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Mediação de Conflitos

17 02, 2020

Você é, realmente, feliz?

2020-02-17T20:31:19+00:00

Dar o melhor de nós para viver de forma plena e intensa os bons sentimentos junto com os nossos afetos é o que dá sentido para a vida. Tudo à favor em querer ser feliz, em cultivar momentos que nos sublime a alma, junto com os eleitos de nosso coração, mas o que percebemos é que, muitas vezes, não agimos de forma coerente ao resultado que buscamos.

O verso de Vicente de Carvalho provoca profunda reflexão ao se referir a felicidade: “Existe, sim: mas nós não a alcançamos. Porque está sempre apenas onde a pomos. E nunca a pomos onde nós estamos”. O fato é que somos os construtores de nossa vida e assim os responsáveis por fazê-la mais agradável e feliz. Quando trazemos para nós essa responsabilidade as possibilidades se ampliam e transformamos dificuldades em desafios.

Atualmente parecemos viver uma ditadura pela felicidade, as pessoas querem ser feliz a qualquer preço e dessa forma acabam se sentindo cada vez mais insatisfeitas, vazias, inúteis. As redes sociais contribuem para a relevância da aparência, do mostrar o que não se é e o que não se tem. Essa concorrência causa danos emocionais intensos e transforma pessoas em escravos de um sentimento que deveria trazer paz, tranquilidade. Tamanha inversão da felicidade “a qualquer preço” pode provocar tudo, menos real satisfação.

Felicidade é sentimento, tem a ver com o nosso mundo interior, nossas aquisições espirituais e realizações pessoais. Ninguém pode ser feliz sem, inicialmente, amar a si mesmo e autoestima vai muito além de aparências. Muitas pessoas bonitas, famosas e de boa condição financeira, que fazem lindas viagens e divulgam o quanto suas vidas são maravilhosas, na verdade possuem a alma doída por difíceis situações ocultas. Felicidade não se aparenta, por si só ela se expande, porque quem é realmente feliz se preocupa em inspirar esse sentimento para mais pessoas.

É preciso entender que felicidade não é um estado de humor contínuo; essa busca desenfreada beira a insanidade. Todos temos nossas dificuldades, perdas irreparáveis que nos causam dissabor e tristeza. Você pode ter um bom dia, chegar em casa feliz e se deparar com uma notícia que lhe cause tristeza, mesmo não atingindo diretamente você. Além de nossas próprias dificuldades, difícil não nos sensibilizarmos com a dor alheia. O fato é que ninguém é totalmente feliz o tempo todo.

Nossa busca pela felicidade precisa ser serena, pautada na conscientização de que satisfação genuína é um trabalho árduo, que exige dedicação, resiliência e grande força de vontade. Ser feliz não é uma tarefa fácil, pois é o resultado de outras aquisições, tais como: tolerância, aceitação, paciência, coragem, fé e gratidão.

Parafraseando o poeta: Felicidade existe sim, desde que desenvolvida em nós mesmos e expandida para os nossos relacionamentos.

Você é, realmente, feliz?2020-02-17T20:31:19+00:00
10 02, 2020

Conflito & Comunicação

2020-02-10T21:08:51+00:00

As pessoas costumam associar o conflito com a falta de comunicação, mas o que realmente provoca o conflito é o excesso desordenado e violento de comunicação. Você pode desencadear um conflito com um olhar, um gesto, uma fisionomia, que são processos de comunicação não verbais, mais que podem conter tanto ou até mais violência do que a fala. E pior: é através desse tipo comunicação agressiva que se alimenta o conflito e o transforma em briga, com consequências que podem ser muito graves, prejudicando todos os envolvidos.

A relação conflito e comunicação tem sido estudada há alguns anos e já é possível afirmar a interdependência desses dois fatores na vida humana. O psicólogo americano Marshall Rosenberg desenvolveu uma pesquisa que chamou de CNV – “Comunicação Não Violenta” que se transformou também em um livro. A pesquisa desenvolveu uma série de técnicas para aprimorar os relacionamentos, baseadas no desenvolvimento da comunicação eficaz, ou seja, a forma de realmente entender e sermos entendidos.

Isso tem grande importância na vida de qualquer pessoa, pois, somos seres sociais e interagimos através da comunicação, assim, a forma como o fazemos é que determinará o sucesso ou o fracasso em nossos relacionamentos. E não nos iludamos quanto o efeito disso na nossa própria satisfação; ninguém é feliz sozinho e muito menos realizado, se não consegue manter bons relacionamentos.

Algumas dicas podem facilitar o desenvolvimento da comunicação clara e convincente:

  • Ouça com genuína atenção
  • Fale com clareza e assertividade
  • Seja empático
  • Saiba o momento de “sair de cena”

Esses fatores aliados à sabedoria do equilíbrio e bom senso são fundamentais para o entendimento de qualquer situação e entre quaisquer pessoas, independente de qualquer tipo de diferença. Com isso os conflitos, que são processos naturais, tomam a direção do entendimento e as pessoas ganham em todos os sentidos; sem dúvida um processo muito inteligente.

A efetivação desse conceito gera a maior transformação que o ser humano é capaz de operar em si mesmo e, ainda, o prepara para promover a transformação do mundo que vivemos.

Conflito & Comunicação2020-02-10T21:08:51+00:00
2 12, 2019

Nem tudo vai dar certo… E vai ficar tudo bem

2019-12-02T20:40:06+00:00

Suely Buriasco

“Nada é impossível”, “se você quer, você consegue”, “perdeu a batalha, mas não perdeu a guerra”. Essas são algumas frases que vemos correr fácil por aí, passando a impressão de que tudo depende de você e, se não aconteceu, faltou algo de sua parte. Motivar é importante, mas é preciso ter discernimento, afinal viver é enfrentar desafios e, importante mesmo, é estar preparado para os altos e baixos naturais.

Já assisti pessoas em êxtase cair no mais baixo ânimo por não conseguirem realizar seus planos. Sentem-se culpadas pelo que não deu certo, incapazes e inferiores. Isso é muito preocupante! Vivemos um tempo em que as pessoas tem obrigação de fazer tudo dar certo e de ser felizes. Isso também tem se manifestado muito fortemente em nossos jovens. Especialistas alertam para uma geração que não aceita ser contrariada, que não sabe enfrentar suas expectativas fracassadas.

A verdade é que grande parte de nossos planos não se realizarão da forma como desejamos, mesmo que nos esforcemos, afinal muitas coisas não dependem apenas de nós mesmos. Compreender que tem coisas que a gente só precisa aceitar e seguir “tocando a vida” é questão de amadurecimento.

Nem tudo vai dar certo…

A ideia desse estudo que se transformou em palestra é abordar a inteligência emocional como forma de desenvolver bons relacionamentos consigo mesmo e com o outro. A ideia é mostrar que é possível aprender a lidar com as frustrações, encontrando assim forças e motivação para fazer o seu melhor. Afinal de contas ninguém é obrigado a fazer tudo para que algo “dê certo”, o papel de cada um é fazer o máximo, dando o melhor de si mesmo.

E vai ficar tudo bem.

Motivação mesmo é superar o desencantamento e seguir fazendo das decepções degraus para o desenvolvimento da paciência e da resignação. Direcionar energias para seguir lutando, mesmo quando tudo pareça estar dando errado.

Manter o pensamento positivo não porque acredita que isso resolve tudo, mas porque entende que isso muda a sua forma de olhar e lidar com tudo. Os estudos da Neurociência podem nos ajudar muito a lidar com decepções e nos manter confiantes.

“Nem tudo vai dar certo… E vai ficar tudo bem” é uma palestra motivacional que vai fazer você pensar no quanto o conhecimento científico pode favorecer a sua vida de modo que você se sinta mais pleno e feliz REALMENTE.

Nem tudo vai dar certo… E vai ficar tudo bem2019-12-02T20:40:06+00:00
29 07, 2019

A grande sacada dos relacionamentos

2019-07-29T21:52:39+00:00

Suely Buriasco

Somos seres essencialmente sociais, no entanto temos grande dificuldade na interação e os relacionamentos são os motivos mais frequentes de sofrimento. Lidar com o próximo não é algo simples, afinal, entre pessoas existem afinidades e diferenças que lhes são próprias. No relacionamento é preciso aprender a conviver com divergências importantes, aceitar ideias, emoções e atitudes, muitas vezes, opostas as suas.

O fato é que desenvolver bons relacionamentos é um ganho que faz toda a diferença na satisfação humana. O grave problema que constato em meus atendimentos é a ilusão de que os relacionamentos dão certo ou não, como se fosse questão de sorte. Bons relacionamentos exigem esforço contínuo, são edificados a cada obstáculo superado. Vale lembrar que ao nos relacionarmos deixamos de ser um, para sermos dois e isso implica em aceitação e reconhecimento de valores alheios.

Nesse aprendizado a grande sacada é observar esses dois fatores:

Conhecimento

É necessário procurar entender como funciona a interação com outra pessoa. Buscar conhecer, ler, se instruir. Embora cada relacionamento seja um universo à parte, existem muitos pontos em comum que podem inspirar reflexões e ações personalizadas. Também é importante conhecer um pouco da outra pessoa, suas crenças, seus valores e a forma como manifesta seus sentimentos e emoções. Para que as pessoas se relacionem umas com as outras, é importante que primeiramente elas se conheçam e isso exige muita disposição no sentido de desenvolver um convívio harmonioso, satisfatório.

Compreensão

Você só compreende o que conhece, então esse é o segundo passo. Compreender não significa aceitar e “bater palmas”. Tem a ver com empatia, com assimilar o outro dentro de sua própria realidade. Não querer mudar, moldar ou imputar conceitos seus, subjugando o outro. Compreender é “calçar o sapato” do outro, buscar enxergar de acordo com as perspectivas dele. Escutar sem pré-julgamentos, respeitar mesmo quando as ideias alheias sejam , ou pareçam ser, totalmente divergentes das suas. Vale lembrar que a maioria dos desentendimentos não se dão na equação do certo e errado, mas sim do diferente.

Mas nada disso será possível se você não colocar o prefixo “auto” nos fatores acima. Autoconhecimento e autocompreensão são fundamentais para aprender a lidar com suas potencialidades, fraquezas, problemas, frustrações, desejos, angústias e expectativas em relação a si mesmo e aos outros.

A grande sacada dos relacionamentos2019-07-29T21:52:39+00:00
1 04, 2019

Pelas inúmeras óticas humanas

2019-04-01T20:58:55+00:00

Imagens me seduzem, em especial as que provocam ilusão de ótica, acho muito interessante poder ver várias imagens numa só e admiro a criatividade de quem as cria assim. Com certeza tem tudo a ver com a forma que interpretamos o que vemos e sentimos, cada pessoa é um universo particular com incontáveis possibilidades diferentes.

Esse final de semana deparei-me com uma alegre discussão sobre ser ou não uma pessoa sistemática. Cada um dizia de sua própria interpretação e, como é de meu gosto, fiquei a observar a variedade de conotações que se pode dar a uma mesma qualificação, bem como as diferentes nuances que se inserem na forma como vemos o outro e o qualificamos.

Sistemático tem como significado nos dicionários como “que segue um sistema”, “que é metódico ou ordenado” e ainda “constante e persistente”. Assim uma pessoa sistemática é alguém organizado, meticuloso, que tem uma forma de agir pautada num sistema, ou seja, que segue uma mesma rotina em determinada atividade.

Ser sistemático é uma qualidade ou um defeito? Esse enquadre rendeu muito na discussão que eu observava; às vezes pode ser bem divertida a velha mania de “coisificar”, interpretar e dar significados próprios a tudo. Mas o fato é que ser sistemático não é , necessariamente, nem um defeito ou qualidade e sim uma forma de ser e agir. Ser sistemático pode ser muito produtivo e benéfico quando a pessoa se adapta bem às rotinas e se compraz em cumpri-las, desde que não se torne inflexível, levando em consideração apenas o sistema por ela determinado.

Uma pessoa pode ser sistemática na maneira como conduz a própria vida, mas tolerante e paciente com a forma alheia, não impondo e se adaptando ao outro no sentido de favorecer a convivência. Em contrapartida, uma pessoa sistemática pode, ao contrário, ser alguém avesso à ouvir e aceitar outras formas de viver e agir, dessa forma se torna intolerante e de difícil convivência. Assim, a meu ver, a grande questão não é em ser sistemático ou não, mas em ser uma pessoa tolerante ou não.

O melhor mesmo é poder discutir ideias, compreender conceitos diferentes e debater argumentos, com o propósito de conhecer e respeitar as inúmeras óticas humanas. A complexidade do ser humano é fantástica e admirável!

Bom seria se toda diferença de ponto de vista se tornasse motivo de entendimento e discussão alegre e respeitosa.

Pelas inúmeras óticas humanas2019-04-01T20:58:55+00:00
13 08, 2018

Aprenda a lidar com as emoções

2018-08-13T15:14:16+00:00

Suely Buriasco

Escuto muitas queixas do tipo: “minhas emoções me atrapalham” ou “sou assim mesmo; não controlo minhas emoções”, ou ainda “Sou muito emocional e só me dou mal”. Podem parecer frases soltas, mas afirmações assim merecem maior atenção, pois, demonstram crenças limitantes que minam a satisfação de qualquer um.

É importante saber que as emoções são neutras, nem boas e nem más, a forma como reagíamos a elas é que possui efeito positivo ou negativo. Elas cumprem importante papel em nossas vidas, são fundamentais e dão significado ao que vivenciamos. Algumas emoções básicas fazem parte do pacote “ser humano”, conhece-las e compreender a maneira como agimos diante delas é exercício de autoconhecimento.

Emoções por si só não são capazes de atrapalhar você. Se isso tem acontecido é hora de observar seus próprios comportamentos. Alguns exemplos podem facilitar as coisas para você:

  • Tristeza: você pode escolher alimentá-la ou encará-la como um alerta para a necessidade de olhar para si mesmo e perceber o que precisa ser mudado para o seu próprio crescimento. No último caso uma emoção aparentemente ruim, revela-se transformadora.
  • Raiva: Muitas pessoas preferem disfarçar essa emoção considerando-a negativa, mas a raiva também desempenha papel importante. Muitas vezes é ela que nos fortalece no enfrentamento de muitas situações. Torna-se negativa quando se manifesta de forma violênta.
  • Medo: Tem poder de nos tirar de situações de risco, corresponde à proteção, sendo muito útil. Mas também pode estagnar e limitar, depende da forma como você a encara.

Podemos entender que as emoções são muito importantes e que cabe a cada um de nós reger as suas consequências. Trocar a palavra “controlar” por “lidar” pode ampliar a possibilidade de desenvolver a inteligência emocional através do autoconhecimento e responsabilidade pelas próprias emoções e ações.

O que você foi até hoje é parte de sua história, mas não é você. Reescreva-se, ressignifique-se, torne-se alguém melhor a cada dia!

Aprenda a lidar com as emoções2018-08-13T15:14:16+00:00
18 07, 2018

Parabéns Ponta Porã

2018-07-18T00:40:43+00:00

Por Suely Buriasco

Sobre homenagear essa cidade que há muitos anos me recebeu pensei em descrever o que vivenciei dia 08 último, no Clube Pinheiros em São Paulo. A noite foi uma das atrações do evento “GINGA” que teve por tema a Copa Do Mundo e reuniu jovens para acompanhar os jogos nos vários telões colocados no salão do clube. Como não poderia deixar de ser, depois dos jogos muitos shows garantiram a diversão de todos.

O que me chamou atenção, particularmente no último domingo, foi o que considerei uma importante homenagem: Ponta Porã comandou a noite paulistana. Explico: salão lotado, quase quatro mil pessoas presentes e o tradicional clube paulistano foi palco da realização de ponta-poranenses ilustres. Essa reflexão me traz grande orgulho, pois, um dos responsáveis pela festa é meu filho, Mário Júnior, nascido e criado em Ponta Porã. Conhecido por Mário em São Paulo e Juninho em Ponta Porã, meu caçula é publicitário e sócio de uma das mais competentes e reconhecidas agências do Brasil, responsável por eventos em todo o país.

Uma das atrações foi a dupla sertaneja “Leandro Henrique e Gabriel”, ambos igualmente nascidos e criados em Ponta Porã. Se a mim causou orgulho, fico imaginando o que sentiria o povo dessa fronteira presenciando a competência e o talento fronteiriço sendo esbanjado para o público paulistano, tão exigente e amante do sertanejo. Esses meninos deram brilho à festa e em pleno show, aplaudidos de forma entusiástica, referenciaram a cidade natal.

E poderia ter parado por aí se não fosse a atração que se seguiu com o cantor Thiaguinho que, embora não tenha nascido em Ponta Porã, ali se criou e guarda boas lembranças da infância e adolescência. Ao nos receber em seu camarim foi logo lembrando dos “bolos da D Lúcia” referindo-se aos doces de minha querida sogra. Junto com seu pai, o “Jota Barbosa”, como é conhecido em nossa cidade, esbanjou simpatia. Não poderia ser diferente, afinal, hospitalidade e gentileza é marca forte de quem vive ou viveu nessa fronteira. Para completar a emoção da noite, Thiaguinho também homenageou Ponta Porã em seu show, mandando um abraço para essa cidade que se orgulha tanto de seu sucesso.

Transmito com carinho essas homenagens que recebi junto com familiares e amigos ponta-poranenses que prestigiaram o show e vibraram com o sucesso de seus conterrâneos. Ponta Porã, definitivamente, comandou aquela noite paulistana. Como é gratificante esse sentimento!

Parabéns à “Princesinha dos Ervais”! Que essa cidade possa continuar a inspirar e efetivar progresso.

Parabéns Ponta Porã2018-07-18T00:40:43+00:00
16 07, 2018

A empatia e a satisfação humana

2018-07-16T18:15:36+00:00

Suely Buriasco

Pesquisas recentes comprovam que os seres humanos são naturalmente empáticos e colaborativos. No entanto, culturalmente, temos dificuldade em desenvolver essa habilidade tão importante para os nossos relacionamentos e satisfação na vida. Com o desenvolvimento da tecnologia, passamos a viver um período onde as fronteiras se desfazem e o instantâneo prevalece. O mundo todo acompanhou o resgate das crianças na Tailândia, parecia que estava acontecendo bem próximo de nós, pois, o nosso sentimento não distingue espaço ou distância. Isso é empatia!

O interessante é que ao mesmo tempo que podemos ser empáticos com nossos semelhantes, como no exemplo citado acima, temos dificuldade de nos conectar com pessoas mais próximas. Principalmente se de alguma forma nos sentimos prejudicados por elas. Exemplo disso foi a forma como o jogador da seleção brasileira, Fernandinho, foi espezinhado pela desventura de fazer aquele fatídico gol contra na Copa do Mundo. Não se trata, absolutamente, de comparar os fatos, mas de analisar o nosso poder empático. Porque é tão difícil compreender quem nos frustra? Qual a razão de tamanha violência quando nos sentimos afetados negativamente? São questões interessantes.

Desenvolver a empatia em relação às pessoas com as quais convivemos em nosso dia a dia é, no mínimo, edificar ambiente saudável para a própria vida. Para tanto é fundamental superar a adversidade e a competição. Colocar-se no lugar do outro incondicionalmente é uma habilidade que pode ser aprendida e até mesmo treinada. É um exercício que passa pelo autoconhecimento, afinal, para compreender a emoção do outro, é preciso conhecer e entender o que se passa conosco mesmo.

O primeiro passo para desenvolver a empatia é aprender a ouvir o outro sem pré-julgamentos. É realmente querer compreender os sentimentos do outro, observando não só a fala, mas, essencialmente, o que não é falado. A comunicação não verbal, muitas vezes, diz mais que muitas palavras. E, claro, manter o equilíbrio e não se deixar influenciar por pessoas negativas. Manter a compostura diante da agressividade é medida sábia, atitudes alheias não podem definir nossa própria atitude.

A empatia transforma relações e promove maior satisfação, tendo por consequência o aumento da satisfação e do rendimento da equipe. Se cada membro reconhece o seu próprio valor e o do outro a equipe funciona harmonicamente e evolui em todos os sentidos. O mesmo acontece nos relacionamentos sociais, familiares, religiosos e etc. Sozinhos podemos muito, juntos podemos muito mais – esse é o lema de uma equipe que, realmente, cumpre o seu papel na empresa e na vida.

A empatia e a satisfação humana2018-07-16T18:15:36+00:00
2 07, 2018

Até que ponto vale agradar o outro?

2018-07-02T19:39:03+00:00

Suely Buriasco

Essa é uma pergunta um tanto capciosa, afinal por mais que somos tentados a responder que não temos que agradar ninguém, muitas vezes nossa ação é contrária. Claro que num relacionamento é necessário entender o outro e por vezes ceder em algumas situações, mas até que ponto isso é saudável?

É muito comum a frase: “faço tudo por você!”. Ela pode ser um desabafo, uma cobrança ou uma insatisfação. De qualquer forma denota uma constatação imperfeita, pois como é possível viver fazendo “tudo” por alguém? Existem mesmo pessoas que se esforçam nesse sentido, acabando por esquivar-se da própria vontade, o que não é nada saudável. No relacionamento a dois, por exemplo, não é raro as pessoas depositarem seus anseios, seus sonhos e realizações no sentido de ser agradável ao cônjuge e, quase sempre, esbarram em grandes desilusões.

O pior é que sequer perguntam ao outro se ele realmente quer essa simbiose, afinal, não é nada atraente conviver com alguém que diz sim para tudo, que não tem posicionamento nem opinião própria. Moldar a personalidade de acordo com o que considera conveniente para a relação, criando expectativas que o outro faça o mesmo é sempre um grande perigo e costuma provocar conflitos intensos. Então é comum que se desencadeie uma “roda-viva”, pois diante da crise, o cônjuge inseguro passa a agir de maneira servil, cedendo demais na ânsia de se sentir mais amado. Mesmo que aparentemente isso possa dar resultados, com o tempo o desgaste da relação acontecerá com maior amplitude e complexidade.

Em qualquer tipo de relação querer satisfazer plenamente pode ser sinal de insegurança e causar muitos aborrecimentos. Para que os relacionamentos sejam saudáveis, faz-se necessário que haja respeito e entendimento de ambas as partes, o que não é realizável numa relação subserviente. Bom pensar que viver tentando agradar o outro é sempre motivo de frustração, primeiro porque é impossível agradar todo o tempo, segundo que nessa tentativa certamente não será fácil agradar a si mesmo.

Diante de qualquer situação uma medida sábia é refletir se ceder significa renúncia edificante ou aquiescência servil. No primeiro caso, a pessoa muda para tornar a sua vida melhor; no segundo muda na ilusão de melhorar a vida do outro. Vale o discernimento!

Até que ponto vale agradar o outro?2018-07-02T19:39:03+00:00
25 06, 2018

Cultivando a Alegria de Viver

2020-09-21T18:03:24+00:00

Suely Buriasco

Cultivar a alegria na vida é uma arte que se aprende através de exercícios constantes de gratidão e estímulo a autoestima. Sim, porque a verdadeira alegria nasce na alma, é aquisição do espírito e, portanto, independe das coisas exteriores.

Assim não são os problemas do dia a dia, nem mesmo os mais trágicos; não são as dificuldades que nos assolam, nem mesmo a decepções do caminho que nos deixam tristes. Nada é capaz de entristecer um coração que busca a sua realização. Tanto a alegria, como a falta dela tem origem no mundo interior de cada um. Cultivamos alegria quando buscamos a partir do autoconhecimento realizar o que verdadeiramente nos satisfaz a alma.

Nenhuma pessoa ou acontecimento tem o poder de mudar nosso estado de espírito, só nós mesmos o podemos. Quem ainda cai no engano de depositar em outro ser esse poder, continuará a se decepcionar até que compreenda que felicidade não é ser reconhecido ou amado; é reconhecer e amar. Não é ser tratado da melhor forma, mas dispensar sempre tratamento generoso a todos. Não se encontra alegria nos feitos de outras pessoas, mas nos próprios feitos, desde que a consciência nos apoie indicando que fizemos o máximo que podíamos.

A satisfação pelas pequenas coisas da vida, valorizando nossos dias e tudo o que nos trás de bom é exercício de alegria. Assim também é valorizar as pessoas que amamos como são e não como gostaríamos que fossem. Não esperar mais do que as pessoas podem nos dar, compreendendo os limites que lhes são impostos por suas próprias imperfeições é garantia de tranquilidade e equilíbrio. Portanto, se sentimentos doloridos nos banham a alma é porque não estamos entendendo essa engrenagem que nos faz vivos. É hora então de refletirmos sinceramente sobre o que realmente nos tem entristecido. Invariavelmente, chegaremos à conclusão que os motivos estão em nós mesmos e na maneira como estamos nos relacionando com nossos semelhantes.

Seja no reduto familiar, profissional ou social nossos esforços devem ser voltados para a consideração, respeito e entendimento aos outros, inclusive se não recebermos o mesmo. Lembremos que cada um é responsável por suas atitudes e sigamos preocupados com as nossas, não nos envolvendo em revides; na certeza de que as leis da natureza funcionam em plenitude.

A vida é um palco onde quem interpreta o bem sairá ganhando sempre, mesmo que lamentações nos levem a pensar o contrário. Quem perde tempo lamentando o perdido ou o não alcançado, patina nesse palco, sem observar que os motivos de superação são sempre maiores e mais intensos. E por interpretar não se pode entender fingir, nada é possível sem sinceridade genuína. Interpretar o bem é exercitá-lo, já que ainda não o possuímos totalmente como dom de alma.

Manter nossa autoestima elevada, desviando-nos da revolta  é alcançar a alegria que ninguém ou qualquer coisa pode tirar. E sendo isso apenas possível através da consciência tranquila; agir sempre do melhor modo diante das situações é a forma ideal e mais rápida de nos tornarmos mais seguros, mais fortes e mais felizes em nossos dias.

Cultivando a Alegria de Viver2020-09-21T18:03:24+00:00
18 06, 2018

O que é essencial nos bons relacionamentos

2018-06-18T21:11:16+00:00

Suely Buriasco

A vida compartilhada a dois é pautada por muita cobrança de ambas as partes. Afinal, desde que a mulher ascendeu seu papel no lar, equilibrando-o com o do homem, as exigências aumentaram. Essa evolução na relação homem/mulher é muito positiva, mas exige que busquem um consenso a fim de se harmonizarem.

Muitos casais chegam a conflitos intensos, manifestados basicamente na desilusão que sofrem quando o relacionamento se torna mais íntimo. Isso porque ainda esperam que o cônjuge corresponda aos sonhos de seres perfeitos, encantadores e, de quebra, com boa situação financeira.

Embora seja o sexo feminino o mais intenso nessas fantasias românticas, o que se observa é que a desilusão acontece igualmente no homem que se frustra ao perceber que não se casou com a mulher idealizada. Sempre bom lembrar que “ideal” corresponde ao pensamento, mas no cotidiano o que se desponta é a realidade.

O encantamento inicial cumpre seu objetivo de atração, mas para manter um relacionamento é preciso que se desenvolva o autoconhecimento e a compreensão. Um casamento feliz não acontece com a simples união de duas pessoas que se amam, apenas inicia-se assim. O fundamental é o esforço realizado por cada cônjuge no sentido de transformar as diferenças em favor de uma vida em comum que satisfaça a ambos. É nessa busca que o casal se aprimora e se realiza.

Pelo autoconhecimento nos colocamos aptos a traçar objetivos que realmente correspondam aos nossos desejos. Sem buscarmos a autoanalise, muito pouco saberemos do que somos, muito menos do que gostamos ou queremos ser. É dessa forma que os cônjuges muitas vezes caem no engano de exigir que o outro o faça feliz, transferindo uma responsabilidade que é unicamente sua. Quanto antes compreendermos e assumirmos a nossa própria capacidade de autorrealização, mais cedo transformaremos nossas vidas, nos fazendo aptos a relacionamentos inteligentes e felizes.

Quer fazer alguma coisa em favor do seu relacionamento? Busque conhecer melhor o seu cônjuge, estabeleça com ele uma comunicação sadia, pela qual você o compreenda até mesmo no que ele não diz. E mais: fale de si, diga o que sente com clareza, com calma, com discernimento, a fim de realmente traduzir suas emoções. Todo mundo deseja ser compreendido, mas poucos buscam se fazer compreender; permita que seu parceiro ou parceira conheça você.

Na busca de relacionamentos felizes é fundamental o autoconhecimento e a compreensão do outro!

O que é essencial nos bons relacionamentos2018-06-18T21:11:16+00:00
4 06, 2018

Legitime o seu poder através da Mediação

2018-06-04T21:31:51+00:00

Suely Buriasco

É cultural essa questão de transferirmos para outra pessoa a responsabilidade pelo nosso bem-estar, essa concepção está tão arraigada que também outorgamos aos outros a autoridade de decisão sobre coisas que nos competem. Terceirizamos nossas dificuldades de forma a nos manter na zona de conforto, afinal se não estamos bem ou se as coisas não saíram da melhor maneira, a culpa nunca será nossa. E assim deixamos que a vida transcorra sem nos colocar de forma ativa diante dela.

A Mediação de Conflitos é uma quebra importante nesse paradigma social, pois ela nos chama a gerenciar nossas próprias dificuldades através de uma comunicação eficaz. Por isso, na prática da mediação o foco é nas pessoas envolvidas no problema, que são chamadas a narrar os fatos sobre a sua ótica, numa etapa importante para o desenvolvimento desse método de resolução de contendas. O objetivo é melhorar a comunicação e facilitar o possível acordo que apenas acontece como consequência do entendimento entre os envolvidos. Isso resulta dizer que mesmo não chegando a um acordo, a mediação alcança seus objetivos se as pessoas se tornam mais dispostas a buscar uma solução.

Quando estamos emocionalmente envolvidos em um conflito temos dificuldade em separar a emoção da razão, isso é natural, pois as emoções perturbam a mente. Com a facilitação através do trabalho do mediador, os interesses reais se sobrepõem e passamos a refletir de forma a encontrar respostas para as nossas próprias questões. A comunicação eficaz torna possível entender a situação por prismas diferentes e efetivamente encontrar formas satisfatórias de lidar com o conflito e, em muitos casos, solucioná-lo.

Na Mediação de Conflitos as partes interessadas se reúnem junto ao mediador para falar de suas dificuldades, por isso é muito importante a etapa em que as narrativas são feitas pelas próprias pessoas envolvidas. Recomenda-se esse procedimento para casais com dificuldade de diálogo, casados ou separados, familiares de forma geral, vizinhos, sócios em empresas, herdeiros, membros de equipes e toda forma de situação conflituosa. A mediação pode ser desenvolvida tanto no judiciário, como nos escritórios particulares e é sempre um processo sigiloso.

O fato é que através da mediação a pessoa pode legitimar o seu poder de agir em relação à própria vida e operar as transformações que deseja. O que a Mediação de Conflitos acredita é que você é a pessoa mais indicada para achar as soluções que busca, para tanto precisa apenas de alguém que facilite esse processo.

 

Legitime o seu poder através da Mediação2018-06-04T21:31:51+00:00
8 04, 2018

Ser feliz é mais fácil do que parece

2018-04-08T22:25:59+00:00

Suely Buriasco

Nos treinamentos que faço, nos e-mails que recebo e mesmo na convivência com outras pessoas percebo o quanto é difícil simplificar as coisas em prol de se sentir feliz. Tudo parece tão intenso e cansativo, muitas vezes até dramático e as pessoas seguem suas vidas tão distraídas, que parecem não se dar conta de que vivem momentos únicos, afinal, o tempo não volta. Pior ainda é a culpa ao caírem em si e perceberem que para muitos erros não há conserto e é preciso encarar as consequências, porque essas sempre recaem a quem por elas é responsável.

Claro que relacionamentos não são fáceis e, muitas vezes, são mesmo extremamente difíceis, até porque o ser humano é muito complexo. Se pensarmos que não existe nesse planeta uma só pessoa que pense da mesma forma, podemos compreender a tamanha complexidade da convivência. Algumas afinidades aqui, outras ali, mas de todo as diferenças são sempre mais expressivas, até porque é o que nos chama mais atenção. O que muitas vezes não percebo é a conscientização das pessoas de que ter bons relacionamentos é sempre muito mais gratificante.

Nesse sentido vale alguns lembretes:

1- Aceite diferenças

Simples assim, ou melhor, complicado assim, que seja! O fato é que as diferenças fazem parte da vida e aceitá-las é abrir campo para novas possibilidades, tanto para ampliar conhecimentos, como para desenvolver maior compreensão.

2- Você não precisa ter razão sempre

É um grande alívio não precisar estar certo o tempo todo; provar que tem razão é um grande desperdício de energia. Muitas vezes o melhor a fazer é seguir com sua própria opinião e deixar que as pessoas pensem como desejam.

3- Priorize e releve

Nem tudo precisa ser levado “a ferro e fogo”, vale priorizar preocupações e se importar somente com o que realmente é necessário. Releve situações que não merecem a sua afetação.

Ser feliz, sem dúvida, exige grande esforço e um dos maiores é equilibrar o orgulho, mas quem já experimentou a recompensa, certamente, entende o quanto vale à pena, afinal qual o ganho de quem cultiva mágoa ou tristeza?

Pense nisso!

Ser feliz é mais fácil do que parece2018-04-08T22:25:59+00:00
26 03, 2018

O perigo do comportamento de massa

2018-03-26T21:32:57+00:00

Por Suely Buriasco

Comportamento de massa é um fenômeno que se produz em agrupamentos humanos, de forma espontânea e contínua, pela soma das ações individuais espalhadas, mas que se dirigem a um interesse em comum. É como se as pessoas deixassem, momentaneamente, de serem elas mesmas, ou abandonassem a própria individualidade, e se envolvessem numa personalidade coletiva, também chamada de espírito coletivo.

A partir do momento em que a pessoa deixa de pensar por ela mesma e passa a agir de forma a repetir, irracionalmente, atos em conjunto, o perigo é iminente. O comportamento de massa apresenta grandes riscos, instalando, inclusive, o pânico. Num incêndio, por exemplo, o espírito de massa pode instigar as pessoas a correrem todas para um mesmo lado e que, talvez, não seja a melhor opção. O comportamento de massa pode influenciar, ainda, atitudes que destoam da personalidade individual, explicando atitudes agressivas que surgem em meio a um grupo e que são compartilhadas até mesmo por pessoas normalmente pacíficas.

Aglomerações humanas podem representar grande risco, quando envoltos pela efusão de emoções, nos sentimos parte de um todo maior e compartilhamos alegria, tristeza, raiva ou qualquer que seja a emoção do grupo social a que estamos vinculados.  Esse comportamento é comum em estádios, por exemplo, quando o grito da torcida é incorporado, ou mesmo, num show cantando com a banda favorita. O fato é que qualquer aglomeração pode inspirar a imersão no coletivo, pela qual o indivíduo extrapola a si mesmo, tanto para o bem, como para o mal.

O importante de conhecermos esse fenômeno é nos prevenirmos de influências negativas que possam nos comprometer de alguma forma. E disseminarmos esse aprendizado em forma de orientação, principalmente, para crianças e jovens, que são os que mais facilmente se comprometem com atitudes coletivas. É preciso que se tenha em mente que sempre, em qualquer situação, somos responsáveis por nossos atos e que, ao seguir comportamentos alheios podemos nos prejudicar e, até mesmo, nos incriminar.

O melhor a fazer em relação à prevenção ao comportamento de massa é resistir à sedução de copiar ou acompanhar a onda, sem antes raciocinar sobre o que se está fazendo. Muitas manifestações são exemplos positivos na história da humanidade, por isso o problema não está nos grupos, mas sim em como nos portamos em relação a ações que não são nossas e, portanto, não nos representam.

 

O perigo do comportamento de massa2018-03-26T21:32:57+00:00
20 02, 2018

Relacionamentos têm prazo de validade?

2018-02-20T11:54:58+00:00

Por Suely Buriasco

Documentos têm prazo de validade, assim como medicamentos, alimentos e tantas outras coisas. Itens com validade vencida podem ocasionar prejuízo e, portanto, devem ser descartados. Acredito que os relacionamentos não fujam essa regra e precisam ser renovados de tempo em tempo para não “estragarem”. Assim como não existe manual para relacionamento, também não existe prazo comum de vencimento. Cada casal precisa entender o funcionamento de sua relação e adequar-se às mudanças necessárias. Nesse caso o grande prejuízo é continuar numa relação que cause sofrimento.

Relacionamentos tóxicos

Ao conhecer alguém interessante, muitas vezes, a pessoa sente que tudo é incrível e esse sentimento de exaltação parece sair das comédias românticas. No entanto, com o passar do tempo, situações inadequadas passam a se evidenciar. Entendemos por relacionamentos tóxicos aqueles que, de alguma forma, causam sofrimento às pessoas envolvidas, qualquer tipo de humilhação e violência. Algumas pessoas ao se verem num relacionamento assim buscam logo o afastamento, mas há aquelas que aceitam essa convivência, mesmo vivendo em grande sofrimento. Os resultados podem ser os mais trágicos possíveis, com comprometimentos difíceis que se estendem para os familiares, amigos. A questão é muito complexa e, como tal, não pode ser tratada de forma superficial. Alguém que não consiga sair de um relacionamento tóxico precisa de ajuda profissional.

Relacionamentos corroídos

O desgaste provocado pelo tempo sem manutenção também indica que a validade do relacionamento venceu ou está em vias disso. Tem gente que casa e acha que conquistou de vez o parceiro. Talvez acreditem em suas próprias promessas do tipo: “Que só a morte nos separe”. Relacionamentos reais não são estáticos. Tudo na natureza está em movimento, inclusive nós mesmos, então não existem relações estáveis o tempo todo. Quando não se dedica à tarefa constante de edificar os relacionamentos eles acabam por perder o viço. Não representando mais a alegria da união o relacionamento está com o prazo vencido.

Relacionamentos renovados

Um relacionamento com prazo de validade vencido ainda pode ser renovado, desde que as duas pessoas se conscientizam de suas responsabilidades e ajam de acordo com a edificação.  Relacionamento é via de mão dupla, uma pessoa pode até iniciar o processo da transformação, mas isso só será possível se ambas se decidirem a realizar esse processo juntas. É um trabalho difícil, mas que vale muito a pena quando existe amor e disposição por ser feliz.

Manter relacionamentos tóxicos ou corroídos, que acabam sendo a mesma coisa, é ser conivente com abusos, mau tratos, desvalorização e humilhações. Não há nada de construtivo nisso. Saudável é o relacionamento que se renova e não o que apenas se mantem. Não tome por vencedor um relacionamento com o prazo vencido.

 

 

Relacionamentos têm prazo de validade?2018-02-20T11:54:58+00:00
5 02, 2018

Quando procurar um coach de relacionamento?

2019-11-18T20:48:18+00:00

Suely Buriasco

Mais conhecido como conselheiro matrimonial, o treinador de relacionamento ou Coach de Relacionamento, ou até mesmo Personal Life é um terceiro imparcial que busca facilitar relacionamentos que estejam passando por dificuldades.

Particularmente eu não uso a denominação que direcione a pessoa a procurar conselhos; como treinadora uso os fundamentos da Mediação de Conflitos e do Coaching, ou seja, abstraio-me o máximo possível de influenciar a decisão de meus clientes.

Alguns escolhem ser atendidos separado do cônjuge, outros preferem que se unam as duas formas para encontrar o consenso necessário e comportamentos mais saudáveis para o seu relacionamento. De qualquer forma é sempre o cliente que direciona o que deseja, o treinador apenas o orienta através de algumas técnicas de reflexão, a partir disso adéquam o comportamento aos resultados que desejam.

Buscar um treinador de relacionamentos requer alguns cuidados como conhecer seu trabalho e se identificar com ele, por isso é sempre recomendável uma pesquisa prévia e uma consulta inicial que muitos, assim como eu, fazem tanto no escritório, como através do atendimento online. Esse último recurso é muito interessante porque além da comodidade, ainda é mais econômico e independe do lugar onde o cliente mora.

Também é importante entender que não se trata de terapia de casais, caso seja necessário o treinador encaminha para um profissional dessa área. O que se busca nesse método é a melhoria da comunicação do casal, bem como do comportamento de cada cônjuge, visando um relacionamento mais respeitoso e feliz. Dessa forma, o treinador é também um mediador do casal, que objetiva facilitar o diálogo e as reflexões que possam levá-los a alcançar o objetivo alcançado.

Você deve procurar um treinador ou mediador de conflitos quando não estiver conseguindo se entender com o seu parceiro ou parceira; quando os ruídos da comunicação estejam tão altos que vocês não consigam mais ouvir um ao outro, ou seja, quando você diz algo e ele ou ela entende completamente diferente e vice-versa. Normalmente isso é resultado de mágoas e ressentimentos por situações mal resolvidas do passado que continuam a atuar no presente de forma a trazer prejuízo pessoal e da relação.

É importante que se diga que esse é um processo confidencial e totalmente sigiloso, inclusive entre os próprios cônjuges, quando são atendidos separados, sendo esse um grande diferencial para que as pessoas se sintam à vontade em tratar de suas dificuldades. O tempo do processo também depende dos clientes e da forma como se sentem atendidos, mas costuma ser mais rápido do que outros métodos tradicionais, pois trata de questões pontuais com foco no futuro.

Se pudéssemos resumir a abordagem dos treinamentos em uma só questão seria: “Até agora foi assim, mas é daqui para frente, como vocês querem que seja?”.

 

Quando procurar um coach de relacionamento?2019-11-18T20:48:18+00:00
22 01, 2018

Xô preocupações: 4 hábitos simples

2018-01-22T16:11:22+00:00

 

Por Suely Buriasco

A preocupação é algo que deveríamos analisar melhor, afinal é um sofrimento antecipatório cujos resultados variam entre nunca acontecer o que tememos, que é o mais comum, ou realmente acontecer. Quando nunca acontece foi, no mínimo um mal estar vão, sem fundamento e que, certamente, causou algum tipo de prejuízo na nossa vida. Quando os motivos de nossas preocupações acontecem nosso foco deveria estar na solução, mas estamos muito desgastados para pensar nisso. A preocupação consome nossas melhores energias.

Parafraseando a escritora holandesa Corrie ten Boom:  A preocupação não esvazia a tristeza do seu amanhã. Ela esvazia sua força de hoje.

Desenvolver alguns hábitos no nosso dia a dia é de grande importância no sentido de evitar as preocupações exageradas. Vejamos esses:

  1. Não alimente pensamentos paralisantes

Todo o pensamento que limita você, todas as formas mentais que provocam medo precisam ser substituídas. Não se perca em criações negativas e imaginações vagas. Fuja dos pensamentos repetitivos e das ideias fixas.

  1. Escolha o tempo certo

Toda mudança de comportamento exige autoconhecimento. Você precisa saber em que situações a sua mente está mais vulnerável. Por exemplo, ao sentir sono, estar com fome e outros incômodos, nossa mente tende a ver as coisas de forma mais obscura. Em momentos assim vale o refrão: “Não vou pensar nisso agora”.

  1. Mantenha a mente ocupada

Isso é bem antigo, certo? E muito verdadeiro. Ocupe sua mente com coisas que precisam ser resolvidas agora, com o seu trabalho, leitura, diversão. Quem pensa muito no que há por vir está sempre preocupado e ansioso. Opte por desenvolver o hábito de pensar positivo. Isso pode não mudar a situação, mas, certamente muda a forma como você lida com ela.

  1. Jogue luz em suas preocupações

Esse é mesmo um hábito que provoca grande transformação em nossas vidas. Procure iluminar o motivo das suas preocupações tirando-o do campo mental. Você pode falar sobre isso com alguém que possa ajudar na busca de novas alternativas ou mesmo escrever sobre o assunto e ler depois. Quando exteriorizamos nossas preocupações, compreendemos melhor nossas emoções e nossos pensamentos ficam mais claros e objetivos.

Nosso cérebro aprende pela repetição. É repetindo novos comportamentos que criamos novos hábitos. Decida-se a ser mais prático em relação às situações, analise bem suas emoções e aja de forma a aproveitar mais o presente, vivenciando com intensidade cada dia. Até porque o presente é só o que temos de certo. Concorda?

Suely Buriasco
Mediação de Conflitos e Coaching
www.suelyburiasco.com.br

Xô preocupações: 4 hábitos simples2018-01-22T16:11:22+00:00
15 01, 2018

Em 2018 aproxime-se de quem você ama

2018-01-15T20:30:47+00:00

Por Suely Buriasco

Desencontros, infelizmente, são muito comuns e, quase sempre, causam grande sofrimento; somos seres sociais e, portanto, os relacionamentos são muito importantes em nossas vidas. O grande problema é que nem sempre conseguimos manter um convívio harmônico e acabamos, muitas vezes, nos afastando das pessoas pelas quais temos afeto.

Conflitos acontecem naturalmente no convívio humano, estão relacionados com intolerâncias pelas formas diferentes de pensar e agir. O conflito surge quando as pessoas passam a acreditar que precisam lutar em favor da sua posição. É então que, mesmo de forma inconsciente, passam a alimentar uma aversão pela outra pessoa e o problema se torna pessoal. Esse processo acontece de ambas as partes, ou seja, mesmo tendo origem na ação de um, o conflito só eclode com a contribuição de todos os envolvidos.

A habilidade para lidar com conflitos é, pois, essencial para os bons relacionamentos, afinal as pessoas são diferentes e, de alguma forma, querem que a sua vontade prevaleça. Quando existe a aceitação de que é possível conviver com as diferenças, privilegiando o respeito, então a competição se dissolve e o entendimento acontece. É assim que os acordos podem ser estabelecidos através do diálogo pelo qual um busque entender o outro, ouvindo com atenção e sem julgamentos.

Existem, realmente, situações difíceis nas quais o orgulho prevalece e consolida os conflitos, mas ainda que seja assim, muito pode ser feito em favor de uma convivência harmônica e salutar.  Basta ponderar o quanto é mais interessante viver bem, sem mágoas ou ressentimentos. Isso não significa que é preciso mudar a própria ideia ou assumir a posição do outro; significa ter maturidade suficiente para compreender que existem visões diferentes que precisam ser levadas em conta. Mesmo que a situação tenha tamanha complexidade que impeça um acordo, sempre a algo que possa ser relevado em favor de uma convivência com o mínimo de entrosamento.

O principal é buscar estar bem consigo mesmo, através da verdadeira concepção de que tudo está sendo feito em favor de melhorar as relações com os seus afetos. Claro que manter bons relacionamentos não depende só de você, mas despender esforços nesse sentido é um papel que lhe cabe. A vida fica muito mais agradável quando aprendemos a exigir menos dos outros e das situações e nos responsabilizamos por agir em favor da tranquilidade que todos necessitamos para viver bem com as pessoas que amamos.

Uma boa dica é aproveitar essa virada do ano para agir em favor das mudanças que desejamos para os nossos relacionamentos. O calendário por si só não fará a diferença, mas você pode fazer.

Faça um feliz ano novo acontecer em sua vida!

 

 

Em 2018 aproxime-se de quem você ama2018-01-15T20:30:47+00:00
7 01, 2018

5 Dicas para ter um ano incrível

2018-01-07T17:31:59+00:00

Por Suely Buriasco

A chegada de um novo ano revela desejos de novos ideais, planos renovados, esperanças fortalecidas e muita vontade de fazer as coisas darem certo. A virada do calendário tem o dom de inspirar, mas só a atitude é capaz de promover verdadeira mudança.

Assim, se você, realmente, não quer adiar mais os seus planos reflita sobre essas dicas e determine o que é melhor para você:

  1. Invista em autoconhecimento

Uma pessoa me disse que seu objetivo para esse ano é ser uma pessoa melhor. Muito louvável, mas quando eu perguntei especificamente no que ela quer melhorar, não soube me responder. Autoconhecimento é fundamental para encontrar satisfação na vida. Se você também quer ser uma pessoa melhor, procure analisar o que precisa mudar em você mesmo, invista em suas habilidades e priorize o que vai fazer diferença positiva em sua vida. Leituras, cursos e treinamentos são ferramentas poderosas de autoconhecimento.

  1. Cuide de sua saúde

O bem estar é consequência da saúde de forma ampla, ou seja, física e espiritual. Isso explica porque existem pessoas doentes fisicamente que apresentam boa disposição e alegria. Então, olhe para si mesmo, procure definir suas necessidades e foque em atendê-las. Pare de adiar os cuidados com o seu corpo e a sua mente. E ainda não é só isso, afinal, para o bem estar é preciso ainda cuidar do próprio ambiente e do planeta.

  1. Faça o que você ama e ame o que você faz

O trabalho é elementar na vida das pessoas, afinal ele é responsável pela sobrevivência e o progresso. Contando que, normalmente, as pessoas passam o maior tempo de suas vidas trabalhando, dedicar-se a um trabalho que provoque satisfação profissional e pessoal é fundamental. Vale citar que já ouvi muitas pessoas dizerem que “eram felizes e não sabiam”, então analise, também, se você está valorizando o trabalho que tem.

  1. Cultive bons relacionamentos

Nada provoca maior satisfação às pessoas do que o bom convívio familiar. A família é primordial na vida de cada um, tanto é assim que a maioria dos conflitos existências tem familiares envolvidos. É entre afetos que aprendemos as dificuldades da convivência e desenvolvemos virtudes como a paciência e a tolerância. É, pois, extremamente importante cultivar sentimentos e ações que justifiquem a harmonia familiar e que seja capaz de se ampliar para os relacionamentos fraternos e profissionais.

  1. Tenha um ano incrível

Decida-se por fazer desse ano um marco de realizações e motive-se nesse sentido. Dessa forma você vencerá dificuldades e enfrentará desafios com ânimo redobrado. A decisão inclui persistência e determinação, por isso o ideal é que você faça um plano de ação por escrito e siga fazendo adequações durante o ano. A ideia não é engessar as ideias, mas manter o foco no principal.

Some a essas dicas o desejo de viver cada dia aproveitando e agradecendo a dádiva de estar vivo.

Feliz Ano Novo!

5 Dicas para ter um ano incrível2018-01-07T17:31:59+00:00
27 11, 2017

Pequenos gestos, grande impacto na equipe

2017-11-27T13:31:56+00:00

 

Suely Buriasco

Uma postagem numa rede social me fez relembrar vários casos que presencio nos treinamentos que realizo em empresas. É realmente impressionante o quanto pequenas ações são capazes de causar grande diferença no desenvolvimento do trabalho em equipe. Afinal, o comportamento cultural do grupo, a forma como demonstram suas emoções e estabelecem a dinâmica de seus relacionamentos é fundamental para a motivação do trabalho.

A postagem

Uma das grandes dificuldades para a mulher é voltar ao trabalho depois da licença maternidade. Dedicar-se à profissão nesse momento costuma provocar um misto de angústia, culpa, medo e preocupação. A postagem que me refiro é de uma colaboradora e retrata a forma carinhosa como determinada empresa a recebeu depois da licença. Não havia nada de monumental ou dispendioso, apenas um cartaz de boas-vindas com balões coloridos formando uma decoração singela e carinhosa. Na mesa dela um bonito cartão no qual os diretores e colegas da empresa comemoraram a sua volta. Simples e acolhedor, o bastante para alegrar e motivar a colaboradora.

O contraste

Assim como pequenas ações podem operar grandes prodígios para a motivação, o contrário também é verdadeiro. Pequenas atitudes impensadas são capazes de arruinar o ambiente empresarial e causar grande dano para todos. Quando os membros de uma equipe não conseguem gerenciar seus conflitos, a satisfação no trabalho diminui vertiginosamente e, claro, o rendimento acompanha essa queda. Exemplos não faltam, os mais comuns são os acontecimentos que são tidos como implicância pessoal. “Fulano não gosta de mim e me persegue”, “O errado sempre sou eu” e ai por diante. Quando essas pessoas conseguem ouvir uns aos outros as situações se esclarecem e os conflitos se estabilizam.

A valorização

Sentir-se importante é primordial para a satisfação humana. Quando a empresa acolhe seus colaboradores, demonstrando a importância real de cada um para o desenvolvimento do trabalho, provoca a satisfação. E nem é preciso lembrar que colaborador satisfeito rende muito mais, incorpora as necessidades da empresa e luta por seu desenvolvimento. A valorização dos membros da equipe é elemento básico para a motivação no trabalho. O fato é que tanto na vida pessoal, como profissional todos nos motivamos quando sentimos que nossos esforços são reconhecidos. Shakespeare já dizia que “nossos elogios são o nosso salário”.

 

Suely Buriasco

Mediação de Conflitos e Coaching

www.suelyburiasco.com.br

Pequenos gestos, grande impacto na equipe2017-11-27T13:31:56+00:00
13 11, 2017

Otimismo aumenta a longevidade

2017-11-13T20:28:47+00:00

Suely Buriasco

Pesquisas indicam que a partir dos 50 anos de idade o otimismo e a satisfação com a vida diminuem o risco de morte em até 18%.
Já para os pessimistas a ciência faz um alerta, essas pessoas têm 20% mais risco de morrer precocemente.

Ao nos mantermos otimistas em relação a vida nos adaptamos mais rapidamente as situações de conflito, encaramos os problemas não como o fim de tudo, mas como um meio para atingirmos nossos objetivos. O otimismo nos ajuda a superar os percalços e nos mantém com boa disposição e alegria.

Que não se confunda otimismo com falta de problema. Também não se trata de viver fora da realidade, mas de dar ênfase ao lado positivo das pessoas e situações. A maneira como enxergamos a vida é que faz toda a diferença; o copo meio vazio para uns e meio cheio para outros.

Paul Dolan revelou em entrevista à revista Veja  que “é fundamental unir prazer e propósito e cultivar as relações sociais”.

O economista inglês que passou os últimos dez anos pesquisando o que leva uma pessoa a ser feliz, considera que a felicidade é uma combinação de prazer com propósito ao longo do tempo e diz: “Minha orientação é para que as pessoas centralizem tempo e energia naquilo que realmente lhes faz bem”.

As pessoas que conseguem sentir satisfação na vida são as que definiram o que causa essa sensação e se dedicam a ela. Um simples prazer não passa de um momento ínfimo, que pode até trazer grande sofrimento posterior. Mas se houver nisso um propósito maior, que acrescente um bem-estar duradouro para si mesmo e também para outras pessoas, isso é felicidade. Quem já percebeu que não pode ser feliz sozinho e que, por isso, não tem sentido se envolver em emoções destrutivas, tais como ciúmes e inveja, sente satisfação na vida. E quem sente satisfação não se perde em ansiedade, vive o melhor do momento e é nisso que encontra disposição para ir à busca do que deseja.

A questão que nos deparamos se refere ao ponto objetivo pelo qual se define o sentimento real de satisfação, que é um ponto subjetivo. Saber o que nos causa felicidade é, pois, o início desse trabalho contínuo de escolher viver o melhor de toda e qualquer situação.

Isso sim é dedicar-se a algo que vale a pena!

 

Otimismo aumenta a longevidade2017-11-13T20:28:47+00:00
6 11, 2017

5 maneiras de estimular a autoestima dos filhos adolescentes

2017-11-06T17:42:46+00:00

Suely Buriasco

A adolescência é um período de grandes mudanças físicas e emocionais próprias desse período em que os hormônios estão, literalmente, em ebulição. Soma-se a isso a pressão social, muitas vezes, afetando a autoestima e comprometendo o bem-estar dos jovens.

Muitos adolescentes se esforçam para serem aceitos, tanto pelo mundo exterior, incluindo o virtual, como por eles próprios. Os pais desempenham um papel muito importante para a construção do senso de si próprio de seu adolescente. Aqui estão 5 maneiras de ajudar a promover esses traços:

1. Defina limites

É fundamental estabelecer regras e expectativas firmes que se adaptem ao estilo de vida e aos valores da sua família. Por mais que o adolescente reclame, a disciplina dos pais é uma forma de se sentirem seguros e protegidos. Regras claras demonstram o quanto você valoriza seu filho e isso é essencial na construção da autoestima dele.

2. Seja generoso

Muitos pais se concentram no lado negativo das atitudes do filho, isso só piora a insegurança dele e pode provocar revolta também. Se você só critica ele vai querer reforçar esse conceito, nem que seja por pirraça. Fale sobre as coisas positivas que seu filho realizou e ofereça elogios específicos e sinceros. Incentive e motive seu filho a ser e fazer cada vez melhor, reconhecendo os seus esforços.

3. Critique de forma construtiva

Ninguém gosta de ter seus erros apontados, particularmente se feito com raiva. Escolha como você critica seu adolescente com sabedoria e lembre-se de fazê-lo sempre em particular. Se seu filho não foi bem na prova não diga: “Só poderia ser assim, você fica no celular o tempo todo”. Experimente dizer: “Parece que você está com problemas com a organização do seu tempo, que tal ficar em silêncio na hora de estudar?”. A forma com que se diz algo faz toda a diferença.

4. Considere suas opiniões

Incentive a tomada de decisão incluindo opiniões de seu filho adolescente nas questões familiares diárias. Faça perguntas para levantar as ideias dele e escute, realmente, o que ele diz e demonstra. Não é um bom sinal se ele aceita tudo calado, mesmo que obedeça. Encoraje seu filho a questionar ideias e argumentar.

5. Incentive os talentos particulares

É natural que os pais desejem o melhor para os seus filhos, mas não podem sonhar por eles. Nessa fase é comum que o jovem pareça alheio a tudo, você pode ajudá-lo a descobrir e desenvolver seus próprios talentos. Caso não se sinta apto para isso procure ajuda profissional. Se seu filho sabe que você o apoia, lembrando que isso inclui disciplina, então será capaz de ser mais bem-sucedido e se sentirá confiante e mais seguro em suas decisões.

Seguindo essas dicas é muito provável que você colabore efetivamente para melhorar a autoestima de seu filho e prepará-lo para se tornar um adulto confiante e feliz.

5 maneiras de estimular a autoestima dos filhos adolescentes2017-11-06T17:42:46+00:00
23 10, 2017

Mediação de Conflitos no Judiciário: Um novo paradigma

2017-10-23T21:11:08+00:00

No dia 20/10/2017 Suely Buriasco ministrou o curso “Mediação de Conflitos no Judiciário: Um novo paradigma” no Centro de Convenções Miguel Gomes em Corumbá – MS.

O curso foi solicitado pelo Dr. Maurício Cleber Miglioranzi Santos, da 1ª Vara Cível de Corumbá para os mediadores atuantes no CEJUSC daquela cidade e promovido pelo EJUD – Escola Judicial de MS.

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Mediação de Conflitos no Judiciário: Um novo paradigma2017-10-23T21:11:08+00:00
23 10, 2017

Palestra: Mediação de Conflitos – Avanços e Desafios

2017-11-04T18:04:03+00:00

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, por meio do Centro Judicial de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da comarca de Corumbá, realizou, na noite desta sexta-feira, 20 de outubro, palestra com tema “Mediação: Avanços e Desafios”. O evento aconteceu no Centro de Convenções do Pantanal Miguel Gomez – Porto Geral e teve como palestrante Suely Buriasco, educadora, escritora e especialista em Mediação de Conflitos. Profissionais e estudantes envolvidos com o Direito, além de servidores públicos e demais interessados pelo tema participaram da palestra.​

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Palestra: Mediação de Conflitos – Avanços e Desafios2017-11-04T18:04:03+00:00
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