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25 10, 2020

Como se sentir mais livre e feliz?

2020-10-25T21:12:31+00:00

A liberdade é uma aspiração inata ao ser humano, não há como se sentir pleno sem se sentir livre. Num mundo onde as pressões se avolumam e as pessoas, muitas vezes, se sentem sufocadas, pode parecer um paradoxo a busca do bem estar. No entanto, é totalmente possível, mesmo diante das pressões do dia a dia, experimentar a serenidade de se sentir livre.

 

Alguns comportamentos fazem toda a diferença no bem estar que podemos desenvolver em nossas vidas. Pensemos em alguns:

 

Pare de se preocupar com que os outros pensam

Acreditando que o melhor é não entrar em conflito com os outros, muitas vezes, entramos em conflito conosco mesmo. Dizer “sim” quando na verdade queremos dizer “não” é um exemplo disso. Se você identifica esse comportamento em sua vida vale dar mais atenção para a sua autoestima, normalmente isso tem a ver com medo da rejeição, com a questão de ser aceito. Viver preocupado com o que os outros vão pensar é um erro que custa a nossa liberdade e, consequentemente, o nosso bem estar.

 

Ame a si mesmo

Aceite-se como você é. É libertador aceitar o corpo e mente que temos, não lute contra a si mesmo. Procure melhorar sempre, mas não se esqueça de valorizar o que você tem e, principalmente, quem você é. A autoestima tem muito a ver com nossos valores. Não se limite!

 

Seja verdadeiro consigo mesmo

Sentimo-nos livres quando agimos de conformidade com as nossas próprias convicções. Deixe de lado as expectativas dos outros, não aceite pressões, honre seus próprios objetivos e aspirações. Concentre-se em seus valores e participe de atividades que estejam alinhadas com o que, realmente, é mais importante para você.

 

Mantenha o bom humor

A vida não escraviza ninguém, mas muitos se sentem presos pelas dificuldades que experimentam. Quando você privilegia o lado bom, deixa de reclamar e passa a agradecer. As situações parecem menos perturbadoras quando a vemos com bom humor. Rir de si mesmo e dos absurdos que lhe cercam coloca uma barreira saudável entre as situações e a sua percepção do que está acontecendo. Isso é libertador!

 

Pense na vida de forma mais ampla, tudo passa e os bons momentos é que merecem ênfase. Vivencie pensamentos mais positivos e mantenha a mente aberta. Quanto mais psicologicamente flexível você for, mais livre se sentirá.

Como se sentir mais livre e feliz?2020-10-25T21:12:31+00:00
14 09, 2020

3 passos para o SUCESSO

2020-09-14T21:45:37+00:00

Todo mundo anseia por sucesso tanto profissional, como pessoal. Ter um bom trabalho que renda dinheiro e satisfação, ter relacionamentos saudáveis e agradáveis, realizar sonhos… No entanto, se você observar com atenção verá que muitas pessoas apenas deixam a vida passar, não se concentram em nada, totalmente acomodadas em suas rotinas desmotivadoras. Demonstram insatisfação, muitas se sentem vítimas e se lamentam, mas nada fazem para mudar essa situação. O que eu tenho a dizer é: não sirva a essa estatística, não se acomode, mude o que precisa ser mudado.

 

O processo de mudança inclui autoconhecimento e evolução pessoal. É fundamental que você olhe para si mesmo e compreenda o que quer da própria vida. Eu costumo perguntar aos meus clientes qual o propósito de suas vidas e muitos têm grande dificuldade para responder. As pessoas não estão acostumadas a pensar e falar de si mesmo.  Pois é por aí que precisamos começar, não dá para esperar que o sucesso nos bata à porta.

 

Tomada de Consciência

O primeiro passo para a mudança é tomar consciência sobre si mesmo e, então, sobre o que precisa ser mudado. Você já sabe que está insatisfeito, agora precisa determinar o que lhe causa esse sentimento: o que afeta negativamente a sua vida, o que o impede de focar em seus sonhos, o que limita você para suas realizações. Ter essa consciência é essencial no processo de mudança ou você vai continuar achando que a culpa por sua insatisfação é dos outros ou das circunstâncias e, claro, vai continuar desgostoso.

 

Vontade

O segundo passo é desenvolver força de vontade para operar as mudanças necessárias. Parece simples, mas não é. O ser humano, de forma geral, tem dificuldade de sair da zona de conforto e enfrentar situações inusitadas. Mesmo insatisfeito tem receio de inovar e se sente muito inseguro diante do inédito. É preciso romper essa barreira mental, substituindo crenças negativas sobre si mesmo e a vida. A busca de melhoria funciona como uma força motora que nos empurra para frente.

 

Persistência

Se você tiver consciência do que precisa mudar, ter disposição para isso, mas não persistir diante das dificuldades, então suas frustrações serão cada vez maiores. Persistir é acreditar em si mesmo, assumir o poder diante da própria vida. É saber que você pode transformar em realidade seus objetivos com disposição e autoconfiança. É crer na força de seus desejos e insistir por realizá-los.

 

A grande armadilha da mudança é a falta de comprometimento com as próprias decisões. Não caia nessa: você decide; você faz!

3 passos para o SUCESSO2020-09-14T21:45:37+00:00
16 08, 2020

A Humildade é a base das Virtudes

2020-08-16T17:38:41+00:00

A virtude em seu mais alto grau é o conjunto de todas as qualidades essenciais que constituem o ser humano de bem. Importante lembrar que não é virtuoso quem ostenta suas supostas virtudes, aquele que se nomeia o certo, o conhecedor da verdade, pois falta a ele a qualidade principal: a modéstia, e apresenta o vício que mais se lhe opõe: o orgulho.

A virtude não gosta de alardes, mantém-se oculta e foge da admiração humana. O virtuoso age de conformidade com suas inspirações e pratica o bem com desinteresse. O virtuoso não deseja externar as próprias qualidades e nem se apresenta como modelo a ser seguido. Também se exime de julgar seu semelhante. É paciente e benevolente com as concepções alheias, pois, as respeita independentemente de concordar com elas. Tem o dever como uma obrigação moral e o desempenha com exatidão, ainda que esse esteja em antagonismo com as seduções de seus interesses imediatos, permanecendo inflexível diante das tentações.

O bom desempenho das obrigações morais reflete as virtudes alcançadas, pois o dever é o resumo prático de todas as especulações morais. A virtude é fruto da sinceridade do coração e da espontaneidade da alma, não pode assim ser forçada e muito menos dissimulada. Lembremos de que o axioma “mais vale pouca virtude com modéstia, do que muita com orgulho” é verdadeiro e sempre oportuno para nossas reflexões.

Diante de nossas imperfeições podemos até achar grande dificuldade em nos tornar pessoas virtuosas. No entanto, essa visão deve ter o sentido de desafio, ou seja, de incentivo, afinal, pode até ser difícil, mas nunca impossível e, sem dúvida, extremamente compensador. Todos somos capazes de cultivar virtudes, basta que nos empenhemos nisso com muita vontade e determinação.

Depende de cada um o desenvolvimento de valores morais. Quando vencemos paulatinamente nossos empecilhos evolutivos tornamo-nos mais fortes pela satisfação que sentimos e passamos a desejar com maior intensidade estar entre as pessoas que já se qualificam moralmente a ser chamadas virtuosas.

A Humildade é a base das Virtudes2020-08-16T17:38:41+00:00
31 07, 2020

Você é um bom pai?

2020-08-01T03:03:00+00:00

O papel dos pais tem mudado muito em nossa sociedade; hoje é possível observar que fazem questão de participar de forma ativa na educação e cuidados com os filhos. Claro que não existe pai perfeito, mas algumas atitudes são fundamentais.

Presença é mais que proximidade

Não se trata apenas de estar junto, mas acompanhar e participar da vida do seu filho, construindo elos de confiança e afetividade. Carinho, atenção são essenciais e contribuem para efetivar uma relação amorosa entre você e ele.

Ser autoritário não, ter autoridade sim

Não se trata de ser autoritário, mas de ter autoridade. É importante manter o poder paterno que faculta, entre outras coisas, a segurança que sua criança precisa. A relação afetiva e amigável com o seu filho não deve fazer com que você se torne excessivamente permissivo.

O exemplo é o que se impõe

Como todo educador, o pai deve estar atento aos exemplos que transmite. Bom lembrar que um bom pai é, necessariamente, um bom homem, um bom cidadão. Suas ações sempre serão muito mais efetivas do que suas palavras. O que você fala para seu filho é tido como certo; se você fala e não age, ele perderá a confiança em você.

Diálogo é construção de amor

Desde as primeiras fases da vida de seu filho acostume-se a falar com ele, assim, conforme ele cresce, cria o hábito de conversar com você. Elogie mais e critique menos. Dando ênfase ao que seu filho faz de bom você o tornará mais acessível quando precisar ouvir críticas. Pais que só criticam criam barreiras, muitas vezes intransponíveis, entre eles e os filhos.

Autenticidade é fonte de respeito

É essencial que seu filho reconheça a sinceridade em seus atos e palavras. Mesmo que possa parecer duro em algumas situações, a sua autenticidade fará de você um pai respeitado e justo. Assim, quando errar, peça desculpas, exemplifique humildade. Dessa forma ele crescerá sabendo que você pode errar, mas aceita isso e busca se redimir.

Algumas situações na vida não podem ser mudadas, não importa quanto você se esforce. O importante é que seu filho perceba que você procura sempre dar o melhor de si por amor a ele.

Espero que você possa responder “sim” à pergunta do título e que, então, tenha um Feliz Dia dos Pais!

Você é um bom pai?2020-08-01T03:03:00+00:00
26 07, 2020

A Fábula do Porco-espinho

2020-07-26T20:34:09+00:00

Conta-se uma história que no norte do planeta, durante um inverno rigoroso, vários animais para não morrer de frio se juntavam em bandos a fim de aquecer-se. O mesmo aconteceu com os porcos-espinhos, entretanto, diante da proximidade com os de sua espécie, acabavam machucando uns aos outros.  Alguns resolveram se separar; mas que triste idéia! Isolados morreram congelados. Os que se dispuseram a estar juntos passaram a ter cuidado para não machucar seus companheiros e sobreviveram ao frio. Usando de uma analogia bastante simples é possível refletir sobre nós, seres humanos, que ao interagir com nossos semelhantes acabamos, muitas vezes, nos ferindo mutuamente. Nossos “espinhos” podem até não serem tão visíveis quanto os do animal da história, mas não provocam menos estragos; refiro-me às imperfeições humanas.

Somos seres sociais, necessitamos, pois, do convívio com os nossos iguais a fim de progredirmos. Tanto é assim que um bebê humano é totalmente dependente, todo o seu desenvolvimento, desde o básico de falar e andar, por exemplo, é fruto do convívio com os mais velhos. Quando adultos além da dependência emocional, precisamos de outras pessoas que sequer conhecemos, afinal alguém trabalhou para que estivéssemos vestidos, calçados, tivéssemos um lugar para morar e tantas outras coisas que muitas vezes fazemos uso sem lembrar que nos foi propiciado pelo trabalho humano. Somos inegavelmente dependentes uns dos outros, mas, na prática, parece que nos esquecemos disso.

Não entendemos ainda essa nossa necessidade de vivermos em grupo. Mesmo nas famílias, as células da sociedade, as dificuldades de relacionamento se avolumam. Tudo porque não tomamos o devido cuidado para que nossos desajustes não provoquem sofrimento no próximo. Cheios de razão, optamos sempre por apontar o “espinho” alheio e as feridas que portamos; mas esquecemos de olhar as chagas que provocamos no outro. Enquanto agirmos dessa forma continuaremos disseminando a dor e o desconforto para nós mesmos e para nossos semelhantes. Por consequência nos sentiremos sozinhos e infelizes, correndo grave risco de não sobreviver ao “inverno” de nossas vidas.

Sejamos inteligentes e nos unamos para superar o frio moral que vem alastrando nosso mundo. Cuidemos, cada um, para que nossos “espinhos” não provoquem mais danos em nossa sociedade.

A Fábula do Porco-espinho2020-07-26T20:34:09+00:00
21 06, 2020

Ostra Feliz não faz Pérola

2020-06-21T22:53:16+00:00

Adoro ler Rubem Alves e seu livro “Ostra feliz não faz pérola” é um dos meus prediletos. Não é a primeira vez que escrevo sobre ele, penso que vivemos um momento muito oportuno para as suas reflexões.
A pérola não é natural na ostra, na verdade é um tipo de mutação que ocorre quando um grão de areia entra na cavidade daquele molusco. É um corpo estranho e a ostra o rejeita envolvendo-o com uma substância que se solidifica de forma lisa e arredondada que conhecemos como pérola e que é muito valiosa. Na visão do poeta esse grão de areia causa dor à ostra e ela pensa: “Preciso envolver essa areia pontiaguda que me machuca com uma esfera lisa que lhe tire as pontas…” Daí o título do livro.
Penso na dor que nos acomete como sendo também um corpo estranho porque acredito que a natureza humana é feliz e acho brilhante a comparação de Rubem Alves: “Pessoas felizes não sentem necessidade de criar”.
Quando é que saímos da área de conforto, nos impulsionando para criar novas alternativas? Não é quando algo nos provoca, nos assusta ou causa dor? É por isso que as nossas maiores realizações acontecem quando estamos em conflito, quando precisamos superar dificuldades e criar opções diferentes. Dificilmente alguém que se sinta bem quer avançar sabendo que enfrentará desafios. Não dizem que “time que está ganhando não se mexe”? E é assim também que muitos perdem a oportunidade de crescer pessoalmente e profissionalmente, ficando estagnados.
Transformar nossas dificuldades em pérolas é aproveitar da dor para conquistar ganhos muito maiores. É inovar-se; é reinventar-se! A natureza é toda mutável e assim também nós, seres humanos, podemos ser mais flexíveis e desafiadores. Usar de nossa inteligência para criar novos conceitos, formas mais dignas de viver e inspirar nossos semelhantes.
Ostra feliz não faz pérola, segundo o autor, representa as suas próprias areias pontiagudas que o machucam; “para livrar da dor, escrevi”. Mas é, sobretudo, uma doce inspiração para todos os que se sentem machucados pelas arestas da vida a encontrar a sua própria fórmula de produzir uma preciosidade a partir delas.
Além de deixar de sofrer, ainda merecerão a joia. E o que pode ser mais valioso na vida que a superação de si mesmo?

Ostra Feliz não faz Pérola2020-06-21T22:53:16+00:00
3 06, 2020

Seminário – Federação para a Paz Universal

2020-06-03T21:58:24+00:00

Participei essa tarde de um seminário on-line organizado pela Federação para a Paz Universal (UPF) sobre a Pandemia do COVID 19. O Webinar contou com a participação de sete palestrantes e a mediação do Dr Simon Ferabolli, presidente da UPF no Brasil e na América Latina. Participantes de mais de vinte países marcaram presença e puderam refletir sobre tão delicado tema que interessa a todos.

O conteúdo foi muito abrangente, mas gostaria de transmitir aos amigos algumas considerações. O mundo contemporâneo vai se dividir entre antes e depois dessa Pandemia. Fomos pegos em cheio e de forma surpreendente por uma doença que é mundial e que, assim, precisa ser enfrentada mundialmente. Não há saída se cada país quiser tomar medidas e protocolos individuais. É preciso um entendimento coletivo e as Nações Unidas são o instrumento para isso.

Momento de colocarmos a vida em supremacia e nos unir para os efeitos do necessário isolamento social. Importante a compreensão de que não é o isolamento que afeta a economia e sim a pandemia. E os governos precisarão lidar com isso. A pobreza se intensificará, os níveis de desemprego tomarão níveis extremamente altos e é preciso que haja planejamento sério e efetivo para a retomada do desenvolvimento.

Gratificante participar de um evento que trouxe informações seguras sobre o efeito da pandemia no mundo, que não é nada bom, mas, ao mesmo tempo, demonstrou otimismo e grande possibilidade de superação. Até porque otimismo não tem a ver com negacionismo; não se supera aquilo que se nega.

Valores universais de união entre os povos foram amplamente citados pelos palestrantes como forma de superar em menos tempo e com menores perdas essa crise.

Ficou a mensagem:

“É tempo de estar fisicamente separados, mas espiritualmente unidos. Se vamos nos contaminar com algo que seja com Fé, Esperança, Paz e Amor”.

Muito grata ao Dr. Dr Simon Ferabolli e a querida Eliza Ferreira por esse convite que considero um presente. Deus abençoe vocês e ao mundo inteiro! #UPF #EmbaixadoradaPaz #suelyburiasco

Seminário – Federação para a Paz Universal2020-06-03T21:58:24+00:00
17 05, 2020

A esperança não pode morrer

2020-05-17T23:26:17+00:00

Mário Sérgio Cortella, teólogo, filósofo e professor lembra a importância de entender esperança como sendo do verbo esperançar e não do verbo esperar. O verbo esperançar significa “levantar-se e ir atrás; agir; construir alternativas e soluções; levar adiante uma ideia, um projeto; nunca desistir”. Esperançar é almejar, sonhar, agir, buscar. É, na verdade, o contrário de esperar, apesar de muitos confundirem.

 

O mínimo que precisamos é saber que esperamos por algo de importância para a nossa vida e, o máximo, é quando vivemos para fazer isso acontecer. Abrimos nossos olhos a cada dia porque temos esperança, vislumbramos oportunidade de novas possibilidades. Se há algo que não se pode perder jamais é a esperança.

 

Assim, em momentos de dificuldade vale usar de algumas estratégias para manter a esperança em alta:

 

Considere as coisas incríveis que você já fez

Ninguém está sempre bem humorado, muito menos diante de dificuldades. Lembrar do que você já superou e conseguiu transformar na sua vida é uma forma de criar mecanismos de enfrentamento que, certamente, o colocarão em posição de focar nas possíveis soluções.

 

Cerque-se de otimismo

Se você tem um problema tudo o que não precisa é de pensamentos desfavoráveis ou pessoas negativas que, certamente, inflexibilizarão a sua iniciativa de enfrentamento. Substitua reclamações, não se permita o papel de vítima e afaste-se das “âncoras”, seja pessoas ou situações. Procure manter-se informado da realidade, não para se influenciar, mas para conhecer o que vai superar.

 

Busque apoio na fé

A fé pode ser uma grande fonte de inspiração, se não a maior. Se você acredita em Deus encontre esperança numa oração sincera, dedique-se a ações que o façam se sentir mais próximo Dele. Ter fé em uma Divindade facilita acreditar em você mesmo, na sua própria capacidade. A confiança em Deus promove a confiança em si mesmo.

 

Seja corajoso

Manter a esperança exige coragem para agir, para enfrentar. O medo é natural diante das dificuldades que nos desafiam, corajoso é quem o enfrenta, afastando o pânico, esse sim sempre nefasto. O medo é uma emoção positiva no sentido que nos deixa alerta ao perigo, a coragem faz nascer a certeza de que é possível vencer.

 

Se você quer manter a esperança em sua vida só tem que se aliar a ela, procurando o lado bom de todas as situações e agindo por um bem maior. Esperança é acreditar e agir!

 

Suely Buriasco

Mediação de Conflitos e Coaching

A esperança não pode morrer2020-05-17T23:26:17+00:00
11 05, 2020

Fé como alavanca de superação

2020-05-17T23:28:12+00:00

Pela etimologia, a palavra fé tem origem no Grego “pistia” que indica a noção de acreditar e no Latim “fides“, que remete para uma atitude de fidelidade. Trata-se do acreditar em algo, ou em alguém, sem qualquer tipo de prova ou critério objetivo de verificação. Ter fé é acreditar pela absoluta confiança que depositamos nessa ideia ou fonte de transmissão. Também significa esperança que, independente do que aconteça, tudo pode ser superado.

 

No contexto religioso a fé está aliada na aceitação absoluta dos princípios difundidos por determinada religião e na existência de uma divindade. Todavia, existem pessoas que não se dedicam a nenhum tipo de religião, mas são pessoas de fé. Ou seja, não acreditam em postulados, mas creem em uma força extrafísica e em atitudes que condizem com suas próprias crenças. Há pessoas, ainda, que rejeitam as divindades ou outros seres sobrenaturais. Estes não possuem a fé religiosa, o que não os impede de desenvolver esse atributo de outras formas. A fé está intimamente ligada a confiança, por isso ela pode ser concebida também fora do ambiente religioso.

 

Entender a fé de forma mais ampla nos credencia a relacionamentos harmônicos, afinal, nos livra do grande engodo dos “donos da verdade”. Então nos sentimos tranquilos quanto a respeitar as diferenças, entender que o próximo tem o direito a ter a sua fé e a vivê-la da maneira que melhor lhe convém.

Eu fico pensando em quantas guerras, quantas discussões, quanto sofrimento seriam evitados com isso. E mais, quanto poderíamos estar unidos por um mundo mais justo e equitativo.

 

Diante das adversidades da vida, é preciso acreditar que o amanhã será melhor e que isso depende muito de nossas ações no presente. É a fé que nos impulsiona a dar o próximo passo, a enfrentar os obstáculos e seguir em frente. A fé faz brotar a esperança, sentimento que torna possível colocar em prática o que for preciso para a realização daquilo que almejamos. Portando, ainda que seja apenas em nós mesmos, é de extrema importância para nossas vidas, para nos manter firmes em nosso propósito. Aliada a ação a fé é o instrumento de transformação mais poderoso que existe. Acreditar e agir, fazer o que nos compete para mudar as situações que nos incomodam é um passo importante em busca de uma vida próspera em todos os sentidos.

Fé como alavanca de superação2020-05-17T23:28:12+00:00
26 04, 2020

O normal pós-pandemia

2020-04-26T23:51:35+00:00

Temos muito mais perguntas do que respostas e isso parece ser também algo muito novo, estamos acostumados a “saber” e ter respostas, mesmo do que não sabemos de fato. Entretanto, vivemos uma realidade em que nem a ciência tem as respostas que precisamos e isso é muito assustador. A pandemia provocou uma crise generalizada fomentando, inclusive, uma crise de significados.

 

Para manter o isolamento social estamos restringido muitas coisas que eram absolutamente normais em nossas vidas. As consequências disso são igualmente inimagináveis. Podemos conjecturar e nos dedicar a passar por esse período de forma menos traumática, sem “receita de bolo” já que é exatamente isso que ninguém tem. Nesse sentido parei para refletir sobre as palavras de Luiz Felipe Pondé e baseado na sua entrevista na CNN no programa “Mundo Pós-Pandemia” procurei narrar o que considerei importante para vencermos esse momento que ele compara com a travessia de Moisés no deserto. Alguns pontos a serem considerados:

 

Solidariedade

Ao afirmar que “todos nós somos iguais perante o vírus” o filósofo e escritor me levou a pensar que a pandemia está fazendo muitos entenderem que a solidariedade não é apenas um sentimento, é sobretudo, uma atitude que visa não só o bem do outro, mas de todos, inclusive de quem pratica. É o redescobrir da solidariedade, um dos pilares da Cultura da Paz. “A economia e a vida caminham juntas”, não se pode exigir nada de quem não tem o mínimo.

 

Relacionamento

Em tempos de isolamento social a saída tem sido os encontros digitais. Mas conforme afirmou Pondé: “a vida é presencial”. Precisamos do contato físico, do abraço, do estar junto. Haverão muitos reencontros felizes no pós-pandemia, muita alegria mas, com o passar do tempo, isso também tende a se normalizar. Por isso é tempo de valorizar mais os familiares e amigos, os que se mantiveram conosco, mesmo à distância.

 

Luiz Felipe Pondê enumerou dicas básicas para manter a saúde mental nessa travessia. Tentarei expô-las o mais próximo do que ouvi:

  1. Não queira ser controlado – a solução não está no outro, não queira que o outro resolva por você. Assuma a responsabilidade do que lhe compete e aja.
  2. Cultive a coragem – Combata em você a percepção que o outro é um transmissor do vírus. Não deixe de dar bom dia, sorrir, mesmo de máscaras. O convívio social diminui o medo. É preciso cultivar o mínimo de humanidade.
  3. Não entre em pânico – Cuidado com a paranoia, “o medo atraia a morte”. Todos os cuidados indicados pelos especialistas são importantes, mas não se esqueça da sua saúde mental.

 

Isso tudo vai passar e, gradualmente, tudo vai voltar ao normal. O que não podemos permitir, e nisso discordando do filósofo, é que essa travessia não provoque mudanças promissoras. Podemos e devemos criar um novo normal, mais significativo e próspero para as nossas vidas.

O normal pós-pandemia2020-04-26T23:51:35+00:00
19 04, 2020

Não deixe de sonhar

2020-04-26T04:33:42+00:00

Vivemos uma crise na saúde que, inevitavelmente, atinge todos os níveis das nossas vidas: financeiro, econômico, relacional, político, mental… Tempos difíceis, momento de graves revelações que têm desorientado todos os setores da sociedade. Diante desse quadro vemos muitas pessoas desanimadas, com medo e falta de esperança no futuro, ou seja, soma-se uma crise existencial, pessoal que pode tomar proporções inimagináveis.

 

Claro que lidamos com uma situação inusitada e assustadora, mas o fato é que, ainda assim, vale o ditado: O problema não é o problema e sim a forma como lidamos com ele. Não é a crise que provoca o negativismo e sim a forma de encará-la. Tanto é verdade que muitas pessoas criam novas possibilidades, vencem as dificuldades e prosperam em meio a crises. E isso sempre aconteceu na história da humanidade e vai acontecer agora também. Para tanto precisamos focar na superação, criando novas possibilidades de vencer nossas dificuldades e a de quantos pudermos ajudar.

 

Nesse momento de transição algumas dicas podem ajudar:

Não absorva informações negativas

Não se trata de fechar os olhos para a realidade, mas excesso de informação pode ser muito tóxico. Melhor focar na saúde física e mental. É difícil não se entristecer com a dor de quem perde um ente querido ou o ganha pão. Como não se indignar com tantos absurdos que estamos presenciando. De qualquer forma, não tem sentido trazer esse negativismo para a nossa vida e das pessoas que convivem conosco. Seja filtro e não esponja!

Trabalhe seus pontos fracos

Uma mente brilhante tem consciência de que não domina tudo e está sempre aberta a novos aprendizados. Para dar vida a seus sonhos você precisa detectar o que precisa ser mudado em seu comportamento. Crise é oportunidade de crescimento quando transformada em desafio. É fundamental buscar subsídios para enfrentar as dificuldades, um processo de melhoria constante.

Substitua pensamentos e hábitos negativos

Durante toda a nossa vida vamos acumulando crenças que nos limitam e, consequentemente, nos prejudicam. A ideia é substituí-las por crenças positivas, ou seja, que nos motivem e impulsionem a agir. Tudo começa pelo pensamento, portanto, o primeiro passo é pensar positivo. Acostume-se a trocar cada pensamento, palavra e ação que prejudica você ou qualquer pessoa, por algo que engrandeça, isso terá um efeito excepcional na sua vida.

Tenha atitude

Quando alguém me procura para sessões de Coaching eu vou logo explicando que essa metodologia é fantástica, mas só funciona com quem tem atitude. Não adianta ter um sonho se você não é capaz de realizá-lo e não se dispõe a se capacitar. É preciso fazer um plano de ação em direção aos objetivos desejados, mas é fundamental agir com foco e determinação.

 

Não adianta perder energia reclamando, a pandemia é uma realidade que vai mexer no bolso de todo mundo. Precisamos pensar em preservar vidas, a economia seremos capazes de reverter com criatividade e trabalho eficiente. Encarar que teremos que empreender diferente para superar as dificuldades econômicas que, fatalmente, virão. Uma mente vencedora não permite que seu brilho se desfaça, que o desânimo se aninhe ou que forças negativas a envolva. Transformar a própria mente em vencedora é um trabalho árduo, mas, efetivamente, vale muito a pena!

Suely Buriasco

Não deixe de sonhar2020-04-26T04:33:42+00:00
13 04, 2020

Casamento em tempo de pandemia

2020-04-13T04:21:05+00:00

Em poucos dias do anúncio da pandemia pelo Covid 19 o mundo virou de ponta-cabeça e os relacionamentos foram atingidos em cheio. A necessidade de distanciamento social é um convite para a introspecção, mas nem sempre isso é possível diante de um estresse desse porte. Casamentos enfrentam uma nova e desafiadora realidade.

 

Se nos primeiros dias o espírito de cooperação prevaleceu, com o tempo está pesando, criando natural enfado e originando conflitos. Assumir tarefas doméstica, além do trabalho que veio para casa, o chamado Home Work, pode ter sido interessante no começo, mas já está se tornando um grande desafio para os relacionamentos amorosos. A procura por ajuda online tem aumentado e algumas situações são bastante comuns e me levaram a listar umas dicas para evitar maiores problemas. Afinal, isso tudo vai passar e precisamos estar atentos para que as consequências não sejam mais duradouras ou destrutivas do que a própria crise.

 

1-  Preserve o seu espaço

Se essa é uma atitude sempre muito indicada para quem divide a intimidade de um lar, agora que o tempo de convivência aumentou se tornou crucial.  Claro que está difícil, principalmente, com as crianças em casa, mas, com um pouco de disciplina, é possível. O ideal é que você possa se refugiar algumas horas por dia em um cômodo isolado, se isso não for possível apele para um fone de ouvido, por exemplo.

 

2- Crie novas rotinas

Não é porque não há compromissos externos que a anarquia seja uma boa opção. Nos primeiros dias tudo foi novidade, mas estabelecer novas rotinas evita muita confusão, sem contar que quebra-las acaba sendo estimulante. Criança precisa ter horário e o casal também. Com regras estabelecidas dá para não se cansar tanto e aproveitar melhor o tempo juntos.

 

3- Relaxe

Momentos de introspecção revigoram a mente.  Pode ser orar, meditar, fazer Yoga, enfim. Dedique-se a algo que faça você se sentir relaxado, desprenda-se de preocupações por alguns instantes do seu dia. Tudo está muito ao extremo, os ânimos também, melhor recolher a mente e relaxar o corpo para manter a saúde física e mental.

 

4- Seja paciente

Essa é a regra de ouro. Lembre-se que, assim como você, seu cônjuge está estressado, preocupado e com medo. Isso é natural diante do que estamos vivendo. Procure relevar mais e cobrar menos. Opte sempre pelo diálogo em momentos mais tranquilos. Escute o que não é dito, sinta mais do que interprete. Empatia é fundamental.

 

Talvez vocês nunca tenham tipo tantas razões para estarem juntos e se apoiarem, esse é um grande aprendizado. Amar na alegria é fácil, desafiador mesmo é enfrentar as dificuldades e seguir amando. Acredite: vale à pena!

 

 

Suely Buriasco

 

 

Casamento em tempo de pandemia2020-04-13T04:21:05+00:00
27 03, 2020

Eu acho, você acha e juntos podemos ter certeza

2020-03-27T03:17:55+00:00

Se tem algo que comprovei na Mediação de Conflitos é que existe no mínimo três verdades numa contenda: a de um, a de outro e a que podem construir juntos. O fato é que todos os envolvidos tem suas razões e seus equívocos e quando conseguem entender isso se tornam capazes de resolver ou lidar melhor com seus conflitos.

Isso parece bastante simples: as pessoas se reúnem na presença de um mediador que usa a metodologia acertada para melhorar a comunicação entre as pessoas envolvidas, facilitando o entendimento e a construção de acordos nos quais todos se sintam atendidos. Entretanto, nada que envolve o ser humano é simples. Um dos fundamentos da Mediação de Conflitos é a boa fé e autodeterminação. Ou seja, se uma das pessoas tem interesses escusos ou se está levando vantagem na demanda, fica difícil qualquer tipo de composição. No entanto, felizmente, na maioria dos casos é possível diluir o conflito puxando pelos valores morais e interesses em comum. Isso serve para as demandas judiciais e extrajudiciais, mas também serve para a vida.

Nesse momento de crise pela pandemia do COVID 19 vemos os conflitos se espalharem em todos os relacionamentos, inclusive, os virtuais. Em momentos de crise, infelizmente, esse é um movimento comum e que piora toda a situação. Assim, vale à pena observar essas dicas:

1. Admita: você não é dono da verdade
Faça uma autoanálise, afinal, ninguém está 100% certo o tempo todo e você também não. Pense e vai concluir que, muitas vezes, você mantém a sua posição por orgulho. Ego exacerbado só trás sofrimento e solidão. Tudo bem voltar atrás e, se preciso, desculpar-se. Isso sim é sinal de maturidade.

2. Entenda: você estar certo não significa que o outro esteja errado
Pelo menos não necessariamente. Na grande maioria das vezes a questão não esbarra no certo ou errado e sim no diferente. É possível pensar de maneira diversa mesmo desejando a mesma coisa. É por isso que quando o mediador consegue “pinçar” e evidenciar o interesse em comum tudo se esclarece e surge o entendimento.

3. Acredite: é possível viver pacificamente
A cultura adversarial que a humanidade viveu em toda a sua história está muito arraigada em nossa sociedade, mesmo com todos os avanços que tivemos. Quebrar esse paradigma pode exigir esforço, mas certamente, provoca grande satisfação. Bons relacionamentos são fonte de alegria e autoestima, afinal, exige que tenhamos, primeiro, um bom relacionamento conosco mesmo.

Tudo passa e toda essa crise também vai passar. Cuidado para não carregar o seu futuro de mazelas causadas por desentendimentos e mágoas que podem muito bem ser evitadas agora. Opine sem brigar, discorde com respeito. Seja da paz, todos temos a ganhar com isso.

Suely Buriasco
Mediação e Coaching
www.suelyburiasco.com.br

Eu acho, você acha e juntos podemos ter certeza2020-03-27T03:17:55+00:00
16 03, 2020

Embaixadora da Paz

2020-03-16T21:02:18+00:00

No dia 12 de março de 2020 fui empossada, no Senado Federal, em Brasília, “Embaixadora da Paz” pela Federação para a Paz Mundial – UPF.
Mais do que um reconhecimento, esse título aumenta a minha responsabilidade e determinação por trabalhar pela Cultura da Paz em toda a sua abrangência.
Agradeço ao Dr Neudir Simon Ferabolli, Presidente, e a Sra Eliza Ferreira, Relações Pública da UPF Brasil pelo título. Agradeço ainda ao Embaixador da Paz Senador Eduardo Girão e todo o seu gabinete. Pessoas gentis e comprometidas.

Meu coração é pleno de gratidão e jamais poderia deixar de agradecer a minha base, primeiro Deus e depois a minha família que esteve representada por meu esposo Mário Sérgio. A paz é ação – uma construção contínua e colaborativa. Por isso estar entre pessoas com ideais afins envolve a minha alma de alegria e esperança.

Tenham a certeza de que esse título, mais do que um reconhecimento, inspira a responsabilidade de trabalhar ainda mais por um mundo mais pacífico e justo.

Afinal, é sobre brilhar, mas sobretudo, iluminar.

Muito obrigada a todos vocês que se alegram com a minha alegria!

Embaixadora da Paz2020-03-16T21:02:18+00:00
16 03, 2020

O que podemos aprender com a Pandemia do Coronavírus

2020-03-17T21:26:02+00:00

Suely Buriasco

Em entrevista à CNN Brasil o Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta afirmou que a pandemia não é um jogo, não haverá ganhadores e que o mundo sairá “diferente”. Essa fala me impactou de forma efetiva e me fez pensar no que depende de cada um de nós para que essa diferença seja positiva, embora tantos prejuízos e sofrimentos.

Higiene

Todo mundo sabe que a boa higiene é imprescindível para manter a saúde, mas será que levamos isso com seriedade? Uma senhora lavando as mãos do meu lado num banheiro de aeroporto sorriu e me disse: “Eu não aguento mais lavar tanto as mãos”. Eu pensei: “Não lavava antes?” Melhorar os cuidados com a nossa higiene pessoal, bem como com o nosso ambiente, é um aprendizado efetivo com ou sem o Coronavírus.

Disciplina

Obedecer regras, nesse caso, protocolos estabelecidos pelos profissionais de saúde de forma sistemática é de suma importância para deter o avanço da epidemia. Persistência e constância no conjunto de medidas e comportamentos sugeridos por especialistas pode ser o marco divisor desse período. A disciplina é de extrema importância em qualquer processo de mudança e superação. Certamente, um ótimo aprendizado de vida.

Equilíbrio

Não há razão para pânico que só piora qualquer situação, inclusive baixa a imunidade, mas todo cuidado é essencial. Vale lembrar a importância de buscar informações verdadeiras, sempre checando fontes. Manter o equilíbrio diante das crises é fundamental para a superação. Desenvolver a Inteligência emocional e manter a serenidade farão real diferença agora e no futuro.

Responsabilidade

Toda esse crise é mundial, representa um todo, mas ao mesmo tempo chama cada um a participar ativamente contra essa epidemia. Não basta que o Estado se comprometa em ações pertinentes, precisamos nos unir através de atitudes condizentes. Assumir responsabilidades sociais, exigindo mudanças de comportamentos que vão muito além do cuidar de si próprio é redescobrir a solidariedade. Grande ganho!

Diante da dor somos mais suscetíveis a buscar a espiritualidade. Quem sabe seria interessante aprendermos que a fé é uma filosofia de vida e não algo que se procure apenas nos momentos difíceis?

Eu fiz uma pequena lista, você pode ampliá-la e juntos somar forças. Vamos lá?

O que podemos aprender com a Pandemia do Coronavírus2020-03-17T21:26:02+00:00
17 02, 2020

Você é, realmente, feliz?

2020-02-17T20:31:19+00:00

Dar o melhor de nós para viver de forma plena e intensa os bons sentimentos junto com os nossos afetos é o que dá sentido para a vida. Tudo à favor em querer ser feliz, em cultivar momentos que nos sublime a alma, junto com os eleitos de nosso coração, mas o que percebemos é que, muitas vezes, não agimos de forma coerente ao resultado que buscamos.

O verso de Vicente de Carvalho provoca profunda reflexão ao se referir a felicidade: “Existe, sim: mas nós não a alcançamos. Porque está sempre apenas onde a pomos. E nunca a pomos onde nós estamos”. O fato é que somos os construtores de nossa vida e assim os responsáveis por fazê-la mais agradável e feliz. Quando trazemos para nós essa responsabilidade as possibilidades se ampliam e transformamos dificuldades em desafios.

Atualmente parecemos viver uma ditadura pela felicidade, as pessoas querem ser feliz a qualquer preço e dessa forma acabam se sentindo cada vez mais insatisfeitas, vazias, inúteis. As redes sociais contribuem para a relevância da aparência, do mostrar o que não se é e o que não se tem. Essa concorrência causa danos emocionais intensos e transforma pessoas em escravos de um sentimento que deveria trazer paz, tranquilidade. Tamanha inversão da felicidade “a qualquer preço” pode provocar tudo, menos real satisfação.

Felicidade é sentimento, tem a ver com o nosso mundo interior, nossas aquisições espirituais e realizações pessoais. Ninguém pode ser feliz sem, inicialmente, amar a si mesmo e autoestima vai muito além de aparências. Muitas pessoas bonitas, famosas e de boa condição financeira, que fazem lindas viagens e divulgam o quanto suas vidas são maravilhosas, na verdade possuem a alma doída por difíceis situações ocultas. Felicidade não se aparenta, por si só ela se expande, porque quem é realmente feliz se preocupa em inspirar esse sentimento para mais pessoas.

É preciso entender que felicidade não é um estado de humor contínuo; essa busca desenfreada beira a insanidade. Todos temos nossas dificuldades, perdas irreparáveis que nos causam dissabor e tristeza. Você pode ter um bom dia, chegar em casa feliz e se deparar com uma notícia que lhe cause tristeza, mesmo não atingindo diretamente você. Além de nossas próprias dificuldades, difícil não nos sensibilizarmos com a dor alheia. O fato é que ninguém é totalmente feliz o tempo todo.

Nossa busca pela felicidade precisa ser serena, pautada na conscientização de que satisfação genuína é um trabalho árduo, que exige dedicação, resiliência e grande força de vontade. Ser feliz não é uma tarefa fácil, pois é o resultado de outras aquisições, tais como: tolerância, aceitação, paciência, coragem, fé e gratidão.

Parafraseando o poeta: Felicidade existe sim, desde que desenvolvida em nós mesmos e expandida para os nossos relacionamentos.

Você é, realmente, feliz?2020-02-17T20:31:19+00:00
10 02, 2020

Conflito & Comunicação

2020-02-10T21:08:51+00:00

As pessoas costumam associar o conflito com a falta de comunicação, mas o que realmente provoca o conflito é o excesso desordenado e violento de comunicação. Você pode desencadear um conflito com um olhar, um gesto, uma fisionomia, que são processos de comunicação não verbais, mais que podem conter tanto ou até mais violência do que a fala. E pior: é através desse tipo comunicação agressiva que se alimenta o conflito e o transforma em briga, com consequências que podem ser muito graves, prejudicando todos os envolvidos.

A relação conflito e comunicação tem sido estudada há alguns anos e já é possível afirmar a interdependência desses dois fatores na vida humana. O psicólogo americano Marshall Rosenberg desenvolveu uma pesquisa que chamou de CNV – “Comunicação Não Violenta” que se transformou também em um livro. A pesquisa desenvolveu uma série de técnicas para aprimorar os relacionamentos, baseadas no desenvolvimento da comunicação eficaz, ou seja, a forma de realmente entender e sermos entendidos.

Isso tem grande importância na vida de qualquer pessoa, pois, somos seres sociais e interagimos através da comunicação, assim, a forma como o fazemos é que determinará o sucesso ou o fracasso em nossos relacionamentos. E não nos iludamos quanto o efeito disso na nossa própria satisfação; ninguém é feliz sozinho e muito menos realizado, se não consegue manter bons relacionamentos.

Algumas dicas podem facilitar o desenvolvimento da comunicação clara e convincente:

  • Ouça com genuína atenção
  • Fale com clareza e assertividade
  • Seja empático
  • Saiba o momento de “sair de cena”

Esses fatores aliados à sabedoria do equilíbrio e bom senso são fundamentais para o entendimento de qualquer situação e entre quaisquer pessoas, independente de qualquer tipo de diferença. Com isso os conflitos, que são processos naturais, tomam a direção do entendimento e as pessoas ganham em todos os sentidos; sem dúvida um processo muito inteligente.

A efetivação desse conceito gera a maior transformação que o ser humano é capaz de operar em si mesmo e, ainda, o prepara para promover a transformação do mundo que vivemos.

Conflito & Comunicação2020-02-10T21:08:51+00:00
16 12, 2019

Nada é perfeito… Mas pode ser muito bom!

2019-12-16T20:50:33+00:00

Sempre me emociona ouvir a música “Perfect” na voz de Ed Sheeran. A melodia eleva minhas vibrações e a letra desperta minha porção poeta que, muitas vezes, fica em segundo plano. Essa doce melodia acaba me transportando mentalmente para um lugar lindo onde danço sozinha com os pés na grama macia. Nossos “lugares mentais” são oásis onde podemos relaxar e nos energizar. Esses lugares existem, são perfeitos,  criações que dependem unicamente de quem os desejar.

Dessa vez preferi me manter de frente ao computador para refletir sobre essa perfeição que aspiramos e que, na verdade, só existe em alguns breves momentos em nossos pensamentos. Quem busca perfeição em pessoas e situações sempre acaba se desiludindo e, ainda pior, se revoltando. Até porque mais do que vivemos, nós convivemos, e o que é perfeição para um pode não ser para o outro. Acredito que aceitar a perfeição como sendo uma ilusão pode ser muito saudável, pois nos motiva a aceitar situações e pessoas, buscando mudar exclusivamente aquilo que nos é próprio.

Viver é muito mais do que sonhar, é agir e esperar o tempo necessário. Como se fosse uma safra, há o plantio e o tempo para a colheita. É, essencialmente, uma busca de aperfeiçoamento pessoal e social, já que também temos nossas cotas de responsabilidade com o meio em que vivemos. Acontece que essa “safra” é contínua. Sempre é preciso agir e aguardar os resultados. Citando Luís Fernando Veríssimo: “Quando a gente acha que tem todas as respostas, vem a vida e muda todas as perguntas”.

Nunca estamos prontos, passamos por situações e vamos aprendendo com elas. As pessoas que amamos são as que têm maior potencial de nos ensinar, porque são elas que nos decepcionam e nos inspiram a nos reinventar. Não dá para ter a resposta pronta, o máximo que podemos fazer é querer aprender sempre, nos esforçar e fazer o que podemos, o que entendemos que precisa ser feito. É preciso aceitar que esse entendimento também vai mudar, vai se ampliar e, muitas vezes teremos que nos perdoar. Nesse processo evolutivo precisamos compreender nossos atos do passado, afinal não pensávamos como pensamos hoje.

Assim é a vida… A gente vai vivendo e aprendendo. Um movimento de ser a cada dia melhor do que se foi ontem. Essa é a essência e aí está a beleza.

 

Nada é perfeito… Mas pode ser muito bom!2019-12-16T20:50:33+00:00
2 12, 2019

Nem tudo vai dar certo… E vai ficar tudo bem

2019-12-02T20:40:06+00:00

Suely Buriasco

“Nada é impossível”, “se você quer, você consegue”, “perdeu a batalha, mas não perdeu a guerra”. Essas são algumas frases que vemos correr fácil por aí, passando a impressão de que tudo depende de você e, se não aconteceu, faltou algo de sua parte. Motivar é importante, mas é preciso ter discernimento, afinal viver é enfrentar desafios e, importante mesmo, é estar preparado para os altos e baixos naturais.

Já assisti pessoas em êxtase cair no mais baixo ânimo por não conseguirem realizar seus planos. Sentem-se culpadas pelo que não deu certo, incapazes e inferiores. Isso é muito preocupante! Vivemos um tempo em que as pessoas tem obrigação de fazer tudo dar certo e de ser felizes. Isso também tem se manifestado muito fortemente em nossos jovens. Especialistas alertam para uma geração que não aceita ser contrariada, que não sabe enfrentar suas expectativas fracassadas.

A verdade é que grande parte de nossos planos não se realizarão da forma como desejamos, mesmo que nos esforcemos, afinal muitas coisas não dependem apenas de nós mesmos. Compreender que tem coisas que a gente só precisa aceitar e seguir “tocando a vida” é questão de amadurecimento.

Nem tudo vai dar certo…

A ideia desse estudo que se transformou em palestra é abordar a inteligência emocional como forma de desenvolver bons relacionamentos consigo mesmo e com o outro. A ideia é mostrar que é possível aprender a lidar com as frustrações, encontrando assim forças e motivação para fazer o seu melhor. Afinal de contas ninguém é obrigado a fazer tudo para que algo “dê certo”, o papel de cada um é fazer o máximo, dando o melhor de si mesmo.

E vai ficar tudo bem.

Motivação mesmo é superar o desencantamento e seguir fazendo das decepções degraus para o desenvolvimento da paciência e da resignação. Direcionar energias para seguir lutando, mesmo quando tudo pareça estar dando errado.

Manter o pensamento positivo não porque acredita que isso resolve tudo, mas porque entende que isso muda a sua forma de olhar e lidar com tudo. Os estudos da Neurociência podem nos ajudar muito a lidar com decepções e nos manter confiantes.

“Nem tudo vai dar certo… E vai ficar tudo bem” é uma palestra motivacional que vai fazer você pensar no quanto o conhecimento científico pode favorecer a sua vida de modo que você se sinta mais pleno e feliz REALMENTE.

Nem tudo vai dar certo… E vai ficar tudo bem2019-12-02T20:40:06+00:00
25 11, 2019

O melhor é agir com paciência

2019-11-25T22:40:55+00:00

Muitas são as situações da vida que nos abalam psicologicamente, são pequenas “alfinetadas” que, repetidamente, acabam por ferir. Entretanto, manter a serenidade é sempre a melhor medida, afinal, ao perdermos a calma somos levados por emoções destruidoras e tudo fica ainda mais difícil.

Emoções construtivas são as que estabelecem a doçura, a moderação e a paciência em nossas vidas. Somente a benevolência produz a afabilidade capaz de nos manter serenos diante das dificuldades. Mas é importante que se note que não basta parecer calmo, muitas pessoas se mostram doces em seu ambiente social, entretanto são verdadeiros tiranos na intimidade. Verniz social não é capaz de manter-se diante das turbulências da vida. A real doçura é a manifestação da alma, é uma aquisição pautada no desejo genuíno de pacificação. A paciência é desenvolvida através da compreensão de que tudo tem um tempo certo, há o tempo de agir e o tempo de esperar os resultados, mesmo que não aconteçam da forma como desejamos.

Quando temos paciência com nossos semelhantes compreendemos também que todos possuem as suas maneiras de pensar e agir e que nem sempre concordarão conosco, mas essas diferenças podem ser muito proveitosas para o crescimento moral de cada um. Ao agirmos com mansidão diante das dificuldades da vida, somos os primeiros a lucrar, porque conseguirmos enxergar claramente as situações. Entretanto, não podemos confundir mansuetude com subserviência; pois nada há de servil nessa postura. Aliás, demonstramos brandura quando emitimos nossa opinião com assertividade, respeitando as ideias alheias, sem nos despir das nossas. Assertividade com mansuetude é uma atitude muito saudável, capaz de evitar e mesmo eliminar muitos conflitos nos relacionamentos.

Esforçando-nos em realizar o melhor de nós e resignando-nos com o que não podemos mudar, nos afastamos da revolta que ascende o ódio e amplia a discórdia. Todas as vezes que deixamos a cólera se manifestar perdemos muito e ainda aumentamos nossos dissabores; nesses momentos de demência em que nos envolvemos com a violência que ainda possuímos em nós, agimos como o desatinado que não mede seus atos. O sábio jamais se encoleriza porque compreende que o bom senso e a serenidade são os meios de alcançar os resultados favoráveis.

Assim diante de tudo e de todos, sejam lá quais forem as nossas dificuldades, lembremos que o melhor mesmo é agir com paciência.

Suely Buriasco
Mediação de Conflitos e Coaching
www.suelyburiasco.com.br

O melhor é agir com paciência2019-11-25T22:40:55+00:00
7 11, 2019

Faça o melhor incondicionalmente

2019-11-07T20:19:46+00:00

Por Suely Buriasco

Algumas vezes já veio em sua mente a frase: “Não adianta”, certo? Esse pensamento é mais comum do que se imagina. Resultado de um momento de baixa emocional, quando a decepção nos abate. Às vezes é fruto da frustração de nossas expectativas em relação a atitudes de outras pessoas, ou ainda, se revela no momento em que nos deparamos com a nossa impossibilidade de mudar uma situação.

Baixar nossas expectativas em relação aos outros é um aprendizado importante que tem a ver com o respeito e a compreensão. As pessoas são únicas, suas formas de pensar e agir podem ser muito diferentes das nossas. Nos decepcionamos quando não entendemos o pluralismo como forma de convivência e nos abatemos moralmente por não conseguir realizar as coisas da forma como desejamos. Por isso, diante de uma decepção que nos leve a sentir que nada há para fazer, vale observar se, na verdade, o que estamos querendo é impor os nossos próprios conceitos como verdade absoluta. É fundamental lembrar que o respeito às diferenças garante a boa convivência.

Outra coisa é quando nos deparamos com a impossibilidade de mudar situações que causam dor e prejuízo a nós mesmos ou a outrem. Muitas vezes não somos capazes de fazer algo que nos beneficie, também não conseguimos apaziguar a dor de alguém e sentimos o gosto amargo da injustiça. Como gostaríamos de mudar situações que são claramente espúrias, que causam dor e desassossego em nossa sociedade marcada pela desigualdade que esmaga, sufoca e humilha.

Nossas limitações nos injuriam. Por mais que um médico dê o seu melhor, ele não salvará todas as vidas, algumas chagas se manterão abertas e isso, muitas vezes, será fatal. Um operador da Justiça pode idealizar planos de paridade condizentes com a sua ocupação, no entanto, por mais que lute não conseguirá mudar todo um sistema e fazer com que a justiça prevaleça na sociedade dispare em que vivemos. E assim podemos analisar cada situação, cada pessoa em sua área de ação, chegando a um ponto em comum: só se pode fazer aquilo que lhe compete. Quem não aceita as próprias limitações cai em dois engodos: ou se acomoda e legitima as injustiças do mundo ou se revolta e adoece como consequência das tentativas vãs.

Enquanto escrevia essas palavras veio a minha mente o Provérbio Chinês: “Espere com paciência, ataque com rapidez”. Acredito que esse ponto de equilíbrio é o que faz a diferença entre os que muito exigem e pouco fazem e os que aceitam a realidade sem luta.

Maturidade é saber se colocar no mundo como agente transformador, sem se comprometer com as ilusões do poder humano.

Faça o melhor incondicionalmente2019-11-07T20:19:46+00:00
24 09, 2019

Sobre a vida e o amor… Ou viver e amar

2019-09-24T12:56:14+00:00

Com o passar do tempo vamos mesmo nos tornando mais reflexivos, essa constatação ficou ainda mais clara assistindo ao show do Roberto Carlos. Já assisti vários, já fiquei na “turma do gargarejo”, nunca ganhei uma rosa porque meu foco foi sempre fazer o Roberto olhar nos meus olhos. Verdade mesmo… eu queria que ele soubesse da minha existência e de meu sentimento. Dessa vez o show foi um presente de aniversário e talvez por isso tenha sido diferente dos demais e, diga-se de passagem, muito melhor.

Sentei-me a uma distância privilegiada, nem muito perto que só olhasse para o Roberto, nem tão longe que não pudesse vê-lo. Pude contemplar o palco todo e curti muito. Vi mulheres de todas as idades se encaminharem para frente na hora da distribuição de rosas e percebi que saber da existência dele hoje me basta. Pensei no ser humano que é capaz de seduzir tantas pessoas cantando o amor e a paz e me emocionei. Até quem acha suas canções bregas não encontra muitos argumentos para combater isso: Roberto é o cantor do amor!

Eu gosto da menina que fui e que, de certa forma, ainda sou, mas é incrível constatar que gosto mais de mim agora. É lindo ouvir uma música romântica e sonhar, mas é extraordinário saber separar o ideal da realidade e entender o amor como filosofia de vida. Como afirma o cantor: “Diferente da paixão o amor é um sentimento, está acima da razão e do passar do tempo”. A paixão é só uma chama, o amor é luz que brilha incondicionalmente. Muitos desejam ser amados, mas o que realmente traz sentido na vida é amar.

Também me chamou atenção a forma pacífica de opinar e se manifestar contra a injustiça e a ganância que tantas vítimas têm feito pelo mundo. Ao cantar “Amazônia” Roberto lembrou que seu apelo tem mais de trinta anos, fiquei pensando que muitos estão mais preocupados em culpar políticos de ideologias diferentes ao invés de exigir, de quem quer que seja, a sua preservação. Eu acredito na paz como forma de mudar o mundo, lembrando que paz é ação, nunca passividade. Assim como afirma o rei: “Somente teremos um mundo melhor quando nossos valores estiveram voltados para o milagre da vida!”

Ali de frente aquele palco com tantos efeitos luminosos, ouvindo aqueles músicos incríveis e as canções que embalaram meus anos, senti fortemente o milagre da vida e me envolvi em gratidão. Então pensei que nos momentos de dificuldade, quando a vida parecer me exigir mais do que posso dar, que eu me lembre do quanto tenho a agradecer e me fortalecer. Que as perdas que me machucam sejam abrandadas pela minha fé e que eu faça da alegria o meu escudo.

E como não dá para falar de Roberto Carlos sem lembrar de Erasmo:

“Fé na vida, fé no homem, fé no que virá

Nós podemos tudo

Nós podemos mais

Vamos lá fazer o que será”.

Recebo meu novo ano com fé, amor e gratidão.

Sobre a vida e o amor… Ou viver e amar2019-09-24T12:56:14+00:00
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