso sentimento não distingue espaço ou distância. Isso é empatia!

O interessante é que ao mesmo tempo que podemos ser empáticos com nossos semelhantes, como no exemplo citado acima, temos dificuldade de nos conectar com pessoas mais próximas. Principalmente se de alguma forma nos sentimos prejudicados por elas. Exemplo disso foi a forma como o jogador da seleção brasileira, Fernandinho, foi espezinhado pela desventura de fazer aquele fatídico gol contra na Copa do Mundo. Não se trata, absolutamente, de comparar os fatos, mas de analisar o nosso poder empático. Porque é tão difícil compreender quem nos frustra? Qual a razão de tamanha violência quando nos sentimos afetados negativamente? São questões interessantes.

Desenvolver a empatia em relação às pessoas com as quais convivemos em nosso dia a dia é, no mínimo, edificar ambiente saudável para a própria vida. Para tanto é fundamental superar a adversidade e a competição. Colocar-se no lugar do outro incondicionalmente é uma habilidade que pode ser aprendida e até mesmo treinada. É um exercício que passa pelo autoconhecimento, afinal, para compreender a emoção do outro, é preciso conhecer e entender o que se passa conosco mesmo.

O primeiro passo para desenvolver a empatia é aprender a ouvir o outro sem pré-julgamentos. É realmente querer compreender os sentimentos do outro, observando não só a fala, mas, essencialmente, o que não é falado. A comunicação não verbal, muitas vezes, diz mais que muitas palavras. E, claro, manter o equilíbrio e não se deixar influenciar por pessoas negativas. Manter a compostura diante da agressividade é medida sábia, atitudes alheias não podem definir nossa própria atitude.

A empatia transforma relações e promove maior satisfação, tendo por consequência o aumento da satisfação e do rendimento da equipe. Se cada membro reconhece o seu próprio valor e o do outro a equipe funciona harmonicamente e evolui em todos os sentidos. O mesmo acontece nos relacionamentos sociais, familiares, religiosos e etc. Sozinhos podemos muito, juntos podemos muito mais – esse é o lema de uma equipe que, realmente, cumpre o seu papel na empresa e na vida.

A empatia e a satisfação humana2018-07-16T18:15:36+00:00
2 07, 2018

Até que ponto vale agradar o outro?

2018-07-02T19:39:03+00:00

Suely Buriasco

Essa é uma pergunta um tanto capciosa, afinal por mais que somos tentados a responder que não temos que agradar ninguém, muitas vezes nossa ação é contrária. Claro que num relacionamento é necessário entender o outro e por vezes ceder em algumas situações, mas até que ponto isso é saudável?

É muito comum a frase: “faço tudo por você!”. Ela pode ser um desabafo, uma cobrança ou uma insatisfação. De qualquer forma denota uma constatação imperfeita, pois como é possível viver fazendo “tudo” por alguém? Existem mesmo pessoas que se esforçam nesse sentido, acabando por esquivar-se da própria vontade, o que não é nada saudável. No relacionamento a dois, por exemplo, não é raro as pessoas depositarem seus anseios, seus sonhos e realizações no sentido de ser agradável ao cônjuge e, quase sempre, esbarram em grandes desilusões.

O pior é que sequer perguntam ao outro se ele realmente quer essa simbiose, afinal, não é nada atraente conviver com alguém que diz sim para tudo, que não tem posicionamento nem opinião própria. Moldar a personalidade de acordo com o que considera conveniente para a relação, criando expectativas que o outro faça o mesmo é sempre um grande perigo e costuma provocar conflitos intensos. Então é comum que se desencadeie uma “roda-viva”, pois diante da crise, o cônjuge inseguro passa a agir de maneira servil, cedendo demais na ânsia de se sentir mais amado. Mesmo que aparentemente isso possa dar resultados, com o tempo o desgaste da relação acontecerá com maior amplitude e complexidade.

Em qualquer tipo de relação querer satisfazer plenamente pode ser sinal de insegurança e causar muitos aborrecimentos. Para que os relacionamentos sejam saudáveis, faz-se necessário que haja respeito e entendimento de ambas as partes, o que não é realizável numa relação subserviente. Bom pensar que viver tentando agradar o outro é sempre motivo de frustração, primeiro porque é impossível agradar todo o tempo, segundo que nessa tentativa certamente não será fácil agradar a si mesmo.

Diante de qualquer situação uma medida sábia é refletir se ceder significa renúncia edificante ou aquiescência servil. No primeiro caso, a pessoa muda para tornar a sua vida melhor; no segundo muda na ilusão de melhorar a vida do outro. Vale o discernimento!

Até que ponto vale agradar o outro?2018-07-02T19:39:03+00:00
25 06, 2018

Cultivando a Alegria de Viver

2018-06-25T23:31:00+00:00

Suely Buriasco

Cultivar a alegria na vida é uma arte que se aprende através de exercícios constantes de gratidão e estímulo a autoestima. Sim, porque a verdadeira alegria nasce na alma, é aquisição do espírito e, portanto, independe das coisas exteriores.

Assim não são os problemas do dia a dia, nem mesmo os mais trágicos; não são as dificuldades que nos assolam, nem mesmo a decepções do caminho que nos deixam tristes. Nada é capaz de entristecer um coração que busca a sua realização. Tanto a alegria, como a falta dela tem origem no mundo interior de cada um. Cultivamos alegria quando buscamos a partir do autoconhecimento realizar o que verdadeiramente nos satisfaz a alma.

Nenhuma pessoa ou acontecimento tem o poder de mudar nosso estado de espírito, só nós mesmos o podemos. Quem ainda cai no engano de depositar em outro ser esse poder, continuará a se decepcionar até que compreenda que felicidade não é ser reconhecido ou amado; é reconhecer e amar. Não é ser tratado da melhor forma, mas dispensar sempre tratamento generoso a todos. Não se encontra alegria nos feitos de outras pessoas, mas nos próprios feitos, desde que a consciência nos apoie indicando que fizemos o máximo que podíamos.

A satisfação pelas pequenas coisas da vida, valorizando nossos dias e tudo o que nos trás de bom é exercício de alegria. Assim também é valorizar as pessoas que amamos como são e não como gostaríamos que fossem. Não esperar mais do que as pessoas podem nos dar, compreendendo os limites que lhes são impostos por suas próprias imperfeições é garantia de tranquilidade e equilíbrio. Portanto, se sentimentos doloridos nos banham a alma é porque não estamos entendendo essa engrenagem que nos faz vivos. É hora então de refletirmos sinceramente sobre o que realmente nos tem entristecido. Invariavelmente, chegaremos à conclusão que os motivos estão em nós mesmos e na maneira como estamos nos relacionando com nossos semelhantes.

Seja no reduto familiar, profissional ou social nossos esforços devem ser voltados para a consideração, respeito e entendimento aos outros, inclusive se não recebermos o mesmo. Lembremos que cada um é responsável por suas atitudes e sigamos preocupados com as nossas, não nos envolvendo em revides; na certeza de que as leis da natureza funcionam em plenitude.

A vida é um palco onde quem interpreta o bem sairá ganhando sempre, mesmo que lamentações nos levem a pensar o contrário. Quem perde tempo lamentando o perdido ou o não alcançado, patina nesse palco, sem observar que os motivos de superação são sempre maiores e mais intensos. E por interpretar não se pode entender fingir, nada é possível sem sinceridade genuína. Interpretar o bem é exercitá-lo, já que ainda não o possuímos totalmente como dom de alma.

Manter nossa autoestima elevada, desviando-nos da revolta  é alcançar a alegria que ninguém ou qualquer coisa pode tirar. E sendo isso apenas possível através da consciência tranquila; agir sempre do melhor modo diante das situações é a forma ideal e mais rápida de nos tornarmoos mais seguros, mais fortes e mais felizes em nossos dias.

Cultivando a Alegria de Viver2018-06-25T23:31:00+00:00
18 06, 2018

O que é essencial nos bons relacionamentos

2018-06-18T21:11:16+00:00

Suely Buriasco

A vida compartilhada a dois é pautada por muita cobrança de ambas as partes. Afinal, desde que a mulher ascendeu seu papel no lar, equilibrando-o com o do homem, as exigências aumentaram. Essa evolução na relação homem/mulher é muito positiva, mas exige que busquem um consenso a fim de se harmonizarem.

Muitos casais chegam a conflitos intensos, manifestados basicamente na desilusão que sofrem quando o relacionamento se torna mais íntimo. Isso porque ainda esperam que o cônjuge corresponda aos sonhos de seres perfeitos, encantadores e, de quebra, com boa situação financeira.

Embora seja o sexo feminino o mais intenso nessas fantasias românticas, o que se observa é que a desilusão acontece igualmente no homem que se frustra ao perceber que não se casou com a mulher idealizada. Sempre bom lembrar que “ideal” corresponde ao pensamento, mas no cotidiano o que se desponta é a realidade.

O encantamento inicial cumpre seu objetivo de atração, mas para manter um relacionamento é preciso que se desenvolva o autoconhecimento e a compreensão. Um casamento feliz não acontece com a simples união de duas pessoas que se amam, apenas inicia-se assim. O fundamental é o esforço realizado por cada cônjuge no sentido de transformar as diferenças em favor de uma vida em comum que satisfaça a ambos. É nessa busca que o casal se aprimora e se realiza.

Pelo autoconhecimento nos colocamos aptos a traçar objetivos que realmente correspondam aos nossos desejos. Sem buscarmos a autoanalise, muito pouco saberemos do que somos, muito menos do que gostamos ou queremos ser. É dessa forma que os cônjuges muitas vezes caem no engano de exigir que o outro o faça feliz, transferindo uma responsabilidade que é unicamente sua. Quanto antes compreendermos e assumirmos a nossa própria capacidade de autorrealização, mais cedo transformaremos nossas vidas, nos fazendo aptos a relacionamentos inteligentes e felizes.

Quer fazer alguma coisa em favor do seu relacionamento? Busque conhecer melhor o seu cônjuge, estabeleça com ele uma comunicação sadia, pela qual você o compreenda até mesmo no que ele não diz. E mais: fale de si, diga o que sente com clareza, com calma, com discernimento, a fim de realmente traduzir suas emoções. Todo mundo deseja ser compreendido, mas poucos buscam se fazer compreender; permita que seu parceiro ou parceira conheça você.

Na busca de relacionamentos felizes é fundamental o autoconhecimento e a compreensão do outro!

O que é essencial nos bons relacionamentos2018-06-18T21:11:16+00:00
11 06, 2018

Sorte no amor é disposição para amar

2018-06-11T20:58:41+00:00

Suely Buriasco

Tenho observado uma frase divertida rodando pelas redes sociais: “O segredo para um bom relacionamento é: Beleza e Paciência. Se der certo: Beleza. Se não der: Paciência“. Por mais que pareça piada, infelizmente tem muita gente que parece levar isso muito a sério, entregando para a sorte o futuro de seu relacionamento. “Se der deu“, como se isso não envolvesse uma gama tão complexa de sentimentos e emoções.

Relacionamentos eficazes são construídos ao longo do tempo e não podem ser comparados a um jogo ou a qualquer coisa que se dependa da sorte. Um casamento não dá certo por acaso, e por casamento me refiro a toda união estável com perspectiva de continuidade, mas porque duas pessoas se empenham em harmonizar-se. Bom lembrar que até para ter sorte há que se ter competência; não existe mágica para que as coisas funcionem, existe manejo, trabalho e dedicação. Assim também o é para os relacionamentos.

O namoro é um período muito importante no qual os pares podem avaliar as possibilidades de uma vida em comum. Desde que, claro, haja o amadurecimento necessário para que o casal entenda e valoriza esse momento. Por isso o ideal é que o namoro dure tempo suficiente para que a paixão se equilibre e que ambos possam enxergar as diferenças, elaborando formas de e lidar pacificamente com elas.

Mas o namoro é também uma fase de encantamento que cumpre o papel de unir o casal em todas as etapas do relacionamento. Cultivar momentos de romantismo, diversão e alegria é uma forma muito prazerosa de manter o vigor da relação em qualquer tempo. Por isso é muito importante que desde o início o casal acostume-se a conversar, a ser sincero um com o outro, assim diante das dificuldades não formarão um ambiente psicológico de briga e acusações que impossibilitam a vontade de estar junto e namorar.

Reportar tudo isso à sorte é se colocar em risco de perder oportunidades incríveis de viver em cumplicidade, compartilhando a vida com quem se ama. Parafraseando a frase acima eu diria que os bons relacionamentos precisam sim de beleza e paciência – Beleza que os mantenha enamorados e paciência para cultivar a paz, a harmonia e a felicidade.

 

Sorte no amor é disposição para amar2018-06-11T20:58:41+00:00
4 06, 2018

Legitime o seu poder através da Mediação

2018-06-04T21:31:51+00:00

Suely Buriasco

É cultural essa questão de transferirmos para outra pessoa a responsabilidade pelo nosso bem-estar, essa concepção está tão arraigada que também outorgamos aos outros a autoridade de decisão sobre coisas que nos competem. Terceirizamos nossas dificuldades de forma a nos manter na zona de conforto, afinal se não estamos bem ou se as coisas não saíram da melhor maneira, a culpa nunca será nossa. E assim deixamos que a vida transcorra sem nos colocar de forma ativa diante dela.

A Mediação de Conflitos é uma quebra importante nesse paradigma social, pois ela nos chama a gerenciar nossas próprias dificuldades através de uma comunicação eficaz. Por isso, na prática da mediação o foco é nas pessoas envolvidas no problema, que são chamadas a narrar os fatos sobre a sua ótica, numa etapa importante para o desenvolvimento desse método de resolução de contendas. O objetivo é melhorar a comunicação e facilitar o possível acordo que apenas acontece como consequência do entendimento entre os envolvidos. Isso resulta dizer que mesmo não chegando a um acordo, a mediação alcança seus objetivos se as pessoas se tornam mais dispostas a buscar uma solução.

Quando estamos emocionalmente envolvidos em um conflito temos dificuldade em separar a emoção da razão, isso é natural, pois as emoções perturbam a mente. Com a facilitação através do trabalho do mediador, os interesses reais se sobrepõem e passamos a refletir de forma a encontrar respostas para as nossas próprias questões. A comunicação eficaz torna possível entender a situação por prismas diferentes e efetivamente encontrar formas satisfatórias de lidar com o conflito e, em muitos casos, solucioná-lo.

Na Mediação de Conflitos as partes interessadas se reúnem junto ao mediador para falar de suas dificuldades, por isso é muito importante a etapa em que as narrativas são feitas pelas próprias pessoas envolvidas. Recomenda-se esse procedimento para casais com dificuldade de diálogo, casados ou separados, familiares de forma geral, vizinhos, sócios em empresas, herdeiros, membros de equipes e toda forma de situação conflituosa. A mediação pode ser desenvolvida tanto no judiciário, como nos escritórios particulares e é sempre um processo sigiloso.

O fato é que através da mediação a pessoa pode legitimar o seu poder de agir em relação à própria vida e operar as transformações que deseja. O que a Mediação de Conflitos acredita é que você é a pessoa mais indicada para achar as soluções que busca, para tanto precisa apenas de alguém que facilite esse processo.

 

Legitime o seu poder através da Mediação2018-06-04T21:31:51+00:00
28 05, 2018

Desista de mudar os outros

2018-05-28T23:12:09+00:00

Suely Buriasco

Uma mãe me manda um e-mail desesperado, diz que é divorciada e vive só, não pode conviver com os dois filhos; o mais velho é casado, a nora não deixa que ele a procure e o mais novo vive com o pai que o proíbe de visitá-la. Eu lhe respondo:

De forma geral posso dizer que você não pode mudar os outros, então seria interessante analisar o que pode ser mudado em você para que o seu relacionamento com os filhos mude. Pense em estratégias que possam fazer seus filhos se aproximarem de você. Deixe de procurar culpados e opere as mudanças que você pode fazer, ou seja, em você mesmo.

Ela agradeceu minha atenção, mas disse que não adiantava fazer nada.

Esse é só um exemplo entre muitos que não nos cabe julgar, mas analisar visando nossa própria melhoria. Quando o ponto é reconhecer as próprias responsabilidades diante dos conflitos, algumas pessoas tendem a negar como se não houvesse nada a ser feito. É o tão famoso “não adianta”, para ocultar o receio e mesmo a falta de vontade para abordar outras possibilidades, até porque isso significa assumir o que lhe cabe na situação, já que ninguém entra em conflito sozinho.

Mas o fato é que você não pode mudar os outros, não pode fazer com que eles entendam as situações conforme o seu próprio entendimento, muito menos exigir que eles tomem qualquer medida que, a seu ver, resolveria o problema. Entretanto, você pode fazer muito pelo seu relacionamento com as pessoas, desde que assuma seus próprios erros e enganos, que respeite a maneira do outro ser e se manifestar e, finalmente, que se desfaça do orgulho exacerbado. Enquanto manter inflexível a sua posição, não admitindo outras formas de pensar e agir, você vai sofrer a ausência das pessoas que ama e viver a solidão dos intolerantes.

Não vale à pena sofrer e negar o sofrimento não livra você dele; a vida nos dá muitas oportunidades felizes, mas a maior delas é, sem dúvida, conviver com nossos afetos. Problemas nos relacionamentos são comuns e devem ser solucionados o quanto antes, para que as mágoas não causem ainda mais dor.

Portanto diante de conflitos no relacionamento deixe de gastar energia procurando culpados, julgando e condenando as pessoas. Pare de sofrer, foque no que você pode fazer e mude as suas atitudes. Afinal, você não precisa concordar com o outro ou agir da forma que ele quer; você só precisa respeitá-lo.

Pense: se você fizer a sua parte, no mínimo, a metade da questão já estará resolvida. É uma boa porcentagem, não acha?

Desista de mudar os outros2018-05-28T23:12:09+00:00
22 05, 2018

Bom Humor no Trabalho

2019-05-08T19:35:07+00:00

Suely Buriasco

Nos treinamentos que faço em empresas ainda me impressiona o número de pessoas que queixam do próprio mau humor, imagine! Então procuro levá-las a refletir sobre o quanto se sentem insatisfeitas com isso e como podem agir para mudar esse padrão emocional.

A irritação é uma emoção que varia de intensidade desde um simples desconforto até a fúria e, portanto, pode gerar grande confusão mental e descontrole emocional. O problema maior é quando a pessoa passa a reagir intensamente sobre algo que não tem essa devida proporção. Como se não bastasse, esse estado mental ainda costuma provocar outros sentimentos como ansiedade e agitação, além de alterações fisiológicas como tremor, falta de ar, dor muscular, coração acelerado, etc. Até certo ponto é possível controlar-se sozinho, mas quando a pessoa não se sente capaz, quanto antes procurar ajuda especializada melhor.

Normalmente as pessoas que manifestam irritação relatam que os fatores externos são predominantemente os responsáveis por esse sentimento negativo. Procuro, então, levá-las a entender que os acontecimentos em si não são justificativas para o mau humor e que, na verdade, não são os outros que nos irritam, mas nós que nos irritamos com as pessoas. A conscientização de que temos o controle sobre a maneira como acatamos as situações nos leva a pensar em novas formas emocionais e atitudes.

Bom lembrar que as pessoas só fazem conosco aquilo que permitimos. Assim, não é o colega folgado, nem mesmo o chefe “cricri” que irrita você e sim o que você permite que o afete nas atitudes deles. Mas qual a razão pela qual você se deixar afetar? Essa é uma reflexão individual que pode somar muito no processo de autoconhecimento; fundamental para operar as transformações íntimas necessárias para viver melhor e mais saudável. O fato é que geralmente passamos o maior tempo de nossos dias no ambiente de trabalho e, portanto, manter bons relacionamentos é essencial e isso só será possível com muito bom humor.

Algumas dicas podem ser úteis para manter o bom humor no trabalho:

1- Faça alguns alongamentos, acompanhados com exercícios de respiração, isso provocará uma sensação de relaxamento.

2- Foque o pensamento na situação presente, sem resgatar mágoas passadas que intensificam o problema.

3- Analise se a situação tem real importância, isso evitará que você se aborreça com coisas que não fazem nenhuma diferença na sua vida.

4- Busque desenvolver a assertividade, objetividade e discrição; assim evitará intromissões negativas e os famosos “mexericos”.

Por fim, bom ter em mente que as atitudes alheias não têm o poder de mudar as suas próprias atitudes, portanto, não há razão para preocupar-se tanto com os outros e suas opiniões. Todos merecem seu respeito; inclusive e principalmente; você mesmo!

Bom Humor no Trabalho2019-05-08T19:35:07+00:00
15 05, 2018

Mudar é preciso

2018-05-15T01:57:44+00:00

Suely Buriasco

Quem nunca se sentiu resistente às mudanças que atire a primeira pedra. Mudar causa transtornos, não só nas nossas vidas, como também na vida dos outros. Tente agir ou se manifestar de forma incomum para ver o quanto chamará a atenção de todos ao seu redor? E, se isso desgostar alguém, pode esperar pelos julgamentos, condenações etc e tal. Tem um dito popular que diz mais ou menos assim: “É incrível como as pessoas se ressentem quando você deixa de fazer o que elas querem”.

Algumas são mais abertas ao inédito, outras mais contidas, mas o fato é que as mudanças fazem parte da vida de qualquer pessoa e deveriam ser vistas sempre de forma positiva. Ninguém cresce sem sair da zona de conforto para enfrentar e superar dificuldades, portanto muito cuidado com a Síndrome da Gabriela: “eu nasci assim, eu cresci assim, sou mesmo assim e serei sempre assim”.

Tentar conter mudanças é inútil; cedo ou tarde as coisas sairão de controle e se você não se adaptar, tudo ficará mais difícil. Daí tantas pessoas chatas, rabugentas que só sabem reclamar de tudo; na resistência por mudanças preferem assumir o papel de vítimas do mundo, terceirizando suas responsabilidades. Tudo na natureza é essencialmente mutável, não poderia ser diferente conosco, somos seres em processo evolutivo.

Assim se você tem ouvido coisas do tipo: “não estou reconhecendo você” ou “você não é mais a mesma pessoa”, parabéns, você está fluindo com a vida e não simplesmente existindo. Não se sinta culpado se as pessoas ao seu redor não compreendem a sua ânsia de transpor suas próprias barreiras e se realizar. Não se boicote por conta das opiniões e julgamentos alheios, busque em você mesmo a aceitação de que está agindo como considera certo. A sua consciência provocará a satisfação que você precisa.

Dê a sua compreensão aos que ainda não entenderam o seu processo de mudança, certamente elas necessitam de tempo para buscar o mesmo em suas vidas. Não se deixe abater se em algum momento você se sentir só, lembre-se que as maiores transformações passam pelo caos. Busque forças nas próprias convicções e segue a sua rota com vistas ao que procura; se por esse caminho você encontrar alguns de seus afetos será muito bom, mas lembre-se que cada um têm o direito a sua própria escolha.

Seja paciente e gentil, mas não viva para agradar aos outros, lembre-se de que você é a única pessoa responsável pela sua própria vida. Então, viva!

Mudar é preciso2018-05-15T01:57:44+00:00
8 05, 2018

Mãe – Amor que supera imperfeições

2018-05-08T23:58:49+00:00

Suely Buriasco

Se para você mãe é tudo igual é melhor rever os seus conceitos. E, além de mãe não ser tudo igual e tenho outra notícia, nem mesmo são perfeitas.

As diferenças entre as mães refletem na forma de educar os filhos e, consequentemente, na forma com que eles se comportam.

E aqui não estamos julgando o certo e o errado, mas, a partir do momento em que uma pessoa se conhece, percebe suas qualidades e defeitos, ela é inicia transformações que deixam a vida mais leve e feliz.

Listei à seguir alguns estilos de mães:

 

1- Mãe Superprotetora: Se puder coloca o filho numa redoma de vidro; faz tudo por ele. Esse tipo de mãe costuma criar filhos inseguros e incapazes de resolver os próprios problemas.

2- Mãe Autoritária: Gosta de tudo perfeito, vive chamando atenção do filho por exigir comportamento maduro e impecável. Filhos de mães autoritárias podem igualmente desenvolver insegurança, pois, o medo faz parte de sua educação.

3- Mãe Permissiva: Deixa o filho fazer o quer e diante de uma birra ou falta de educação apenas sorri tímida. Essa forma de educação pode ser muito prejudicial aos filhos que acabam tendo que aprender de forma sofrida que os outros também têm direitos.

4- Mãe Ausente: Dedica pouco tempo ao filho, estando sempre ocupada com o trabalho. Talvez por ter que lidar com muitos problemas, prefere se envolver o mínimo possível com os filhos. Isso pode gerar inúmeros desacertos na vida do filho por não ter a presença materna norteando seus passos.

5- Mãe Dona da verdade: Jamais dá razão ao filho. Suas opiniões têm que prevalecer sempre, não ouve e, portanto, não desenvolve diálogo com o filho. Esse tipo de mãe pode gerar filhos sem poder de decisão e com baixa autoestima.

 

As mães podem não ser perfeitas como as cantadas em prosa e verso, mas no fundo o que elas querem é o melhor para os seus filhos, mesmo nem sempre sabendo como manifestar.

Independentemente de como seja a sua mãe, saiba valorizá-la, compreendê-la e amá-la! E você mãe, independente dos seus erros ou acertos, não se culpe, o amor supera defeitos e imperfeições e é tudo o que mais importa.

Mãe – Amor que supera imperfeições2018-05-08T23:58:49+00:00
2 05, 2018

Rede Social – Dicas para utilizar com sabedoria

2018-05-02T22:02:43+00:00

A comunicação através das redes sociais domina cada dia mais o nosso cotidiano. Até o email tem se tornado obsoleto sendo substituído pelo whatsApp.

Por ser uma forma de comunicação que até um tempo atrás não fazia parte do nosso dia a dia, é comum a sua utilização de forma desastrada. Algumas postagens já causaram, inclusive, a demissão de colaboradores de empresas.

Toda atenção é pouco para se precaver e evitar que o mal uso da tecnologia, principalmente no ambiente de trabalho, lhe cause prejuízos.

Algumas dicas importantes:

1- O grupo de whatsapp da empresa só deve ser utilizado para fins profissionais. Por isso nada de mensagens de bom dia, boa tarde, boa noite. Jamais utilize a ferramenta para fazer piadas, falar mal de algum companheiro de trabalho. A comunicação através dessa ferramenta deve ser objetiva, sucinta e não pode causar constrangimento.
Por mais que hoje em dia o whatsapp permita que você apague uma postagem, preste muita atenção antes de escrever ou enviar fotos para não encaminhar ao grupo errado e causar problemas.

2- A exposição pessoal tornou-se comum nas redes sociais e não é tarefa fácil manter o mínimo de privacidade. Muitos profissionais já foram prejudicados por postagens com comentários sobre política, economia, até futebol. Assim, toda a cautela é recomendada. O correto é manter uma postura apropriada que não traga prejuízo profissional.

3- Muitos erros cometidos nas postagens em redes sociais poderiam ser evitados se as pessoas pensassem um pouco mais antes de escrever e postar fotos.
Por isso jamais utilize as redes sociais para:

  • Fazer comentários sobre o trabalho, os colegas, o chefe ou qualquer pessoa ligada à corporação, incluindo clientes e parceiros
  • Reclamar da rotina profissional, do trabalho ou de qualquer afazer na empresa.
  • Utilizar vocabulário chulo ou inadequado.

4- Toda empresa que se achar prejudicada por uma postagem nas redes sociais pode tomar providências jurídicas contra quem escreveu, se a mesma for vista como prejudicial a sua imagem. Existem casos de processos e demissões por esses motivos. Por isso cautela.

Antes de reclamar, ou escrever qualquer comentário nas redes sociais vale à pena refletir para evitar prejuízos à sua imagem. A sua página na rede é particular, mas lembre-se que a rede é pública. Bom senso é sempre a melhor opção.

Suely Buriasco é mediadora de conflitos, educadora com MBA em Gestão Estratégica de Pessoas.

Rede Social – Dicas para utilizar com sabedoria2018-05-02T22:02:43+00:00
23 04, 2018

Amadurecer e evoluir com as perdas

2018-04-23T23:46:12+00:00

Suely Buriasco

Existe uma expressão que diz “Quando penso que sei todas as respostas, a vida vai e muda as perguntas”; e é assim mesmo, quando menos esperamos tudo muda e as coisas tomam rumo muito diferente. Assim o é quando nos deparamos com as perdas, afinal nunca contamos com elas, não é mesmo? Perda da saúde, de entes queridos por morte ou separação, de confiança, de emprego, de sossego… Isso em relação a nós mesmos como também às pessoas que convivem conosco. Acontecimentos assim burlam nossos planos e são capazes de provocar grande insegurança, tristeza e desarmonia.

Mas o fato é que não se pode fugir das intemperanças e todos passam por momentos assim; a vida não obedece aos nossos planos e, não raras vezes, precisamos nos adequar às novas realidades. Lidar com perdas é uma das grandes dificuldades do ser humano, no entanto elas estão sempre acontecendo, fazendo parte da vida de casa um. O mais sábio, pois, e encarar a superação como um desafio constante e poderoso, capaz de nos mostrar novas oportunidades e meios diferentes de reencontrar o equilíbrio de nossas emoções. Fazer dos reveses alavanca que nos faça abandonar a zona de conforto e ir ao encontro de possibilidades diferentes é o que promove amadurecimento e evolução.

Facilita encontrar a superação quando entendemos que nada é eterno, tudo é passageiro e momentâneo, exceto nossa alma. É primordial, pois, nos livrar do apego, do desejo de manter tudo e todos. É preciso encarar a realidade de que um dia as situações e, até mesmo as pessoas se transformam e, por mais doloroso que isso possa ser, precisamos aceitar e reformular nossas vidas a partir disso. A aceitação e consequente adaptação faz parte do entendimento de que não tem mais jeito, que ocorreu mesmo a perda e a vida precisa continuar. Não estou dizendo que seja simples, longe disso; estou afirmando que é possível e que essa é, ainda, a forma menos dolorosa de encarar os fatos.

Independente de qual seja a perda que você vivência nesse momento, lembre-se de manter a serenidade, não permitindo que o abalo seja ainda maior, dominando a sua mente. Procure equilibrar suas emoções de forma a aceitar o que não pode mudar e seguir em frente levando o aprendizado que certamente o fará mais forte diante dos torvelinos da vida. Encare a doença, a separação, o fim e qualquer revés como oportunidade de reflexão e mudança; certamente isso fará de você uma pessoa mais madura e preparada para a vida em toda a sua complexidade. Afinal, existem muitas alegrias a serem vivenciadas que não podem ser desvalorizadas ou preteridas.

 

Amadurecer e evoluir com as perdas2018-04-23T23:46:12+00:00
16 04, 2018

Como não se contaminar pela agressividade

2018-04-16T14:34:49+00:00

Suely Buriasco

É impressionante como algumas pessoas parecem viver no limite, por nada se sentem rejeitadas e, pior, com direito de agredir. A impaciência parece tomar conta e as relações sofrem muito pela forma violenta como algumas pessoas têm se tratado. Diante de qualquer adversidade muitos indivíduos parecem perder o domínio de si mesmos e se comportam como irracionais.

E não me refiro apenas aos grandes surtos que se transformam em crimes, também no dia a dia a violência tem sido cada vez mais comum e se confunde com a vulgaridade e falta de educação. Algumas pessoas parecem estar armadas contra tudo e todos e basta um pretexto para exalarem seu amargor.

Não é difícil apontar exemplos; você escreve algo nas redes sociais, a sua opinião ou visão sobre um assunto e imediatamente surgem comentários agressivos, muitas vezes ofensivos. Isso sem falar nas brigas de trânsito que causam xingamentos, agressões físicas e nos casos mais extremos leva a morte.

A agressividade e a impaciência, infelizmente, parecem dominar a rotina de muitas pessoas.

Grosseria, explosões emocionais e ira não se justificam e precisam ser controlados. Se você identifica essas reações na sua vida é importante trazer a nível racional para entender que isso além de não resolver problemas, ainda cria outros muito maiores.

Pensemos em algumas dicas que podem ajudar você a manter a calma:

1- Antes de se sentir ofendido por alguém o ideal é conferir se a pessoa quis dizer o que você entendeu.

2- Com familiares e pessoas próximas busque sempre a boa e velha conversa para resolver questões e evitar desentendimentos.

3- Dê o valor real para as coisas; não se incomode com o que não vale a pena e não permita que ações negativas dos outros perturbem você.

4- Interrompa o círculo da agressividade; não revide, não leve adiante e, muito menos, desconte nos outros a agressão recebida.

5- Mesmo que você esteja vivendo momentos difíceis, lembre-se que a simpatia, gentileza e cortesia fazem bem primeiramente para quem pratica. E de mais a mais, criar conflitos e antipatias não vai ajudar em nada.

Seguindo essas dicas certamente você se sentirá mais seguro para focar nas soluções. Vamos lembrar que bom senso nunca fez mal a ninguém e paciência também é questão de educação!

 

Como não se contaminar pela agressividade2018-04-16T14:34:49+00:00
8 04, 2018

Ser feliz é mais fácil do que parece

2018-04-08T22:25:59+00:00

Suely Buriasco

Nos treinamentos que faço, nos e-mails que recebo e mesmo na convivência com outras pessoas percebo o quanto é difícil simplificar as coisas em prol de se sentir feliz. Tudo parece tão intenso e cansativo, muitas vezes até dramático e as pessoas seguem suas vidas tão distraídas, que parecem não se dar conta de que vivem momentos únicos, afinal, o tempo não volta. Pior ainda é a culpa ao caírem em si e perceberem que para muitos erros não há conserto e é preciso encarar as consequências, porque essas sempre recaem a quem por elas é responsável.

Claro que relacionamentos não são fáceis e, muitas vezes, são mesmo extremamente difíceis, até porque o ser humano é muito complexo. Se pensarmos que não existe nesse planeta uma só pessoa que pense da mesma forma, podemos compreender a tamanha complexidade da convivência. Algumas afinidades aqui, outras ali, mas de todo as diferenças são sempre mais expressivas, até porque é o que nos chama mais atenção. O que muitas vezes não percebo é a conscientização das pessoas de que ter bons relacionamentos é sempre muito mais gratificante.

Nesse sentido vale alguns lembretes:

1- Aceite diferenças

Simples assim, ou melhor, complicado assim, que seja! O fato é que as diferenças fazem parte da vida e aceitá-las é abrir campo para novas possibilidades, tanto para ampliar conhecimentos, como para desenvolver maior compreensão.

2- Você não precisa ter razão sempre

É um grande alívio não precisar estar certo o tempo todo; provar que tem razão é um grande desperdício de energia. Muitas vezes o melhor a fazer é seguir com sua própria opinião e deixar que as pessoas pensem como desejam.

3- Priorize e releve

Nem tudo precisa ser levado “a ferro e fogo”, vale priorizar preocupações e se importar somente com o que realmente é necessário. Releve situações que não merecem a sua afetação.

Ser feliz, sem dúvida, exige grande esforço e um dos maiores é equilibrar o orgulho, mas quem já experimentou a recompensa, certamente, entende o quanto vale à pena, afinal qual o ganho de quem cultiva mágoa ou tristeza?

Pense nisso!

Ser feliz é mais fácil do que parece2018-04-08T22:25:59+00:00
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