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1 11, 2021

É melhor dar um tempo?

2021-11-01T15:39:10+00:00

Diante de crises contínuas, algumas pessoas pensam em dar um tempo no relacionamento amoroso com a ideia de se afastar para acalmar os ânimos. Seria algo como respirar ares distintos para sentir se vale à pena continuar ou se o melhor é romper definitivamente. Uma pausa… um momento de reflexão. Não há dúvidas de que essa é uma decisão muito delicada e jamais deve ser tomada no afã das emoções. Até porque, na maioria das vezes, a ideia parte apenas de um dos cônjuges e isso fatalmente causará maior abalo na relação.

Quando um casal chega ao ponto de pensar na possibilidade da separação, mesmo que momentânea, já houve muito desgaste e graves desentendimentos. Manter a serenidade não é tarefa fácil em situações em que as emoções estão exacerbadas, o envolvimento intenso da pessoa compromete o seu discernimento. É bom que se tenha em mente que qualquer atitude precipitada pode trazer resultados totalmente adversos e piorar ainda mais a situação. Portanto, todo o esforço em manter o equilíbrio emocional é altamente recomendável.

Em alguns casos a distância pode ser uma boa solução para superar um momento crítico, mas vale considerar que trata-se de uma atitude radical e, como tal, terá consequências. Principalmente se o casal tem filhos é fundamental que leve em consideração que todo o universo familiar vai sofrer uma transformação, portanto, esse deve ser um ato responsável e muito bem pensado. Uma reflexão importante a fazer antes de pedir um tempo ao cônjuge é avaliar que o parceiro, considerando seu pedido como um fim, pode aproveitar esse período para reformular a própria vida e, talvez, essa relação deixe de fazer sentido para ele. Quem pede um tempo tem que prever a possibilidade de se arrepender e perder a chance de voltar.

Entretanto, o mais importante a ser considerado é se ainda existe um sentimento afetivo ligando o casal, em caso afirmativo talvez seja melhor e menos traumático buscar uma solução conjunta. Claro que certa distância emocional é importante para restabelecerem a calma e elaborarem mudanças necessárias na relação. É essencial buscar momentos de calma para um diálogo respeitoso e maduro; elaborar estratégias para surpreender positivamente o outro e agradar a ambos.

Se o amor ainda prevalece, assim como o respeito, a admiração e a vontade de melhorar o relacionamento, penso que não há sentido em abrir maior espaço para discórdia e desunião. Buscar ajuda profissional para superar a crise juntos, dedicando-se um ao outro, certamente, fortalecerá a união e trará maior alegria e realização ao casal.

É melhor dar um tempo?2021-11-01T15:39:10+00:00
3 05, 2021

Mãe não é quem gera, nem quem cria… Mãe é quem ama.

2021-05-03T19:04:34+00:00

Seria o amor materno realmente diferente dos demais? É, sem dúvida, uma forma de amor com qualidades especiais. Acredito que, na verdade, é um exercício para o desenvolvimento de um sentimento superior. Um exercício porque ao contrário do lhe foi imposto, a mulher não nasce mãe, ela precisa desenvolver em si o sentimento da maternidade. A mãe é um ser humano em trânsito evolutivo, como qualquer outro e, portanto, pode ser alguém com grandes dificuldades de relacionamento interpessoal. Pode até ser um espírito agressivo, inferior, mau. Infelizmente, não falta provas disso em nosso mundo.

É interessante notar que o amor maternal, sendo atributo da alma, pode se manifestar mesmo onde não haja laços consanguíneos. É assim que muitas mulheres direcionam esse sentimento a seres que não se formaram em seu organismo, como enteados, sobrinhos e filhos adotivos. A mãe adotiva pode amar seu filho tanto ou mais que a mãe biológica, porque o desenvolvimento do senso da maternidade tem grande amplitude.

Levando em consideração que mães não são seres perfeitos, muito menos possuem superpoderes, a mulher deve procurar sempre analisar sua relação com os seus filhos, observando os aspectos negativos da própria personalidade. Deve ser capaz de reconhecer erros e pedir desculpas e se aprimorar cada vez mais, assim também ensinando seus filhos a não exigir delas um desempenho perfeito ou habilidades sobre-humanas. Agindo assim colaborará para a formação do caráter do filho que, então, reconhecerá e enaltecerá o que há de melhor em sua mãe, aceitando as suas imperfeições.

De forma geral podemos definir uma boa mãe como aquela que consegue, mesmo diante das dificuldades, ter afeição para doar, dizer palavras de incentivo e apoio, dialogar, ouvir com empatia, além de reconhecer os próprios erros e promover alegria na interação familiar. É preciso ressaltar que uma boa mãe supre as necessidades de educação e segurança de seu filho; em qualquer situação sempre coloca o seu bem-estar sempre em primeiro lugar.

A maternidade não é tarefa fácil, longe disso! Só a mulher que, realmente, almeja ser uma mãe dedicada deveria se colocar nessa missão. Entretanto, é fundamental que se diga: se a tarefa é grande; maior ainda é a recompensa. Mães que se esmeram nesse ofício e colhem os frutos recebendo amor de seus filhos, entendem sobre o que digo.

Que as mães da Terra sejam sempre muito abençoadas.

Mãe não é quem gera, nem quem cria… Mãe é quem ama.2021-05-03T19:04:34+00:00
31 07, 2020

Você é um bom pai?

2020-08-01T03:03:00+00:00

O papel dos pais tem mudado muito em nossa sociedade; hoje é possível observar que fazem questão de participar de forma ativa na educação e cuidados com os filhos. Claro que não existe pai perfeito, mas algumas atitudes são fundamentais.

Presença é mais que proximidade

Não se trata apenas de estar junto, mas acompanhar e participar da vida do seu filho, construindo elos de confiança e afetividade. Carinho, atenção são essenciais e contribuem para efetivar uma relação amorosa entre você e ele.

Ser autoritário não, ter autoridade sim

Não se trata de ser autoritário, mas de ter autoridade. É importante manter o poder paterno que faculta, entre outras coisas, a segurança que sua criança precisa. A relação afetiva e amigável com o seu filho não deve fazer com que você se torne excessivamente permissivo.

O exemplo é o que se impõe

Como todo educador, o pai deve estar atento aos exemplos que transmite. Bom lembrar que um bom pai é, necessariamente, um bom homem, um bom cidadão. Suas ações sempre serão muito mais efetivas do que suas palavras. O que você fala para seu filho é tido como certo; se você fala e não age, ele perderá a confiança em você.

Diálogo é construção de amor

Desde as primeiras fases da vida de seu filho acostume-se a falar com ele, assim, conforme ele cresce, cria o hábito de conversar com você. Elogie mais e critique menos. Dando ênfase ao que seu filho faz de bom você o tornará mais acessível quando precisar ouvir críticas. Pais que só criticam criam barreiras, muitas vezes intransponíveis, entre eles e os filhos.

Autenticidade é fonte de respeito

É essencial que seu filho reconheça a sinceridade em seus atos e palavras. Mesmo que possa parecer duro em algumas situações, a sua autenticidade fará de você um pai respeitado e justo. Assim, quando errar, peça desculpas, exemplifique humildade. Dessa forma ele crescerá sabendo que você pode errar, mas aceita isso e busca se redimir.

Algumas situações na vida não podem ser mudadas, não importa quanto você se esforce. O importante é que seu filho perceba que você procura sempre dar o melhor de si por amor a ele.

Espero que você possa responder “sim” à pergunta do título e que, então, tenha um Feliz Dia dos Pais!

Você é um bom pai?2020-08-01T03:03:00+00:00
6 08, 2018

A família e a harmonia interior

2018-08-06T22:44:28+00:00

Suely Buriasco

Entre os elementos fundamentais na satisfação do ser humano, a família tem, sem qualquer dúvida, papel de grande relevância. E não é de se espantar, afinal é no grupo familiar que buscamos a paz que precisamos para enfrentar as asperezas do mundo.

Só que, infelizmente, nem sempre as coisas são assim; o aconchego familiar tem sido comumente minado pela incompreensão e intolerância. Na falta de análise sobre o que realmente é importante na vida, muitas pessoas se revoltam e comprometem a tranquilidade familiar.

Muitas vezes, não basta ter razão; é preciso compreender as diferenças de entendimento e até o nível de consciência de cada um e conciliar a situação, mesmo que para isso seja necessário distanciamento. Afinal, a grande vantagem não é ter razão e sim promover a harmonia familiar. É preciso ter em mente que mesmo você considerando uma verdade, ela pode não ser assim para os outros membros e é preciso aprender a lidar com isso.

O respeito às diferenças é fundamental para o bom convívio com qualquer pessoa, mas especialmente em família. É mais fácil respeitarmos pessoas estranhas; difícil é considerar as que temos maior intimidade. Conviver com pessoas que pensam de outra forma é um desafio que precisa ser enfrentado com muita coragem. Trata-se de tolerar a cada dia atos e palavras com os quais você não concorda e mesmo assim não se deixar contaminar ou ofender. Muitas vezes é ter mesmo um olhar de compreensão para o que não se aceita.

Desenvolver a amizade pelas pessoas que amamos é um ótimo ingrediente para a tranquilidade familiar. A amizade inspira a compreensão que necessitamos e promove o entendimento, criando elos empáticos capazes de transformar as relações. Não podemos mudar as outras pessoas, mudanças só se operam de dentro para fora, no entanto, sempre será possível inspirar boas reflexões nesse sentido. Isso é muito mais que um direito; é, sobretudo, um dever.

Quando concluímos o quanto a harmonia familiar nos fortalece e revigora diante do torvelino da vida, entendemos que cuidar dessas relações é cuidar de nós mesmos!

A família e a harmonia interior2018-08-06T22:44:28+00:00
29 01, 2018

Diálogo – Ferramenta de Combate á Violência

2018-01-29T20:39:21+00:00

Suely Buriasco

A omissão dos pais em relação a qualquer problema que se refira aos filhos é gravíssima. Ninguém pode educar se omitindo; mas as palavras e atitudes impensadas na hora de repreender um jovem, uma criança, são extremamente prejudiciais, principalmente quando insuflam a violência.

É importante observar o comportamento do jovem em casa e na escola, principalmente quando ele apresenta alguns sinais de agressividade, quando reage com impaciência e grande excitação às situações corriqueiras; quando expressa violência contra amigos e familiares e age sem sentir-se culpado. Esses são fortes indícios de que existem problemas que merecem muita atenção.

Por não ter uma mente formada e ideias próprias, crianças e adolescentes podem ser influenciados pelos amigos ou mesmo pela mídia: novelas, jogos e etc. Isso pode fazer com que eles desenvolvam um comportamento agressivo, aderindo a essas influências sem pensar nas consequências.

Nesse momento o papel do diálogo no lar é de extrema importância. Não adianta simplesmente proibir o contato com determinadas pessoas, ou proibir jogos de videogame, ou algum tipo de filme; a conversa esclarecedora, explicar os motivos e ouvir do jovem o que ele pensa sobre aquilo é fundamental e fará total diferença.

Diante da manifestação violenta dos filhos é imprescindível saber agir da maneira certa, dentro de alguns limites que definem o diálogo como instrumento de entendimento. Esse limite é a mansuetude que é a verdadeira autoridade. Pais que possuem autoridade não gritam, não fazem chantagem, não são violentos, muito menos humilham seus filhos. Cobram com calma e determinação e são respeitados.

Às vezes, os pais sentem que o diálogo não surte efeito e tornam-se impacientes, mas é de extrema relevância que compreendam que a violência nunca é recomendável; quando os pais partem para a agressividade é porque já perderam a razão.

Pais agressivos alimentam a agressividade dos filhos. Quando o diálogo é dificultado e os pais sentem que não está dando resultado, o melhor é dizer ao filho que vai pensar sobre o que está acontecendo e pedir que ele faça o mesmo. Nesse ínterim é importante analisar o que não está funcionando e mudar antes de uma nova conversa. O diálogo sempre dá resultado, a forma de dialogar é que pode não estar funcionando.

E é preciso lembrar ainda que os pais são exemplos para os filhos, afinal, a fruta nunca cai muito longe do pé!

O primeiro contato de uma criança com o mundo é através dos pais, é neles que ela se espelha no início da vida.

Por isso, a postura de você que é pai, que é mãe, precisa ser sempre educativa, esclarecedora. Impor limites sim, mas com disciplina e afeto.

 

 

 

Diálogo – Ferramenta de Combate á Violência2018-01-29T20:39:21+00:00
6 11, 2017

5 maneiras de estimular a autoestima dos filhos adolescentes

2017-11-06T17:42:46+00:00

Suely Buriasco

A adolescência é um período de grandes mudanças físicas e emocionais próprias desse período em que os hormônios estão, literalmente, em ebulição. Soma-se a isso a pressão social, muitas vezes, afetando a autoestima e comprometendo o bem-estar dos jovens.

Muitos adolescentes se esforçam para serem aceitos, tanto pelo mundo exterior, incluindo o virtual, como por eles próprios. Os pais desempenham um papel muito importante para a construção do senso de si próprio de seu adolescente. Aqui estão 5 maneiras de ajudar a promover esses traços:

1. Defina limites

É fundamental estabelecer regras e expectativas firmes que se adaptem ao estilo de vida e aos valores da sua família. Por mais que o adolescente reclame, a disciplina dos pais é uma forma de se sentirem seguros e protegidos. Regras claras demonstram o quanto você valoriza seu filho e isso é essencial na construção da autoestima dele.

2. Seja generoso

Muitos pais se concentram no lado negativo das atitudes do filho, isso só piora a insegurança dele e pode provocar revolta também. Se você só critica ele vai querer reforçar esse conceito, nem que seja por pirraça. Fale sobre as coisas positivas que seu filho realizou e ofereça elogios específicos e sinceros. Incentive e motive seu filho a ser e fazer cada vez melhor, reconhecendo os seus esforços.

3. Critique de forma construtiva

Ninguém gosta de ter seus erros apontados, particularmente se feito com raiva. Escolha como você critica seu adolescente com sabedoria e lembre-se de fazê-lo sempre em particular. Se seu filho não foi bem na prova não diga: “Só poderia ser assim, você fica no celular o tempo todo”. Experimente dizer: “Parece que você está com problemas com a organização do seu tempo, que tal ficar em silêncio na hora de estudar?”. A forma com que se diz algo faz toda a diferença.

4. Considere suas opiniões

Incentive a tomada de decisão incluindo opiniões de seu filho adolescente nas questões familiares diárias. Faça perguntas para levantar as ideias dele e escute, realmente, o que ele diz e demonstra. Não é um bom sinal se ele aceita tudo calado, mesmo que obedeça. Encoraje seu filho a questionar ideias e argumentar.

5. Incentive os talentos particulares

É natural que os pais desejem o melhor para os seus filhos, mas não podem sonhar por eles. Nessa fase é comum que o jovem pareça alheio a tudo, você pode ajudá-lo a descobrir e desenvolver seus próprios talentos. Caso não se sinta apto para isso procure ajuda profissional. Se seu filho sabe que você o apoia, lembrando que isso inclui disciplina, então será capaz de ser mais bem-sucedido e se sentirá confiante e mais seguro em suas decisões.

Seguindo essas dicas é muito provável que você colabore efetivamente para melhorar a autoestima de seu filho e prepará-lo para se tornar um adulto confiante e feliz.

5 maneiras de estimular a autoestima dos filhos adolescentes2017-11-06T17:42:46+00:00
10 07, 2017

Família: Árvore de raízes profundas

2017-07-11T20:45:01+00:00

Por Suely Buriasco

Minha tia Candinha gosta de repetir essa definição de família elaborada por seu cunhado Jarbas, irmão do nosso saudoso tio Elias: “Família é uma quadrilha organizada em nome do amor”. Realmente tem todo sentido. O clã familiar não é uma organização perfeita e nem poderia ser já que é formada por seres humanos, mas mesmo sendo uma “quadrilha” o que vale é que seja unida pelo amor.

Conceição e Ormenzindo representam o tronco de uma família que se tornou muito grande com o tempo. Tiveram 10 filhos: 6 meninas e 4 meninos que formaram suas próprias famílias, ramificando mais e mais a árvore dos “Borges de Oliveira”. Sou muito grata por fazer parte dessa árvore e sorver a seiva de tantos exemplos de dignidade, fé, amor e respeito ao próximo. Esse ano faz 30 anos que a vovó Conceição e o vovô Ormenzindo partiram fisicamente, num intervalo de apenas dois meses. Deixaram um grande vazio que tem sido preenchido pelos ensinamentos que são passados pelas gerações que se seguem. A prova disso é o quanto os netos, bisnetos e tataranetos, que sequer os conheceram, continuam a vibrar por cada encontro familiar.

Duas vezes por ano a família se movimenta, os irmãos se encontram e toda a grande árvore familiar se sacode em ritmo de comemoração. Julho é o “Esquenta”; janeiro o “Encontro”. Duas festas que são preparadas com grande alegria e dedicação: encontro dessa quadrilha unida pelo amor. São momentos indescritíveis, fonte de energia benfazeja que inunda todos os presentes, hoje várias gerações. Os que não podem ir, mandam mensagens, vídeos e vibram com as notícias da festa; os que vão se emocionam, divertem e renovam a alegria e união familiar.

São dois encontros físicos, mas via internet, em um grupo social, nos falamos todos os dias transmitindo e recebendo vibrações carinhosas e ensinamentos inesgotáveis dos filhos da D. Conceição e “Seu” Ormenzindo. Trocamos notícias, fotos e comentários relevantes para que todos estejam à par de tudo o que está acontecendo na grande árvore familiar. Comemoramos juntos aniversários, vitórias pessoais e brindamos a cada nascimento de novos ramos. Tudo com muita alegria e amor assim como fazia a vovó Conceição que não conheceu esse recurso digital, mas sempre fez essa rede familiar funcionar através de cartas que mantinham todos ligados.

E é assim que seguimos fortificados por nossas raízes e nos mantemos firmemente ligados ao troco que nos sustenta e inspira. Herança de Conceição e Ormenzindo que prospera e fecunda incessantemente. Gratidão vovô e vovó!

Família: Árvore de raízes profundas2017-07-11T20:45:01+00:00
4 04, 2016

Felicidade no casamento – Realidade inspiradora

2016-04-04T21:52:18+00:00

Por Suely Buriasco

suelyVivemos na época do instantâneo e essa velocidade, muitas vezes, acaba por influenciar os relacionamentos que começam de súbito e, não raras vezes, terminam da mesma forma. A explicação que surge comumente é: “não deu certo”. O que muitos parecem desconsiderar é que um relacionamento feliz não acontece simplesmente, é necessário despender tempo e esforço na sua edificação.

Sou uma pessoa que acredita no amor como alavanca de vida e tenho muitos exemplos que amparam essa minha crença. Muitos colho na vida, riquíssimas demonstrações de amor genuíno e pleno de sabedoria, outros em contato com amigos virtuais que pela afinidade de ideias parecem sempre muito próximos. Esse é o caso de uma pessoa que admiro muito por suas postagens elucidativas e equilibradas. Com a permissão do Sr. José Barbosa Leite copio aqui sua doce mensagem:

“O amor entre um Homem e uma Mulher, é a mais linda manifestação dos nossos melhores sentimentos. Quando fazemos amor com a mulher que amamos, pomos tudo quanto há de puro em nosso íntimo, no entrelaçamento dos corpos e dos espíritos unidos no mesmo êxtase. Por isso, entendo que amar não é desejar. Porque, após o sexo, com a satisfação dos sentidos, desaparece o desejo, mas o verdadeiro amor permanece na continuidade da meiguice, da doçura, do carinho e da parceria. O amor desafia o tempo, e as convenções humanas. É sempre compreensivo sem exigir nada de volta, renuncia a si mesmo, não se preocupa com a beleza externa nem com o viço da juventude, porque, o desejo situa-se neste nível de entendimento, muito acima do prazer meramente carnal. O verdadeiro amor sacrifica-se para que a luz da pessoa amada brilhe para sempre, o que faz com que para um Homem de oitenta anos, sua esposa também de oitenta anos, como em um passe de mágica brilhe em corpo, fisionomia e espírito como quando tinha vinte anos, na manifestação deste suave desejo, pois, nunca haverá necessidade de estimulantes químicos, quando a química do amor verdadeiro já aconteceu a muitos anos”.

A mensagem é acompanhada por uma foto tirada por ele mesmo do jardim da filha onde vemos duas cadeiras postadas lado à lado – Na foto, como na vida, Dê e José Carlos Leite esbanjam afeto e parceria. Ser feliz é apenas questão de prestar atenção na felicidade.

Sem mais!

Felicidade no casamento – Realidade inspiradora2016-04-04T21:52:18+00:00
1 02, 2016

O que faz um treinador de relacionamentos e quando procurá-lo?

2016-02-01T16:42:03+00:00

Por Suely Buriasco

Mais conhecido como conselheiro matrimonial, o treinador de relacionamento ou Personal Life é um terceiro imparcial que busca facilitar relacionamentos que estejam passando por dificuldades. Particularmente eu não uso a denominação que direcione a pessoa a procurar conselhos; como treinadora uso os fundamentos da Mediação de Conflitos que é exatamente abstrair-se o máximo possível de influenciar a decisão de meus clientes.

Alguns escolhem ser atendidos separado do cônjuge, outros preferem que se unam as duas formas para encontrar o consenso necessário e comportamentos mais saudáveis para o seu relacionamento. De qualquer forma é sempre o cliente que direciona o que deseja, o treinador apenas o orienta através de algumas técnicas de reflexão, a partir disso adéquam o comportamento aos resultados que desejam.

Buscar um treinador de relacionamentos requer alguns cuidados como conhecer seu trabalho e se identificar com ele, por isso é sempre recomendável uma pesquisa prévia e uma consulta inicial que muitos, assim como eu, fazem tanto no escritório, como via Skype. Esse último recurso é muito interessante porque além da comodidade, ainda é mais barato e independe do lugar onde o cliente mora.

Também é importante entender que não se trata de terapia de casais, caso seja necessário o treinador encaminha para um profissional dessa área. O que se busca nesse método é a melhoria da comunicação do casal, bem como do comportamento de cada cônjuge, visando um relacionamento mais respeitoso e feliz. Dessa forma, o treinador é também um mediador do casal, que objetiva facilitar o diálogo e as reflexões que possam levá-los a alcançar o objetivo alcançado

Você deve procurar um treinador ou mediador de conflitos quando não estiver conseguindo se entender com o seu parceiro ou parceira; quando os ruídos da comunicação estejam tão altos que vocês não consigam mais ouvir um ao outro, ou seja, quando você diz algo e ele ou ela entendem completamente diferente e vice-versa. Normalmente isso é resultado de mágoas e ressentimentos por situações mal resolvidas do passado que continuam a atuar no presente de forma a trazer prejuízo pessoal e da relação.

É importante que se diga que esse é um processo confidencial e totalmente sigiloso, inclusive entre os próprios cônjuges, quando são atendidos separados, sendo esse um grande diferencial para que os cônjuges se sintam à vontade para tratar de suas dificuldades. O tempo do processo também depende dos clientes e da forma como se sentem atendidos, mas costuma ser mais rápido do que outros métodos tradicionais, pois trata de questões pontuais com foco no futuro.

Se pudéssemos resumir a abordagem dos treinamentos em uma só questão seria: “Até agora foi assim, mas é daqui para frente, como vocês querem que seja?”.

O que faz um treinador de relacionamentos e quando procurá-lo?2016-02-01T16:42:03+00:00
22 12, 2015

Curtindo às vésperas

2015-12-22T13:59:26+00:00

Por Suely Buriasco

Estamos contando os dias para o Natal, momento de festa, bate-papo com a família e os amigos, boa comida e bebida, presentes.

Para esta festa enfeitamos a casa, ouvimos músicas típicas, comemos panetones, nozes, compramos os presentes e os ingredientes para a ceia.
É uma festa que por muitos é vista pela ótica das crianças, essa que nunca devemos perder.

Pouco importa se já somos adultos, se temos conflitos na família, se presentes foram mal retribuídos, ou se sofremos decepções com as pessoas.

Podemos ainda assim envolver-nos com a magia do Natal.

Quando já não há ilusão, não há necessariamente tristeza.

As pessoas são como são e não há nada a fazer.

Não temos porque nos surpreender, a vida real ainda assim pode nos oferecer oportunidade de real conexão com as pessoas, momentos em que aprendemos com elas, trocamos informações e experiências, respeitamos as diferenças.

O importante é seguirmos curiosos, o que aquela pessoa tem de diferente que, gostando ou não, eu posso aprender algo?

Não somos responsáveis pelo que não gostamos nos outros, mas somente pelo que não gostamos em nós.

Com esse foco, além de preparar o Natal, esse aniversário de Jesus onde todos se presenteiam, podemos refletir sobre o que podemos mudar em nós mesmos.

Claro que já tentamos em anos anteriores e não conseguimos, mas pode ser que agora seja o momento, que agora estejamos mais maduros, experimentes, prontos para aquela mudança real. Voltar para o inglês, tentar um exercício físico novo, uma pós-graduação quem sabe? Agora é a hora, esqueça as lamentações do que não foi feito e foque no que pode ser feito.

É tempo de renovar sonhos. Não fosse a vida cheia de etapas e recortes de tempo, por certo nos esqueceríamos da necessidade de renovação.

Tire algumas horas, fique em silêncio, em um canto só seu. Reflita sobre a pessoa que você quer ser e o que você pode fazer para que ela se torne real. Perdoe os seus familiares, perdoe qualquer tipo de conflito, aprenda com os erros, ainda que seja os erros dos outros e construa a pessoa que você quer ser.

Curtamos o momento, com foco em nós mesmos, pés no chão, mas de pé direito!

Curtindo às vésperas2015-12-22T13:59:26+00:00
18 12, 2015

Lidando com a licença maternidade

2015-12-18T19:02:32+00:00

Por Suely Buriasco

O fim da licença maternidade é sempre uma etapa muito difícil para as mães, principalmente àquelas de “primeira viagem”. E não poderia ser diferente afinal, pela primeira vez desde a descoberta da gravidez, ela tem que afastar do bebê para voltar ao trabalho.

Existe uma gama muito grande de preocupação em relação ao bem-estar do bebê. Para que esse período de transição seja menos traumático é importante que providências práticas sejam planejadas com antecedência, pois, o bebê precisa de alguém que esteja disponível e que lhe dê segurança, esse vínculo é muito importante e deve ser permitido e alimentado pelas mães na volta ao trabalho. Caso não haja um familiar mais próximo que possa cuidar do bebê, os pais precisam visitar creches e berçários em busca daquele que melhor poderá dar a melhor assistência.

As dificuldades da mãe no campo emocional são intensas, pois, o medo de que a criança perca o vínculo com ela ou que a substitua é uma tortura muito comum nesse período. Difícil abandonar a ideia de que só a mãe é capaz de cuidar de seu filho com excelência. Isso implica num sentimento muito grande de culpa. Nesse momento a participação do pai é fundamental.

É fundamental que as empresas estejam conscientes da complexidade desse período e criem programas que visem uma jornada mais flexível de trabalho. É preciso que se observe não só os horários de amamentação, como também possíveis interrupções nas rotinas de trabalho para acompanhamento do bebê em caso de necessidade. Um recurso muito interessante também é que se inclua nos programas o apoio psicológico necessário para que a mãe trabalhadora supere as dificuldades desse momento.

Com o crescimento da mulher no mercado de trabalho as empresas precisam criar políticas que facilitem a vida das colaboradoras. Os benefícios, certamente, serão para ambos.

De resto, o importante é que a mãe busque superar a perturbação normal do período, entendendo que essa ausência não será motivo de qualquer ruptura do vínculo com o filho. A qualidade do tempo juntos garantirá tudo o que mãe e filho precisam para se sentir seguros e felizes.

Lidando com a licença maternidade2015-12-18T19:02:32+00:00
2 10, 2015

Como superar o momento em que os filhos saem de casa

2015-10-02T16:46:42+00:00

É inevitável passar pela sensação de vazio quando os filhos partem para a própria vida, afinal foram muitos anos de dedicação e casa cheia, mas é possível contornar a situação.
Veja entrevista no site Sempre Família com Suely Buriasco sobre esse assunto.

http://www.semprefamilia.com.br/como-superar-o-momento-em-que-os-filhos-saem-de-casa/

Como superar o momento em que os filhos saem de casa2015-10-02T16:46:42+00:00
11 09, 2015

2015-09-11T22:37:13+00:00

Por Suely Buriasco

 amor-nao-excluiGosto das postagens que falam sobre animais e todo o bem que eles representam na vida das pessoas e tenho convicção disso. Muitos estudos comprovam que a estima por animais é capaz de promover grandes transformações positivas nas pessoas. Um estudo da Universidade de Miami, liderado por Allen McConnel publicado no site do Journal of Personality and Social Psychology, concluiu que pessoas que possuem animais de estimação “têm mais qualidade de vida e conseguem resolver melhor diferenças individuais que as que não têm animal de estimação”.

Portanto, nada convincente são as afirmações do tipo: “Gosto mais de animais do que pessoas” ou “os animais são melhores do que as pessoas”. Acho que isso merece maior reflexão, afinal porque o amor aos animais precisa excluir o amor aos nossos semelhantes? Então me dizem que os animais, em especial os cães, são mais amorosos, fieis e companheiros. Eu não entendo a comparação entre seres tão diferentes. Concordo sobre a doçura de muitos cães e a forma como são domesticados podem, realmente, fazer deles grandes amigos. Só não entendo porque isso exclui a possibilidade de encontrar boas companhias humanas.

Mas nesse ponto as diferenças são mesmo gritantes; para você ter uma boa companhia animal, basta dar-lhe amor e supri-lo de suas necessidades. Isso não é o bastante no trato com seres humanos; as diferenças de personalidade, de crenças, sentimentos e manifestações fazem desse convívio muito mais complexo. No sentimento de amor ao semelhante é fundamental compreendê-lo, sentir empatia por ele e admirá-lo, mesmo reconhecendo suas falhas e desacertos.

Para amar alguém é preciso antes de tudo olhar para dentro de nós mesmos e reconhecer nossas dificuldades. Só é possível amar um semelhante quando somos capazes de olhar para ele com os mesmos olhos que nos vemos. Isso pode ser muito difícil, afinal exige o enfrentamento íntimo com a conclusão do quanto precisamos mudar, evoluir e purificar os nossos próprios sentimentos. Para amar outro ser humano precisamos, realmente, nos qualificar.

Assim, eu acredito que o amor aos nossos animais nos envolve em bons sentimentos, mas jamais exclui o amor e a busca de convívios harmônicos com as pessoas. Pelo contrário, o sentimento se universaliza e se amplia à todos os seres vivos, de forma que estejamos em contato com a nossa essência natural, essa sim capaz de nos trazer verdadeira felicidade.

Amor que é amor só acrescenta!

 

2015-09-11T22:37:13+00:00
12 08, 2015

A “saia justa” dos grupos nas redes sociais

2015-08-12T20:49:31+00:00

Por Suely Buriasco

11831735_1052096201482204_5013351606902003837_nSe as postagens públicas nas redes sociais são comumente alvo de comentários inoportunos e, até mesmo violentos, imagine nos grupos fechados, onde as pessoas se sentem ainda mais livres para escrever o que bem entendem. Não é por menos que as reclamações se multiplicam e muita gente não sabe mais como sair dessa “saia justa”.

As pessoas não precisam aceitar, basta que alguém tenha seus contatos e pronto são adicionadas e passam a fazer parte de um grupo virtual que, muitas vezes, é também real, como no caso de membros de família, amigos, companheiros de viagem, parceiros de festa, colegas de estudo ou de trabalho, enfim.  O problema é quando não se tem afinidade com os assuntos ou mesmo não tem tempo suficiente para acompanhar as postagens. Sair é rejeitar o grupo, principalmente quando não são apenas conhecidos virtuais e isso pode causar conflitos reais. Então o que fazer? Pensemos em algumas possibilidades:

1- Você foi adicionado em um grupo de amigos virtuais

Se ninguém o convidou e você não se interessa em participar, não precisa se incomodar com justificativas, basta sair e pronto. Se um conhecido virtual o convidar então você pode se justificar com ele particularmente, dizendo qual a razão pela qual prefere ficar de fora. Caso não queira entrar em particularidades, diga que está sem tempo e não vai conseguir participar.

2- Você foi adicionado em um grupo de amigos reais

Primeiro é bom pensar nas consequências de simplesmente sair, afinal pode não ser interessante causar algum tipo de constrangimento, principalmente se você convive com as pessoas do grupo. Uma opção nesse caso é silenciar as notificações e não se manifestar até que sua ausência não seja mais notada e se alguém questionar essa postura, você terá a chance de se desculpar usando, por exemplo, o argumento da falta de tempo para acompanhar as postagens.

3- Você não gosta do teor das postagens

Grupos de familiares e mesmo de amigos onde dois ou mais passam a trocar palavras ofensivas ou as postagens enveredam para calúnias, fofocas, piadas de mau gosto, pornografia, enfim temas que provoquem seu mau estar, o melhor é sair o quanto antes. Num clima tenso não há necessidade de justificativas, mas você pode escrever uma mensagem do tipo: Estou saindo do grupo, mas continuo à disposição de todos no meu contato individual.

Em todo tipo de situação constrangedora o melhor é usar da assertividade e, de forma educada se postar conforme a própria vontade, afinal, não dá para viver querendo agradar a todo mundo, certo?

A “saia justa” dos grupos nas redes sociais2015-08-12T20:49:31+00:00
9 07, 2015

Filhos ou marido: Amor que se mede?

2015-07-09T15:40:11+00:00

Por Suely Buriasco

Um artigo publicado no jornal The New York Times, em 2005, em que Ayelet Waldman afirma amar mais o marido do que os filhos foi o estopim do sucesso da carreira da escritora israelense, naturalizada americana. Hoje com onze livros publicados, mora com o marido e os quatro filhos na Califórnia e, nesse ano, foi convidada especial da Flip – Feira Literária de Paraty.

Em entrevista à revista Cláudia, Editora Abril, do mês de junho, Ayelet voltou a falar sobre a polêmica forma de “medir” o amor. Ela diz que tem visto muito um tipo que chamou de “maternidade histérica”, em que mulheres colocam todo o seu foco nos filhos, esquecendo de seus maridos. Segundo ela são mães que adoram dizer o tempo todo que amam seus filhos “mais do que tudo no mundo”. Na entrevista, a escritora ressalta o amor que sente por seus filhos e reafirma a paixão pelo esposo. Então ela diz: “Se nós perdermos o foco um no outro, a família também desanda”. Esta frase é de grande sabedoria!

A atração que o filho exerce na mãe é quase irresistível, isso faz parte da natureza humana, pois, o bebê necessita muito dos cuidados maternos. Mas também é certo que muitas mulheres acabam confundindo e transferindo para os filhos uma grande carga emocional. Especialistas afirmam que mães extremamente zelosas e superprotetoras podem causar grande dano na formação de seus filhos. Sem contar que, nesse apego exagerado aos filhos, muitas mães deixam de lado o seu papel de mulher e esposa. O prejuízo na vida conjugal, tanto quanto na vida pessoal e profissional é muito grande e leva muitas mulheres a cobrarem, mesmo que de forma inconsciente, afirmando: “Dou minha vida pelos meus filhos”.
Acho que muitos filhos gostariam de responder que nunca pediram isso.

Bom senso é fundamental em todas as situações, até mesmo na dedicação aos filhos. Para ser uma boa mãe, a mulher não deve prender-se a essa função ou idealizá-la com apego. Muito pelo contrário, uma mulher realizada que mantém sua vida pessoal satisfatória tem maiores chances de manter um relacionamento conjugal e familiar satisfatório. Não se discute a questão de que a missão da maternidade é de suma importância e merece todo empenho, mas não se justifica a forma como muitas mulheres relegam ao esquecimento o relacionamento conjugal.

Por isso a afirmação de Ayelet Waldman gera tanta polêmica e merece mesmo grande atenção. Não se trata de medir o amor, mas de manifestá-lo de forma saudável e equilibrada.

Filhos ou marido: Amor que se mede?2015-07-09T15:40:11+00:00
2 07, 2015

Culpa Materna

2015-07-02T20:02:10+00:00

Quase todas as mães enfrentam o tal sentimento de culpa. O filho ficou doente, separação, adaptação na escolinha… Tudo é motivo de culpa. Mas até que ponto esse sentimento é saudável? Como lidar com esse sentimento?

Culpa Materna2015-07-02T20:02:10+00:00
26 05, 2015

Marido dá mais trabalho do que filhos, garante pesquisa

2015-05-26T21:58:13+00:00

Por Suely Buriasco     

maridoAs coisas parecem não ir nada muito bem para o lado dos maridos, pelo menos é o que deixaram claro as sete milhões de mulheres pesquisadas pelo site Today.com. Elas afirmam que os maridos as estressam mais que filhos e o trabalho. A pesquisa foi publicada no Yahoo Mulher no último dia 13.

A gentil leitora que me marcou nessa publicação se juntou a várias outras mulheres que comentaram: “Eu já sabia”. As reclamações são muitas e vão desde a displicência com as tarefas do lar, a falta de consideração pelas esposas, até o comportamento infantil de muitos maridos que se mostram mais crianças do que os próprios filhos.

Os números são alarmantes, por isso seria muito indicado maior atenção, principalmente dos homens nesse sentido. Muitos maridos e pais de família ainda acham que as responsabilidades com as tarefas do lar, incluindo o cuidado com os filhos, são especialidades femininas. E pior, muitos consideram o casamento como garantido e não dão atenção às atitudes de suas esposas que comprovam que ela não está nada feliz.

Atenção maridos – Essas dicas muito simples podem reverter essa situação:

1- Observe o comportamento de sua esposa Ela tem se mostrado muito cansada ou estressada? Reclama muito? Procure compreender o que se passa com ela e avalie o que você poderia fazer para deixá-la mais relaxada e tranquila. 

2- Divida tarefas domésticas Muitos homens afirmam que passaram a se sentir melhor e observaram o mesmo com suas esposas, depois que se coloram dispostos a ajudar. Ficar com as crianças enquanto ela se ocupa de outra tarefa como: ir ao salão de beleza, sair com uma amiga; lavar louça, contribuir com a arrumação da casa, são alguns exemplos básicos que fazem grande diferença.

3- Valorize sua esposa A grande maioria das reclamações femininas refletem a falta que sentem do reconhecimento de seus esposos. Todo ser humano precisa sentir que é valorizado, especialmente pelas pessoas que ama. Assim, elogie as qualidades de sua esposa, procure não sobrecarregá-la conservando as coisas limpas e em seus lugares e, principalmente, demonstre o quanto você enxerga e valoriza os esforços dela. Casamento feliz é o que satisfaz o máximo possível ambos e, não se enganem os maridos: esposas insatisfeitas não contribuirão para o seu bem-estar. Aqueles que acreditam que o estudo assim não lhes diz respeito, podem ser os que estão mais acentuadamente na área de risco. Um marido que se preocupa com a satisfação da esposa contribui efetivamente para a satisfação própria e de toda a família.

Recado dado!

Marido dá mais trabalho do que filhos, garante pesquisa2015-05-26T21:58:13+00:00
2 04, 2015

Não, eu não quero (só) chocolate!

2015-04-02T20:09:46+00:00

Por Suely Buriasco

pascoaNada contra chocolate, aliás eu adoro, meu protesto é em relação à inércia, a falta de atitude e a acomodação que muitas vezes toma conta de nossas vidas. Não, eu não quero ser assim. Eu não quero olhar para aquele monte de ovos expostos no comércio e pensar que foi o coelhinho que colocou lá. Também não é nada contra a magia infantil da comemoração, o que me incomoda é a falta de discernimento, o contraditório, o “faz de conta” dos adultos e isso não se refere apenas a ovos de chocolate pendurados, muito menos ao coelhinho.

A Páscoa foi incorporada às comemorações cristãs como símbolo da ressurreição do Cristo. No entanto, já era comemorada muito antes pelos chamados pagãos, representando a fertilidade e a vida. A palavra ressurreição significa literalmente “levantar; erguer”. Somando-se os significados podemos concluir que a Páscoa, independente da religião, é uma festa que representa a superação, o crescimento e a edificação de uma vida pautada em conceitos mais nobres. Para os cristãos o significado é acrescido das lições do Cristo, como o seu grande mandamento: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”.

Os anos passam e pouca coisa muda, corridas atrás dos chocolates, reclamações dos preços e a maioria sem poder comprar. Também tem os que choram a falta de alguém com o qual não poderá mais passar a data ou as intrigas que afastam familiares. Enfim…

Hoje ao pensar no que escrever sobre a data resolvi que não quero comentar nada disso, prefiro comemorar levantando algumas avaliações sobre minha vida. Será que o símbolo do renascimento tem provocado algo nas minhas ações? Eu tenho crescido como ser humano? Tenho edificado meu caminho de forma a ser digna a designar-me uma cristã? Tenho aproveitado da melhor forma todas as possibilidades que me são apresentadas?

Essas e outras perguntas serão o meu presente nessa Páscoa, porque eu quero muito mais para a minha vida e sei que, dessa forma, posso influenciar pessoas a fazer mais por elas também. Ninguém é feliz sentado num sofá comendo chocolate; precisamos de muito mais. O mundo está carente do ensinamento da Páscoa: o renascer, o erguer, o crescer por e pelo amor.

Essa é a Páscoa que lhe desejo!

www.suelyburiasco.com.br

Não, eu não quero (só) chocolate!2015-04-02T20:09:46+00:00
22 12, 2014

2014-12-22T16:07:10+00:00

Por Suely Buriasco

frase3Percebo que, com o tempo, as pessoas parecem vivenciar de forma diferente o Natal, mas nem sempre isso significa que a celebração se torna mais madura, como se poderia prever. O que se observa é que para muitos, conforme vem a idade, essa época do ano os faz sentir cada vez mais tristes.

Motivos não faltam: comparação com épocas passadas; pessoas da família que não estão mais presentes ou porque morreram ou por morar longe; filhos que cresceram, fizeram suas próprias famílias e agora celebram com ela; problemas financeiros, conflitos familiares e tantos outros.

Quando crianças saber que era Natal bastava e, mesmo sem grandes festas ou presentes, era sempre motivo de alegria, porque nessa época não havia maiores preocupações. As crianças têm muito a nos ensinar! Não foi a magia que acabou e sim a forma de ver a situação; sendo uma questão de ótica existe outras maneiras que podem ser vislumbradas.

Motivos também não faltam: se é verdade que houve perdas, também o é que ganhos se somaram; mesmo sentindo a falta de alguns, outros afetos se agregam; as crianças cresceram, mas possivelmente outras nasceram ou estão por nascer; lidar com problemas financeiros e conflitos familiares são aprendizados importantes e existem muitas outras razões a serem enumeradas.

O espírito do Natal pode ser a alavanca que nos impulsiona a encarar essa data com uma visão diferente, muito mais justa e oportuna, já que comemoramos o nascimento do Cristo. Uma visão de conciliação, de empatia com os outros, de enxergar a vida por outros ângulos, de ser mais compreensivo e tolerante com ideias diferentes.

Aproveitar a oportunidade de celebrar com aqueles que estarão ao seu lado nesse Natal, ainda que seja um número menor do que era antes. Porque se formos honestos conosco mesmos, quase sempre, chegaremos a conclusão que gostaríamos que o tempo voltasse, para valorizar cada momento junto aos que não estão mais conosco. Então por que repetir o mesmo erro?

Aproveitar o momento para refletir, porque Natal significa introspecção e espiritualidade. Sem contar que não precisamos olhar muito longe para perceber que se não temos tudo o que desejamos, temos muito mais do que muita gente sequer ousa desejar.

Amadurecer é preciso e quanto mais tempo a pessoa se demora nas margens do significado da época, mais triste será a cada ano. Quando percebemos que, independente de qualquer questão, sempre temos mais a agradecer, então compreendemos que o Natal é uma data a ser celebrada de coração.

Feliz Natal!

2014-12-22T16:07:10+00:00
6 11, 2014

Diálogo: ferramenta no combate à violência

2014-11-06T21:26:03+00:00

Por Suely Buriasco

suelyA omissão dos pais em relação a qualquer problema que se refira aos filhos é gravíssima. Ninguém pode educar se omitindo; mas as palavras e atitudes impensadas na hora de repreender um jovem, uma criança, são extremamente prejudiciais, principalmente quando insuflam a violência.

É importante observar o comportamento do jovem em casa e na escola, principalmente quando ele apresenta alguns sinais de agressividade, quando reage com impaciência e grande excitação às situações corriqueiras; quando expressa violência contra amigos e familiares e age sem sentir-se culpado. Esses são fortes indícios de que existem problemas que merecem muita atenção.

Por não ter uma mente formada e ideias próprias, crianças e adolescentes podem ser influenciados pelos amigos ou mesmo pela mídia: novelas, jogos e etc. Isso pode fazer com que eles desenvolvam um comportamento agressivo, aderindo a essas influências sem pensar nas consequências.

Nesse momento o papel do diálogo no lar é de extrema importância. Não adianta simplesmente proibir o contato com determinadas pessoas, ou proibir jogos de videogame, ou algum tipo de filme; a conversa esclarecedora, explicar os motivos e ouvir do jovem o que ele pensa sobre aquilo é fundamental e fará total diferença.

Diante da manifestação violenta dos filhos é imprescindível saber agir da maneira certa, dentro de alguns limites que definem o diálogo como instrumento de entendimento. Esse limite é a mansuetude que é a verdadeira autoridade. Pais que possuem autoridade não gritam, não fazem chantagem, não são violentos, muito menos humilham seus filhos. Cobram com calma e determinação e são respeitados.

Às vezes, os pais sentem que o diálogo não surte efeito e tornam-se impacientes, mas é de extrema relevância que compreendam que a violência nunca é recomendável; quando os pais partem para a agressividade é porque já perderam a razão.

Pais agressivos alimentam a agressividade dos filhos. Quando o diálogo é dificultado e os pais sentem que não está dando resultado, o melhor é dizer ao filho que vai pensar sobre o que esta acontecendo e pedir que ele faça o mesmo. Nesse ínterim é importante analisar o que não está funcionando e mudar antes de uma nova conversa. O diálogo sempre dá resultado, a forma de dialogar é que pode não estar funcionando.

E é preciso lembrar ainda que os pais são exemplos para os filhos, afinal, a fruta nunca cai muito longe do pé!

O primeiro contato de uma criança com o mundo é através dos pais, é neles que ela se espelha no início da vida.

Por isso, a postura de você que é pai, que é mãe, precisa ser sempre educativa, esclarecedora. Impor limites sim, mas com disciplina e afeto.

Diálogo: ferramenta no combate à violência2014-11-06T21:26:03+00:00
2 07, 2014

Família Perfeita – Que seja a sua

2014-07-02T12:45:55+00:00

suely_familiaPor Suely Buriasco

Todos os relacionamentos merecem cuidados, especialmente os familiares, afinal não se pode negar a importância da família na vida das pessoas. A questão é que, muitas vezes, esse convívio tão íntimo acaba sendo conflituoso por conta das diferenças de personalidade, modo de pensar e agir. Para manter a harmonia familiar é preciso que haja a compreensão de que diferenças são naturais e aprender a lidar com elas é sempre um grande ganho.

Existe uma frase anônima muito usada nas redes sociais que diz: “Relações nunca têm morte natural, elas são assassinadas pelo ego, atitudes e ignorância“. Penso que seja assim mesmo; afinal qualquer relacionamento pelo qual não nos dedicamos, não nos envolvemos e não nos doamos realmente está fadado ao fim. Isso é ainda mais pesaroso quando se trata de elos familiares, pois, quando membros de um clã se deixam arrastar por sentimentos menores e mesquinhos, provocando a desordem e a separação todo o instituto sofre as consequências.

Eu acredito no respeito, na compreensão e na tolerância para manter a unidade familiar, no entanto, para conservar igualmente os elos de afeto e carinho o essencial é aprender a admirar o outro como ele é, aceitando as diferenças e, principalmente, valorizando o que ele inspira de bom e belo em nossas vidas. A admiração é essencial para manter o amor e a união entre as pessoas e é a partir dela que nos tornamos mais compreensivos e tolerantes diante do que não gostamos ou não concordamos.

Importante lembrarmos que a vida familiar embora tenha seus dissabores, não é constituída por eles, muito pelo contrário, é fonte de segurança e paz. Família de verdade é aquela que representa o Oasis, o lugar certo para nos refugiar da aridez do mundo. Mas para que isso aconteça e a nossa família cumpra esse papel é necessário que cada um faça a sua parte, afastando-se do egoísmo e do orgulho exacerbado. O sentimento familiar representa o sentimento do grupo; a união em torno de uma unidade.

Não existe família perfeita pelo simples fato de que não existem pessoas perfeitas. Cada familiar é um ser humano em luta e em aprendizado constante na vida, portanto a família deve ser entendida como o abrigo de almas diferentes que buscam entrelaçar-se, superando todas as dificuldades. E esse é um trabalho de cada um. Assim, faça da sua família a melhor e a mais perfeita!

 

Família Perfeita – Que seja a sua2014-07-02T12:45:55+00:00
11 06, 2014

Sorte no amor é disposição para amar

2014-06-12T01:34:58+00:00

Por Suely Buriasco

namoradosTenho observado uma frase divertida rodando pelas redes sociais: “O segredo para um bom relacionamento é: Beleza e Paciência. Se der certo: Beleza. Se não der: Paciência“. Por mais que pareça piada, infelizmente tem muita gente que parece levar isso muito a sério, entregando para a sorte o futuro de seu relacionamento. “Se der deu“, como se isso não envolvesse uma gama tão complexa de sentimentos e emoções.

Relacionamentos eficazes são construídos ao longo do tempo e não podem ser comparados a um jogo ou a qualquer coisa que se dependa da sorte. Um casamento não dá certo por acaso, e por casamento me refiro a toda união estável com perspectiva de continuidade, mas porque duas pessoas se empenham em harmonizar-se. Bom lembrar que até para ter sorte há que se ter competência; não existe mágica para que as coisas funcionem, existe manejo, trabalho e dedicação. Assim também o é para os relacionamentos.

O namoro é um período muito importante no qual os pares podem avaliar as possibilidades de uma vida em comum. Desde que, claro, haja o amadurecimento necessário para que o casal entenda e valoriza esse momento. Por isso o ideal é que o namoro dure tempo suficiente para que a paixão se equilibre e que ambos possam enxergar as diferenças, elaborando formas de e lidar pacificamente com elas.

Mas o namoro é também uma fase de encantamento que cumpre o papel de unir o casal em todas as etapas do relacionamento. Cultivar momentos de romantismo, diversão e alegria é uma forma muito prazerosa de manter o vigor da relação em qualquer tempo. Por isso é muito importante que desde o início o casal acostume-se a conversar, a ser sincero um com o outro, assim diante das dificuldades não formarão um ambiente psicológico de briga e acusações que impossibilitam a vontade de estar junto e namorar.

Reportar tudo isso à sorte é se colocar em risco de perder oportunidades incríveis de viver em cumplicidade, compartilhando a vida com quem se ama. Parafraseando a frase acima eu diria que os bons relacionamentos precisam sim de beleza e paciência – Beleza que os mantenha enamorados e paciência para cultivar a paz, a harmonia e a felicidade.

Feliz dia dos Namorados!

Sorte no amor é disposição para amar2014-06-12T01:34:58+00:00
20 05, 2014

Fim do Casamento – A volta por cima

2014-05-20T13:41:02+00:00

Por Suely Buriasco

volta por cimaO fim do casamento de Zilú e Zezé de Camargo voltou às manchetes com a divulgação do divórcio que teria acontecido há duas semanas. O relacionamento já tem se mostrado conturbado há muito tempo, não são poucas as especulações sobre as traições de Zezé e agora Zilú declara ter dado a volta por cima.

Esse seria apenas mais um caso, se não fosse entre celebridades, mas o fato e que essa situação é mais comum do que se imagina. Infelizmente não são poucas as mulheres que lutam para manter seus relacionamentos, enfrentando todo tipo de situação. Claro que também já não são poucas as mulheres que se descomprometem com a fidelidade no casamento, mas, de forma geral, ainda são elas que mais sofrem pela traição de seus maridos.

A traição provoca sentimentos de grande dor e confusão emocional, tanto é assim que muitos especialistas comparam essa dor com o luto. E, de certa forma, é mesmo isso, afinal é muito grande a decepção! Zilú toca ainda num ponto crucial quando fala que seu sofrimento foi maior quando soube que Zezé tinha uma amante fixa e foi então “que a casa caiu”, como ela mesma se expressou. Parece comum que mulheres façam distinção entre casos extraconjugais fortuitos e contínuos, talvez porque a ameaça pareça maior no último.

Mas o que realmente merece destaque nessas declarações diz respeito ao fato dela ter lutado pelo relacionamento que teve início na adolescência, enfrentado muitas dificuldades e apoiado o marido sempre na realização de seu sonho. Entretanto, parece realmente ter dado a “volta por cima” porque não se mostra rancorosa, diz que nunca pensou em vingança, que continua sócia dele e já anuncia um novo romance. Claro que estou me baseando no que foi divulgado, mas o fato é que esse é um exemplo para mulheres que passam por essa experiência.

Dar a volta por cima é assumir o poder de superar qualquer tipo de traição; é sobrepujar a dor e sair mais forte da situação. Dar a volta por cima é manter um relacionamento enquanto sentir que vale à pena lutar por ele ou aceitar a separação quando todas as tentativas se mostrarem vãs. Para tanto é preciso assumir espírito de luta, não se permitindo entregar-se facilmente. É encontrar a própria essência, enfrentado a situação sem se vitimar ou se humilhar, porque nunca será humilhante lutar pela própria felicidade.

Assim como a personagem Lara do romance Uma fênix em Praga, dar a volta por cima é transformar a dor em crescimento; é deixar-se queimar até ver esgotadas as últimas possibilidades para depois renascer em novas e radiantes plumagens.

Fim do Casamento – A volta por cima2014-05-20T13:41:02+00:00
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