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relacionamento

15 11, 2021

Seu comportamento; sua vida.

2021-11-15T18:06:01+00:00

Recebo várias mensagens de pessoas que se dizem insatisfeitas com a própria vida: relacionamentos difíceis, ciúmes, solidão e por ai vai. Muitos sabem apontar a insatisfação, mas poucos compreendem que ela pode ser consequência de seus próprios comportamentos. O fato é que quase sempre são as nossas ações que produzem os resultados pelos quais reclamamos. Portanto, se você quer sair desse engodo e criar para si uma vida mais feliz, comece por promover uma mudança comportamental na sua vida.

O que é mudança comportamental?

É uma transformação dos próprios atos a partir da identificação de um comportamento improdutivo ou que provoque qualquer mal ou desconforto. O primeiro passo é, pois, procurar decifrar qual hábito está sendo nocivo na sua vida e assumir a responsabilidade por suas próprias insatisfações. Esquecer desculpas e parar de culpar os outros são medidas fundamentais para promover a mudança que você deseja na sua vida. O objetivo é mudar os padrões de pensamento e ação para mudar os resultados.

Por que mudar?

Muitas pessoas identificam o que precisam mudar, mas não se sentem capazes de fazê-lo. Escuto muito coisas do tipo: “eu sei que esse ciúmes está acabando com o meu relacionamento, mas não consigo mudar” ou “jogo minha ansiedade na comida, não posso me controlar”, ou ainda “sou egoísta e afasto as pessoas de mim, mas não sei ser de outro jeito”. Alguns são tão inflexíveis que se deixam afetar pela síndrome da Gabriela: “Eu nasci assim eu cresci assim e sou mesmo assim, vou ser sempre assim”. Parece que não se conscientizam do sentido evolutivo da vida: transformar-se continuamente para viver melhor e mais feliz.

Como promover essa mudança?

Esse é um passo fundamental para a sua felicidade: saia da zona de conforto, lute e dê o melhor de si para substituir hábitos negativos por positivos, seja uma pessoa proativa. Cada vez que sentir desânimo lembre-se de que está em suas mãos ter uma vida mais produtiva, um trabalho prazeroso, uma família harmoniosa e relacionamentos empáticos. É a sua vida e, portanto, você pode e deve transformá-la a fim de ser uma pessoa realizada e feliz consigo mesmo.

Como o Coaching facilita a mudança de comportamento?

Com técnicas efetivas e cientificamente comprovadas para gerenciar comportamentos, o Coaching apresenta ótimos resultados. Um coach é alguém que disponibiliza e monitora ferramentas que preparam o coachee ou cliente para o enfrentamento das dificuldades com foco nos resultados esperados. Dessa forma, a mudança comportamental acontece mais facilmente pela ação dos métodos aplicados. O Coaching ajuda você a definir onde está , onde quer chegar e qual é o caminho até lá.

Mudanças comportamentais são imprescindíveis para a realização de qualquer pessoa, seja na vida pessoal como na profissional e, portanto, são medidas urgentes. Lembrando Sêneca: “Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é, por si só, uma vida”.

Seu comportamento; sua vida.2021-11-15T18:06:01+00:00
4 06, 2021

Frustrações, decepções, desilusões e Cia Ilimitada

2021-06-04T22:16:32+00:00

Em algum momento da vida todos atravessamos sentimentos angustiantes que nos fazem experimentar nossas próprias limitações. Perda de entes queridos, perdas materiais, traição conjugal, de amigos ou familiares… Enfim, várias situações que nos acometem causando grande sofrimento.

Frustração é um sentimento de impotência diante de algo esperado que não acontece, um desejo que não se realiza, uma expectativa que fracassa.

A frustração causa certa desestruturação emocional e, em alguns casos, pode apresentar consequências sérias. Em contrapartida, esse sentimento é essencial para o desenvolvimento mental, afinal, a partir das experiências frustradas é possível aprender, crescer e criar novas formas funcionais de interagir com o mundo. Assim, é preciso encarar que a frustração faz parte da vida, sendo fundamental para o desenvolvimento do ser humano.

A decepção acontece quando há uma diferença entre aquilo que esperávamos e aquilo que realmente aconteceu, seja algo que envolve outras pessoas ou somente nós mesmos.

As decepções fazem parte da vida e é preciso aprender a lidar com elas, afinal, quem nunca experimentou esse sentimento?

O abalo emocional é eminente e o sofrimento é proporcional à intensidade desse. A decepção é muito similar à frustração, que também precisa ser experimentada de forma a promover o aprendizado e o crescimento.

A desilusão é consequência da perda da ilusão em relação a uma situação, nos mesmos ou outras pessoas. Acontece quando nossas esperanças se baseiam em supostos direitos, probabilidades ou promessas em relação a nossas crenças que não são universais. Esperamos algo sobre o qual não temos controle e quando essas expectativas não são satisfeitas, sentimo-nos revoltados, adotando frequentemente o papel de “vítima”. A própria palavra ilusão é o contrário de desilusão, logo, se nos desiludimos é porque antes criamos uma ilusão. Essa clareza nos auxilia à superação.

Cada pessoa sente à sua maneira e com intensidade própria, também é individual a maneira de se manifestar, o fato é que ninguém escapa desses sentimentos. Então o melhor é fazer deles um fator que motive alguma ação que nos permita crescer, avançar rumo ao nosso objetivo, questionar e encarar a realidade como ela é. Bom lembrar que, muitas vezes, o abalo emocional é muito grande fazendo necessário a busca de ajuda profissional.

As frustrações, decepções e desilusões são processos naturais, no entanto, sofrer infinitamente por eles não.

Frustrações, decepções, desilusões e Cia Ilimitada2021-06-04T22:16:32+00:00
28 03, 2021

Renovar e Seguir

2021-03-28T16:41:26+00:00

Especialistas afirmam que sentir-se amado é uma necessidade emocional primária nos humanos. Essa necessidade nos acompanha por toda a vida, por isso na infância buscamos afeto dos pais ou responsáveis e na vida adulta dos parceiros amorosos, familiares e amigos. O grande problema é que queremos o amor da forma como o entendemos e as pessoas o entendem de forma diversa. Sim, eu estou afirmando que muitos desencontros acontecem pela dificuldade em entender o que o outro deseja, ou seja, por falta de empatia.

Em meu livro Mediando Conflitos no Relacionamento à Dois conto várias situações que viví e vivo na minha rotina de atendimentos. Casos baseados em fatos reais, guardando total privacidade dos envolvidos. Situações comuns de pessoas, especialmente casais, que se desentendem e sofrem, mesmo se amando. A questão da comunicação é muito séria; falamos o mesmo idioma, mas não a mesma linguagem e nos embaraçamos muito com isso.

Se pensarmos que a nossa natureza clama por amor, entenderemos que essa crise na saúde, se revela e expande para uma crise emocional. Complicado para quem passou a estar muito tempo junto como cônjuges; pais e filhos; irmãos; amigos… Também difícil para os que se afastaram de seus entes queridos. Não tem sido fácil para ninguém! Minha reflexão não tem o sentido de intensificar sofrimento, pelo contrário, acredito que constatar nossas necessidades pode ser o diferencial para sairmos renovados dessa situação que, com certeza, vai passar. A vida é cíclica e eu acredito que aprender o máximo de cada ciclo é trilhar o caminho da nossa evolução espiritual.

No meio dessa reflexão surgiu em minha mente a proximidade da Páscoa e senti que um pensamento de desdobrou ao outro. Afinal, a mais antiga e importante festividade cristã celebra a ressurreição de Jesus ocorrida ao terceiro dia após sua crucificação no Calvário, conforme o relato do Novo Testamento. Segundo os dicionários ressureição significa “volta à vida”, “reaparecimento” e, em sentido figurado: “energia, vigor, disposição ou vida nova”. Com certeza vivemos um período em que necessitamos ressurgir de nós mesmo para superar tamanhas dificuldades.

Aquele que morreu na cruz é o modelo de todo cristão e Ele nos provou que podemos vencer qualquer obstáculo, inclusive a morte. Isso nos leva a concluir que por maior que seja o calvário, temos condições de enfrenta-lo. Seu maior mandamento é: “Amar à Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”. Sendo o amor a nossa grande necessidade, encontramos no Mestre a bússola precisa para nos orientarmos nesse e em todos os momentos de nossas vidas. Quer ser amado? Ame, simplesmente.

Feliz Páscoa! Feliz renascimento!

Renovar e Seguir2021-03-28T16:41:26+00:00
26 07, 2020

A Fábula do Porco-espinho

2020-07-26T20:34:09+00:00

Conta-se uma história que no norte do planeta, durante um inverno rigoroso, vários animais para não morrer de frio se juntavam em bandos a fim de aquecer-se. O mesmo aconteceu com os porcos-espinhos, entretanto, diante da proximidade com os de sua espécie, acabavam machucando uns aos outros.  Alguns resolveram se separar; mas que triste idéia! Isolados morreram congelados. Os que se dispuseram a estar juntos passaram a ter cuidado para não machucar seus companheiros e sobreviveram ao frio. Usando de uma analogia bastante simples é possível refletir sobre nós, seres humanos, que ao interagir com nossos semelhantes acabamos, muitas vezes, nos ferindo mutuamente. Nossos “espinhos” podem até não serem tão visíveis quanto os do animal da história, mas não provocam menos estragos; refiro-me às imperfeições humanas.

Somos seres sociais, necessitamos, pois, do convívio com os nossos iguais a fim de progredirmos. Tanto é assim que um bebê humano é totalmente dependente, todo o seu desenvolvimento, desde o básico de falar e andar, por exemplo, é fruto do convívio com os mais velhos. Quando adultos além da dependência emocional, precisamos de outras pessoas que sequer conhecemos, afinal alguém trabalhou para que estivéssemos vestidos, calçados, tivéssemos um lugar para morar e tantas outras coisas que muitas vezes fazemos uso sem lembrar que nos foi propiciado pelo trabalho humano. Somos inegavelmente dependentes uns dos outros, mas, na prática, parece que nos esquecemos disso.

Não entendemos ainda essa nossa necessidade de vivermos em grupo. Mesmo nas famílias, as células da sociedade, as dificuldades de relacionamento se avolumam. Tudo porque não tomamos o devido cuidado para que nossos desajustes não provoquem sofrimento no próximo. Cheios de razão, optamos sempre por apontar o “espinho” alheio e as feridas que portamos; mas esquecemos de olhar as chagas que provocamos no outro. Enquanto agirmos dessa forma continuaremos disseminando a dor e o desconforto para nós mesmos e para nossos semelhantes. Por consequência nos sentiremos sozinhos e infelizes, correndo grave risco de não sobreviver ao “inverno” de nossas vidas.

Sejamos inteligentes e nos unamos para superar o frio moral que vem alastrando nosso mundo. Cuidemos, cada um, para que nossos “espinhos” não provoquem mais danos em nossa sociedade.

A Fábula do Porco-espinho2020-07-26T20:34:09+00:00
11 05, 2020

Fé como alavanca de superação

2020-05-17T23:28:12+00:00

Pela etimologia, a palavra fé tem origem no Grego “pistia” que indica a noção de acreditar e no Latim “fides“, que remete para uma atitude de fidelidade. Trata-se do acreditar em algo, ou em alguém, sem qualquer tipo de prova ou critério objetivo de verificação. Ter fé é acreditar pela absoluta confiança que depositamos nessa ideia ou fonte de transmissão. Também significa esperança que, independente do que aconteça, tudo pode ser superado.

 

No contexto religioso a fé está aliada na aceitação absoluta dos princípios difundidos por determinada religião e na existência de uma divindade. Todavia, existem pessoas que não se dedicam a nenhum tipo de religião, mas são pessoas de fé. Ou seja, não acreditam em postulados, mas creem em uma força extrafísica e em atitudes que condizem com suas próprias crenças. Há pessoas, ainda, que rejeitam as divindades ou outros seres sobrenaturais. Estes não possuem a fé religiosa, o que não os impede de desenvolver esse atributo de outras formas. A fé está intimamente ligada a confiança, por isso ela pode ser concebida também fora do ambiente religioso.

 

Entender a fé de forma mais ampla nos credencia a relacionamentos harmônicos, afinal, nos livra do grande engodo dos “donos da verdade”. Então nos sentimos tranquilos quanto a respeitar as diferenças, entender que o próximo tem o direito a ter a sua fé e a vivê-la da maneira que melhor lhe convém.

Eu fico pensando em quantas guerras, quantas discussões, quanto sofrimento seriam evitados com isso. E mais, quanto poderíamos estar unidos por um mundo mais justo e equitativo.

 

Diante das adversidades da vida, é preciso acreditar que o amanhã será melhor e que isso depende muito de nossas ações no presente. É a fé que nos impulsiona a dar o próximo passo, a enfrentar os obstáculos e seguir em frente. A fé faz brotar a esperança, sentimento que torna possível colocar em prática o que for preciso para a realização daquilo que almejamos. Portando, ainda que seja apenas em nós mesmos, é de extrema importância para nossas vidas, para nos manter firmes em nosso propósito. Aliada a ação a fé é o instrumento de transformação mais poderoso que existe. Acreditar e agir, fazer o que nos compete para mudar as situações que nos incomodam é um passo importante em busca de uma vida próspera em todos os sentidos.

Fé como alavanca de superação2020-05-17T23:28:12+00:00
26 04, 2020

O normal pós-pandemia

2020-04-26T23:51:35+00:00

Temos muito mais perguntas do que respostas e isso parece ser também algo muito novo, estamos acostumados a “saber” e ter respostas, mesmo do que não sabemos de fato. Entretanto, vivemos uma realidade em que nem a ciência tem as respostas que precisamos e isso é muito assustador. A pandemia provocou uma crise generalizada fomentando, inclusive, uma crise de significados.

 

Para manter o isolamento social estamos restringido muitas coisas que eram absolutamente normais em nossas vidas. As consequências disso são igualmente inimagináveis. Podemos conjecturar e nos dedicar a passar por esse período de forma menos traumática, sem “receita de bolo” já que é exatamente isso que ninguém tem. Nesse sentido parei para refletir sobre as palavras de Luiz Felipe Pondé e baseado na sua entrevista na CNN no programa “Mundo Pós-Pandemia” procurei narrar o que considerei importante para vencermos esse momento que ele compara com a travessia de Moisés no deserto. Alguns pontos a serem considerados:

 

Solidariedade

Ao afirmar que “todos nós somos iguais perante o vírus” o filósofo e escritor me levou a pensar que a pandemia está fazendo muitos entenderem que a solidariedade não é apenas um sentimento, é sobretudo, uma atitude que visa não só o bem do outro, mas de todos, inclusive de quem pratica. É o redescobrir da solidariedade, um dos pilares da Cultura da Paz. “A economia e a vida caminham juntas”, não se pode exigir nada de quem não tem o mínimo.

 

Relacionamento

Em tempos de isolamento social a saída tem sido os encontros digitais. Mas conforme afirmou Pondé: “a vida é presencial”. Precisamos do contato físico, do abraço, do estar junto. Haverão muitos reencontros felizes no pós-pandemia, muita alegria mas, com o passar do tempo, isso também tende a se normalizar. Por isso é tempo de valorizar mais os familiares e amigos, os que se mantiveram conosco, mesmo à distância.

 

Luiz Felipe Pondê enumerou dicas básicas para manter a saúde mental nessa travessia. Tentarei expô-las o mais próximo do que ouvi:

  1. Não queira ser controlado – a solução não está no outro, não queira que o outro resolva por você. Assuma a responsabilidade do que lhe compete e aja.
  2. Cultive a coragem – Combata em você a percepção que o outro é um transmissor do vírus. Não deixe de dar bom dia, sorrir, mesmo de máscaras. O convívio social diminui o medo. É preciso cultivar o mínimo de humanidade.
  3. Não entre em pânico – Cuidado com a paranoia, “o medo atraia a morte”. Todos os cuidados indicados pelos especialistas são importantes, mas não se esqueça da sua saúde mental.

 

Isso tudo vai passar e, gradualmente, tudo vai voltar ao normal. O que não podemos permitir, e nisso discordando do filósofo, é que essa travessia não provoque mudanças promissoras. Podemos e devemos criar um novo normal, mais significativo e próspero para as nossas vidas.

O normal pós-pandemia2020-04-26T23:51:35+00:00
13 04, 2020

Casamento em tempo de pandemia

2020-04-13T04:21:05+00:00

Em poucos dias do anúncio da pandemia pelo Covid 19 o mundo virou de ponta-cabeça e os relacionamentos foram atingidos em cheio. A necessidade de distanciamento social é um convite para a introspecção, mas nem sempre isso é possível diante de um estresse desse porte. Casamentos enfrentam uma nova e desafiadora realidade.

 

Se nos primeiros dias o espírito de cooperação prevaleceu, com o tempo está pesando, criando natural enfado e originando conflitos. Assumir tarefas doméstica, além do trabalho que veio para casa, o chamado Home Work, pode ter sido interessante no começo, mas já está se tornando um grande desafio para os relacionamentos amorosos. A procura por ajuda online tem aumentado e algumas situações são bastante comuns e me levaram a listar umas dicas para evitar maiores problemas. Afinal, isso tudo vai passar e precisamos estar atentos para que as consequências não sejam mais duradouras ou destrutivas do que a própria crise.

 

1-  Preserve o seu espaço

Se essa é uma atitude sempre muito indicada para quem divide a intimidade de um lar, agora que o tempo de convivência aumentou se tornou crucial.  Claro que está difícil, principalmente, com as crianças em casa, mas, com um pouco de disciplina, é possível. O ideal é que você possa se refugiar algumas horas por dia em um cômodo isolado, se isso não for possível apele para um fone de ouvido, por exemplo.

 

2- Crie novas rotinas

Não é porque não há compromissos externos que a anarquia seja uma boa opção. Nos primeiros dias tudo foi novidade, mas estabelecer novas rotinas evita muita confusão, sem contar que quebra-las acaba sendo estimulante. Criança precisa ter horário e o casal também. Com regras estabelecidas dá para não se cansar tanto e aproveitar melhor o tempo juntos.

 

3- Relaxe

Momentos de introspecção revigoram a mente.  Pode ser orar, meditar, fazer Yoga, enfim. Dedique-se a algo que faça você se sentir relaxado, desprenda-se de preocupações por alguns instantes do seu dia. Tudo está muito ao extremo, os ânimos também, melhor recolher a mente e relaxar o corpo para manter a saúde física e mental.

 

4- Seja paciente

Essa é a regra de ouro. Lembre-se que, assim como você, seu cônjuge está estressado, preocupado e com medo. Isso é natural diante do que estamos vivendo. Procure relevar mais e cobrar menos. Opte sempre pelo diálogo em momentos mais tranquilos. Escute o que não é dito, sinta mais do que interprete. Empatia é fundamental.

 

Talvez vocês nunca tenham tipo tantas razões para estarem juntos e se apoiarem, esse é um grande aprendizado. Amar na alegria é fácil, desafiador mesmo é enfrentar as dificuldades e seguir amando. Acredite: vale à pena!

 

 

Suely Buriasco

 

 

Casamento em tempo de pandemia2020-04-13T04:21:05+00:00
27 03, 2020

Eu acho, você acha e juntos podemos ter certeza

2020-03-27T03:17:55+00:00

Se tem algo que comprovei na Mediação de Conflitos é que existe no mínimo três verdades numa contenda: a de um, a de outro e a que podem construir juntos. O fato é que todos os envolvidos tem suas razões e seus equívocos e quando conseguem entender isso se tornam capazes de resolver ou lidar melhor com seus conflitos.

Isso parece bastante simples: as pessoas se reúnem na presença de um mediador que usa a metodologia acertada para melhorar a comunicação entre as pessoas envolvidas, facilitando o entendimento e a construção de acordos nos quais todos se sintam atendidos. Entretanto, nada que envolve o ser humano é simples. Um dos fundamentos da Mediação de Conflitos é a boa fé e autodeterminação. Ou seja, se uma das pessoas tem interesses escusos ou se está levando vantagem na demanda, fica difícil qualquer tipo de composição. No entanto, felizmente, na maioria dos casos é possível diluir o conflito puxando pelos valores morais e interesses em comum. Isso serve para as demandas judiciais e extrajudiciais, mas também serve para a vida.

Nesse momento de crise pela pandemia do COVID 19 vemos os conflitos se espalharem em todos os relacionamentos, inclusive, os virtuais. Em momentos de crise, infelizmente, esse é um movimento comum e que piora toda a situação. Assim, vale à pena observar essas dicas:

1. Admita: você não é dono da verdade
Faça uma autoanálise, afinal, ninguém está 100% certo o tempo todo e você também não. Pense e vai concluir que, muitas vezes, você mantém a sua posição por orgulho. Ego exacerbado só trás sofrimento e solidão. Tudo bem voltar atrás e, se preciso, desculpar-se. Isso sim é sinal de maturidade.

2. Entenda: você estar certo não significa que o outro esteja errado
Pelo menos não necessariamente. Na grande maioria das vezes a questão não esbarra no certo ou errado e sim no diferente. É possível pensar de maneira diversa mesmo desejando a mesma coisa. É por isso que quando o mediador consegue “pinçar” e evidenciar o interesse em comum tudo se esclarece e surge o entendimento.

3. Acredite: é possível viver pacificamente
A cultura adversarial que a humanidade viveu em toda a sua história está muito arraigada em nossa sociedade, mesmo com todos os avanços que tivemos. Quebrar esse paradigma pode exigir esforço, mas certamente, provoca grande satisfação. Bons relacionamentos são fonte de alegria e autoestima, afinal, exige que tenhamos, primeiro, um bom relacionamento conosco mesmo.

Tudo passa e toda essa crise também vai passar. Cuidado para não carregar o seu futuro de mazelas causadas por desentendimentos e mágoas que podem muito bem ser evitadas agora. Opine sem brigar, discorde com respeito. Seja da paz, todos temos a ganhar com isso.

Suely Buriasco
Mediação e Coaching
www.suelyburiasco.com.br

Eu acho, você acha e juntos podemos ter certeza2020-03-27T03:17:55+00:00
4 06, 2018

Legitime o seu poder através da Mediação

2018-06-04T21:31:51+00:00

Suely Buriasco

É cultural essa questão de transferirmos para outra pessoa a responsabilidade pelo nosso bem-estar, essa concepção está tão arraigada que também outorgamos aos outros a autoridade de decisão sobre coisas que nos competem. Terceirizamos nossas dificuldades de forma a nos manter na zona de conforto, afinal se não estamos bem ou se as coisas não saíram da melhor maneira, a culpa nunca será nossa. E assim deixamos que a vida transcorra sem nos colocar de forma ativa diante dela.

A Mediação de Conflitos é uma quebra importante nesse paradigma social, pois ela nos chama a gerenciar nossas próprias dificuldades através de uma comunicação eficaz. Por isso, na prática da mediação o foco é nas pessoas envolvidas no problema, que são chamadas a narrar os fatos sobre a sua ótica, numa etapa importante para o desenvolvimento desse método de resolução de contendas. O objetivo é melhorar a comunicação e facilitar o possível acordo que apenas acontece como consequência do entendimento entre os envolvidos. Isso resulta dizer que mesmo não chegando a um acordo, a mediação alcança seus objetivos se as pessoas se tornam mais dispostas a buscar uma solução.

Quando estamos emocionalmente envolvidos em um conflito temos dificuldade em separar a emoção da razão, isso é natural, pois as emoções perturbam a mente. Com a facilitação através do trabalho do mediador, os interesses reais se sobrepõem e passamos a refletir de forma a encontrar respostas para as nossas próprias questões. A comunicação eficaz torna possível entender a situação por prismas diferentes e efetivamente encontrar formas satisfatórias de lidar com o conflito e, em muitos casos, solucioná-lo.

Na Mediação de Conflitos as partes interessadas se reúnem junto ao mediador para falar de suas dificuldades, por isso é muito importante a etapa em que as narrativas são feitas pelas próprias pessoas envolvidas. Recomenda-se esse procedimento para casais com dificuldade de diálogo, casados ou separados, familiares de forma geral, vizinhos, sócios em empresas, herdeiros, membros de equipes e toda forma de situação conflituosa. A mediação pode ser desenvolvida tanto no judiciário, como nos escritórios particulares e é sempre um processo sigiloso.

O fato é que através da mediação a pessoa pode legitimar o seu poder de agir em relação à própria vida e operar as transformações que deseja. O que a Mediação de Conflitos acredita é que você é a pessoa mais indicada para achar as soluções que busca, para tanto precisa apenas de alguém que facilite esse processo.

 

Legitime o seu poder através da Mediação2018-06-04T21:31:51+00:00
31 10, 2016

Não está bom? Muda!

2016-10-31T17:35:57+00:00

Eu recebo diariamente várias mensagens de pessoas que se dizem insatisfeitas com a própria vida: relacionamentos difíceis, ciúme exacerbado, solidão e por ai vai. Muitos sabem apontar a insatisfação, mas poucos compreendem que ela pode ser consequência de seus próprios comportamentos. O fato é que quase sempre são as nossas ações que produzem os resultados pelos quais reclamamos. Portanto, se você quer sair desse engodo e criar para si uma vida mais feliz, comece por promover uma mudança comportamental na sua vida.

O que é mudança comportamental?

É uma transformação dos próprios atos a partir da identificação de um comportamento improdutivo ou que provoque qualquer mal ou desconforto. O primeiro passo é, pois, procurar decifrar qual hábito está sendo nocivo na sua vida e assumir a responsabilidade por suas próprias insatisfações. Esquecer desculpas e parar de culpar os outros são medidas fundamentais para promover a mudança que você deseja na sua vida. O objetivo é mudar os padrões de ação para mudar os resultados.

Por que mudar?

Muitas pessoas identificam o que precisam mudar, mas não se sentem capazes de fazê-lo. Escuto muito coisas to tipo: “eu sei que esse ciúmes está acabando com o meu relacionamento, mas não consigo mudar” ou “jogo minha ansiedade na comida, não posso me controlar”, ou ainda “sou egoísta e afasto as pessoas de mim, mas não sei ser de outro jeito”. Alguns são tão inflexíveis que se deixam afetar pela síndrome da Gabriela: “Eu nasci assim eu cresci assim e sou mesmo assim, vou ser sempre assim”. Parece que muitos não se conscientizam do sentido evolutivo da vida: transformar-se continuamente para viver melhor e mais feliz.

Como promover essa mudança?

Esse é um passo fundamental para a sua felicidade: saia da zona de conforto, lute e dê o melhor de si para substituir hábitos negativos por positivos, seja uma pessoa proativa. Cada vez que sentir desânimo lembre-se de que está em suas mãos ter uma vida mais produtiva, um trabalho prazeroso, uma família harmoniosa e relacionamentos empáticos. É a sua vida e, portanto, você pode e deve transformá-la a fim de ser uma pessoa realizada e feliz consigo mesmo.

Como o Coaching facilita a mudança de comportamento?

Com técnicas efetivas e cientificamente comprovadas para gerenciar comportamentos, o treinamento ou Coaching tem ótimos resultados. Um coach é alguém que disponibiliza e monitora ferramentas que preparam o coachee ou cliente para o enfrentamento das dificuldades com foco nos resultados esperados. Dessa forma, a mudança comportamental acontece mais facilmente pela ação dos métodos aplicados. O Coaching ajuda você a definir onde está e aonde quer chegar.

O fato é que mudanças comportamentais são imprescindíveis para a realização de qualquer pessoa, seja na vida pessoal como na profissional e, portanto, são medidas urgentes.

Lembrando Sêneca: “Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é, por si só, uma vida”.

Suely Buriasco
Mediação de Conflitos e Coaching

 

Não está bom? Muda!2016-10-31T17:35:57+00:00
12 06, 2015

Relacionamento na era digital

2015-06-12T14:41:44+00:00

Por Suely Buriasco

A postagem de uma adolescente numa rede social me intrigou: “Eu já nem fico mais, agora eu quero mesmo que o amor flua”. Tive que pedir ajuda a outra adolescente para saber que agora muitos estão aderindo ao “fluir” que corresponde a uma relação ainda mais efêmera do que o “ficar”. Isso me inspirou algumas reflexões:

Ausência de compromisso

A tônica que move os relacionamentos tidos como atuais ou modernos parece mesmo ser a ausência de um significado que promova maior envolvimento, principalmente em nossos jovens. A busca por um parceiro(a) nem de longe equivale a um engajamento, aliás isso é o que eles dizem não querer. Parece claro que qualquer correlação com o pavor da rejeição não é mera coincidência, funciona assim: “se eu não me comprometo, também não corro o risco de ser rejeitado”.

Relacionamentos digitais

O que interessa mesmo é o relacionamento digital, a troca de mensagens nas redes sociais, os inúmeros aplicativos, os encontros virtuais que até podem dar origem a encontros físicos, desde que não se prolonguem à ponto de atrapalhar o tempo conectados. Uma pesquisa realizada recentemente nos EUA e publicada na revista “Archives of Sexual Behavior“, dá conta de que o jovem hoje faz menos sexo do que a geração de seus pais; isso num momento em que a sexualidade está muito mais liberada.  O grande lance agora são as trocas de mensagens na internet que precisam ser instantâneas e imediatas de qualquer lugar e a qualquer hora.

O comportamento adulto

Essa nova forma de expressão da sensualidade está atingindo também a muitos adultos que buscam desfazer-se de suas frustrações românticas. Mas é preciso que se atentam ao fato de que cabe a eles a orientação dos mais jovens, principalmente aos de suas responsabilidades e, não há como negar que qualquer realização, seja pessoal, amorosa ou profissional exige comprometimento, primeiro consigo mesmo e depois com os outros.

Por fim há de se esclarecer que o amor e sequer a paixão “fica”, muito menos “flui”. A paixão aproxima de forma a despertar o desejo de se envolver e o amor é esse envolvimento que se edifica continuamente. Não existe paixão, muito menos amor onde não haja algum tipo de engajamento. Não se pode prever ao certo as consequências desse comportamento, mas é fato que não há sentido algum em uma vida sem compromisso.

Isso é, realmente, preocupante!

 

 

 

Relacionamento na era digital2015-06-12T14:41:44+00:00
2 04, 2015

Não, eu não quero (só) chocolate!

2015-04-02T20:09:46+00:00

Por Suely Buriasco

pascoaNada contra chocolate, aliás eu adoro, meu protesto é em relação à inércia, a falta de atitude e a acomodação que muitas vezes toma conta de nossas vidas. Não, eu não quero ser assim. Eu não quero olhar para aquele monte de ovos expostos no comércio e pensar que foi o coelhinho que colocou lá. Também não é nada contra a magia infantil da comemoração, o que me incomoda é a falta de discernimento, o contraditório, o “faz de conta” dos adultos e isso não se refere apenas a ovos de chocolate pendurados, muito menos ao coelhinho.

A Páscoa foi incorporada às comemorações cristãs como símbolo da ressurreição do Cristo. No entanto, já era comemorada muito antes pelos chamados pagãos, representando a fertilidade e a vida. A palavra ressurreição significa literalmente “levantar; erguer”. Somando-se os significados podemos concluir que a Páscoa, independente da religião, é uma festa que representa a superação, o crescimento e a edificação de uma vida pautada em conceitos mais nobres. Para os cristãos o significado é acrescido das lições do Cristo, como o seu grande mandamento: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”.

Os anos passam e pouca coisa muda, corridas atrás dos chocolates, reclamações dos preços e a maioria sem poder comprar. Também tem os que choram a falta de alguém com o qual não poderá mais passar a data ou as intrigas que afastam familiares. Enfim…

Hoje ao pensar no que escrever sobre a data resolvi que não quero comentar nada disso, prefiro comemorar levantando algumas avaliações sobre minha vida. Será que o símbolo do renascimento tem provocado algo nas minhas ações? Eu tenho crescido como ser humano? Tenho edificado meu caminho de forma a ser digna a designar-me uma cristã? Tenho aproveitado da melhor forma todas as possibilidades que me são apresentadas?

Essas e outras perguntas serão o meu presente nessa Páscoa, porque eu quero muito mais para a minha vida e sei que, dessa forma, posso influenciar pessoas a fazer mais por elas também. Ninguém é feliz sentado num sofá comendo chocolate; precisamos de muito mais. O mundo está carente do ensinamento da Páscoa: o renascer, o erguer, o crescer por e pelo amor.

Essa é a Páscoa que lhe desejo!

www.suelyburiasco.com.br

Não, eu não quero (só) chocolate!2015-04-02T20:09:46+00:00
26 01, 2015

Aprendendo a manter bons relacionamentos

2015-01-26T17:29:10+00:00

Bons relacionamentos exigem estratégia e, aprender o uso de estratégias para lidar bem com o outro não é falta de sinceridade; é sim usar formas adequadas de se manifestar para ter sucesso nos relacionamentos. .

No intuito de ajudar as pessoas nesse sentido tenho realizado treinamentos de  Personal Life  de forma presencial ou via skype.
Para saber mais sobre esse trabalho envie um email para suelyburiasco@uol.com.br

frase

Aprendendo a manter bons relacionamentos2015-01-26T17:29:10+00:00
7 01, 2015

Aproveite o ano novo para se aproximar de quem você ama

2015-01-07T19:40:41+00:00

fraseDesencontros, infelizmente, são muito comuns e, quase sempre, causam grande sofrimento; somos seres sociais e, portanto, os relacionamentos são muito importantes em nossas vidas. O grande problema é que nem sempre conseguimos manter um convívio harmônico e acabamos, muitas vezes, nos afastando das pessoas pelas quais temos afeto.

Conflitos acontecem naturalmente no convívio humano, estão relacionados com intolerâncias pelas formas diferentes de pensar e agir. O conflito surge quando as pessoas passam a acreditar que precisam lutar em favor da sua posição. É então que, mesmo de forma inconsciente, passam a alimentar uma aversão pela outra pessoa e o problema se torna pessoal. Esse processo acontece de ambas as partes, ou seja, mesmo tendo origem na ação de um, o conflito só eclode com a contribuição de todos os envolvidos.

A habilidade para lidar com conflitos é, pois, essencial para os bons relacionamentos, afinal as pessoas são diferentes e, de alguma forma, querem que a sua vontade prevaleça. Quando existe a aceitação de que é possível conviver com as diferenças, privilegiando o respeito, então a competição se dissolve e o entendimento acontece. É assim que os acordos podem ser estabelecidos através do diálogo pelo qual um busque entender o outro, ouvindo com atenção e sem julgamentos.

Existem, realmente, situações difíceis nas quais o orgulho prevalece e consolida os conflitos, mas ainda que seja assim, muito pode ser feito em favor de uma convivência harmônica e salutar.  Basta ponderar o quanto é mais interessante viver bem, sem mágoas ou ressentimentos. Isso não significa que é preciso mudar a própria ideia ou assumir a posição do outro; significa ter maturidade suficiente para compreender que existem visões diferentes que precisam ser levadas em conta. Mesmo que a situação tenha tamanha complexidade que impeça um acordo, sempre a algo que possa ser relevado em favor de uma convivência com o mínimo de entrosamento.

O principal é buscar estar bem consigo mesmo, através da verdadeira concepção de que tudo está sendo feito em favor de melhorar as relações com os seus afetos. Claro que manter bons relacionamentos não depende só de você, mas despender esforços nesse sentido é um papel que lhe cabe. A vida fica muito mais agradável quando aprendemos a exigir menos dos outros e das situações e nos responsabilizamos por agir em favor da tranquilidade que todos necessitamos para viver bem com as pessoas que amamos.

Uma boa dica é aproveitar essa virada do ano para agir em favor das mudanças que desejamos para os nossos relacionamentos. O calendário por si só não fará a diferença, mas você pode fazer.

Faça um feliz ano novo acontecer em sua vida!

 

 

 

 

 

Aproveite o ano novo para se aproximar de quem você ama2015-01-07T19:40:41+00:00
25 04, 2014

Repensando a agressividade

2014-04-25T17:58:39+00:00

frasePor Suely Buriasco

É impressionante como algumas pessoas parecem viver no limite, por nada se sentem rejeitadas e, pior, com direito de agredir. A impaciência parece tomar conta e as relações sofrem muito pela forma violenta como algumas pessoas têm se tratado. Diante de qualquer adversidade muitos indivíduos parecem perder o domínio de si mesmos e se comportam como irracionais.

E não me refiro apenas aos grandes surtos que se transformam em crimes, também no dia a dia a violência tem sido cada vez mais comum e se confunde com a vulgaridade e falta de educação. Algumas pessoas parecem estar armadas contra tudo e todos e basta um pretexto para exalarem seu amargor.

Não é difícil apontar exemplos; uma mulher obstruía com sua bagagem a passagem que era indicada como saída da fila e foi muito estúpida quando gentilmente pedi licença. Um colega escritor se ofendeu porque não respondi imediatamente a sua mensagem; com palavras ofensivas e totalmente fora de contexto disse, entre outras coisas, que estava me excluindo de seus contatos. A agressividade e a impaciência, infelizmente, parecem dominar a rotina de muitas pessoas.

Grosseria, explosões emocionais e ira não se justificam e precisam ser controlados. Se você identifica essas reações na sua vida é importante trazer a nível racional para entender que isso além de não resolver problemas, ainda cria outros muito maiores.

Pensemos em algumas dicas que podem ajudar você a manter a calma:

1- Antes de se sentir ofendido por alguém o ideal é conferir se a pessoa quis dizer o que você entendeu.

2- Com familiares e pessoas próximas busque sempre a boa e velha conversa para resolver questões e evitar desentendimentos.

3- Dê o valor real para as coisas; não se incomode com o que não vale a pena e não permita que ações negativas dos outros perturbem você.

4- Interrompa o círculo da agressividade; não revide, não leve adiante e, muito menos, desconte nos outros a agressão recebida.

5- Mesmo que você esteja vivendo momentos difíceis, lembre-se que a simpatia, gentileza e cortesia fazem bem primeiramente para quem pratica. E de mais a mais, criar conflitos e antipatias não vai ajudar em nada.

Seguindo essas dicas certamente você se sentirá mais seguro para focar nas soluções. Vamos lembrar que bom senso nunca fez mal a ninguém e paciência também é questão de educação!

Repensando a agressividade2014-04-25T17:58:39+00:00
20 12, 2013

Reflexo de Natal

2013-12-20T18:37:55+00:00

Por Suely Buriasco

natal Mais uma vez os cristãos de diversas denominações se preparam para a maior comemoração do cristianismo: o Natal! A representação do nascimento do Menino Jesus é a celebração daquele que se tornou Seu maior mandamento: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”.

Penso que esse seja um momento propício para reflexões; o que tem representado o nascimento de Jesus em minha vida? Tenho me comportado como verdadeiro cristão? Tenho amado a Deus sobre todas as coisas? Qual o significado desse amor na minha vida? Amo meu próximo como a mim mesmo? Reconheço e respeito cada individualidade como obra de Deus e, portanto, não julgo meus semelhantes?

O sentido do Natal é amplo e profundo, muito mais do que uma comemoração, tem a ver com as transformações íntimas de cada cristão. Vejo muitas pessoas desmotivadas dizerem que o Natal virou comércio e que não adianta falar em espiritualização. A minha mensagem desse ano é para que cada um olhe para si mesmo, para suas próprias ações, sentimentos e pensamentos. Eu acredito que se cada um fizer a sua parte, deixando ao outro o direito de ser quem é, alcançaremos um patamar digno da festa cristã.

Natal é luz interior nos chamando a provar em ações os ensinamentos do grande Mestre. É o renascer do Cristo a cada ano para nos lembrar de que precisamos ser cristãos todos os dias; a todo o tempo. Cada um de nós tem em mãos a responsabilidade para que a espiritualização da humanidade se faça de forma efetiva e plena.

Meu desejo é que você faça do Natal um espelho que possa refletir amor em todos os dias do Ano Novo!

 

Reflexo de Natal2013-12-20T18:37:55+00:00
18 12, 2013

Postagens na internet; por que incomodam tanto?

2013-12-18T19:48:40+00:00

Por Suely Buriasco

suelyTem sido muito comum observar inúmeras alfinetadas nas redes sociais; uma amiga posta a foto indo para a academia, outra reclama de quem diz que está no projeto verão; alguém posta foto de gastronomia e outro diz que tem gente que só pensa em comida; outra pessoa posta mensagens sobre quem escreve sobre coisas que não faz; outros se posicionam contra quem escreve algo religioso ou mensagens de motivação e por ai se vão tantas reclamações.

Fico pensando no porque que nos incomodamos tanto com o outro e de que maneira transferimos isso para o nosso dia a dia, reclamando das atitudes alheias sem medir, muitas vezes, as nossas. Será que estamos tão estressados que tudo nos incomoda? Será que nos irritamos porque gostaríamos de viver o que a pessoa está vivendo? Talvez porque gostaríamos de também nos sentir livres para postar o que queremos, sem medo de críticas?

O fato é que quando criticamos ações ou palavras de outra pessoa é porque algo naquilo nos afeta de alguma forma e, sendo assim, bom seria que refletíssemos sobre quais os motivos pelos quais nos intranquilizamos com atitudes alheias. Normalmente, pessoas que nos perturbam ferem nossas concepções sobre a vida, ou seja, não concordamos com sua conduta. Entretanto, há que se convir que seria muita pretensão querer que todo mundo concordasse conosco, não é mesmo? Onde fica a noção de respeito pelas concepções alheias?

Uma boa autoanálise certamente nos faria entender que nossa autoestima não deve estar em níveis satisfatórios ou não teríamos tanto tempo a desperdiçar em críticas vãs. Assim, uma boa dica é: Preste atenção na mensagem que você expressa; lembre-se que a sua expressão diz muito mais de você do que de quem você gostaria de atingir.

O respeito e a compreensão ao outro é um aprendizado que se inicia a partir de pequenas ações; deixar de se incomodar tanto com as postagens dos amigos é um bom começo. Cada pessoa é o centro de seu universo, mas não se pode esquecer que comunga socialmente de um universo muito mais amplo onde o seu direito termina no limite do direito alheio.

Pense nisso!

Postagens na internet; por que incomodam tanto?2013-12-18T19:48:40+00:00
21 10, 2013

Traição – Instinto que se pode controlar?

2013-10-21T15:33:02+00:00

Por Suely Buriasco

suely Suzana Vieira é sempre tão divertida e alegre, uma ótima atriz e uma pessoa muito comunicativa. Mas quando a vejo generalizar comportamentos e banalizar a traição ao seu referir ao César, personagem de Antônio Fagundes na novela “Amor à Vida” da Rede Globo realmente não posso concordar. Em entrevista no programa Domingão do Faustão, domingo dia 29/09, a atriz falou da traição masculina como uma característica natural.

Pesquisando sobre o assunto encontrei uma matéria no site Scientific American Brasil que afirma o seguinte: “Do ponto de vista evolutivo, é fácil explicar a infidelidade entre machos: ao ter muitas parceiras, eles podem fertilizar mais fêmeas e gerar mais filhos.” A matéria então continua falando sobre a traição feminina e faz a seguinte pergunta: “Mas por que fêmeas, mesmo que só consigam ter no máximo um filho por ano, também traem? Uma das principais hipóteses evolutivas para a questão sugere que uma fêmea que tenha relações com vários machos garante a diversidade genética e a qualidade de sua prole: em teoria, “filhos de alta qualidade” podem gerar mais netos no futuro.”

A matéria continua se aprofundando, mas eu pego esse gancho da questão evolucionista para propor uma análise.

Do mesmo jeito que instinto levar o homem ou a mulher a infidelidade, o ser humano, também por instinto, pode perder a cabeça e partir para violência quando contrariado em uma discussão de trânsito, por exemplo.

O fato é que, quando agimos apenas e tão somente pelo instinto, sem deixar o lado que nos difere dos animais irracionais passar a frente, causamos mágoas e transtornos a vida de outros e isso precisa ser levado em conta antes de uma discussão, ou de uma traição.

À partir do momento em que um homem e uma mulher optam por construir uma vida ao lado de outra pessoa, a traição denota distorção de caráter e falta de comprometimento com as próprias escolhas.

Em matéria de James Cimino para o UOL, o ator Tony Ramos afirma que a fidelidade é atitude da pessoa e, consequentemente da relação sadia, demonstrando um novo ângulo da mesma questão. O ator viverá um adúltero na telinha, mas se diz muito fiel à sua esposa, afirmando que: “acho que essa minha atitude é de um homem macho que tem coragem de dizer que é macho de uma mulher só“.

Acredito que construímos nossas vidas através das escolhas que fazemos.

A pessoa que optar pelo adultério precisa ter consciência de que sofrerá as consequências.

Atendo com frequência homens e mulheres que sofrem por não terem resistido à tentação de se envolver em um caso extraconjugal; tentam refazer sua vida e posso afirmar que esse é um processo muito sofrido, não só para quem foi traído, mas também para quem trai. Cedo ou tarde, surgem as cobranças, as decepções consigo mesmo.

Por tudo isso afirmo que não se pode vulgarizar a dor da traição. A própria Susana Vieira afirmou que: “O sentimento da pessoa traída é de morte”, algo assim não pode ser banalizado!

Traição – Instinto que se pode controlar?2013-10-21T15:33:02+00:00
10 10, 2013

Compromentimento

2013-10-10T21:06:17+00:00

Quando Mediando com Suely Buriasco exibido no programa Compartilhe, da TVABCD no dia 8 de de outubro.
Neste dia ela respondeu a seguinte questão: “Li um texto seu sobre como manter a autoestima no casamento e fiquei com uma dúvida: O que fazer quando um dos lados cede tudo, e o outro não cede nada? Eu explico: meu namorado tem uma grande dificuldade em se manter fiel, eu perdoo, ele me trai novamente. Eu faço um esforço sobre-humano para não reclamar do temperamento agressivo dele; ainda estou disposta a tentar, mas ele está me tratando com uma tremenda frieza, ele acha que todo o esforço do relacionamento precisa ser meu.”

Compromentimento2013-10-10T21:06:17+00:00
20 09, 2013

Infelicidade no Casamento

2013-09-20T17:12:39+00:00

Quadro Mediando com Suely Buriasco no programa Compartilhe, que vai ao ar pela webtv TVABCD (www.tvabcd.com.br) toda terça-feira, das 11hs às 12hs.
No dia 10 de setembro Suely Buriasco respondeu a seguinte questão:

“Há tempos eu e meu marido vivemos sob teto e dormimos na mesma cama como se fôssemos dois estranhos. No começo sofri muito me sentindo rejeitada, mas já faz tempo que o único sofrimento que tenho é de estar ainda ao lado dele. Minha criação é muito rígida e minha família não aceita separação, mas não aguento mais viver assim. O que faço?”

Quer enviar a sua pergunta? Curta a página no facebook e envie uma mensagem www.facebook.com/suelyburiasco

 

Infelicidade no Casamento2013-09-20T17:12:39+00:00
15 07, 2013

A mudança no perfil masculino

2013-07-15T17:54:51+00:00

sitePor Suely Buriasco

No mês de julho comemora-se no Brasil o Dia dos Homens. Essa data criada com o objetivo de reforçar os cuidados com a saúde dos homens e a busca por igualdade entre gêneros. Ocasião propícia também para analisar as mudanças no comportamento masculino nos últimos anos, destacando as conquistas e mudanças positivas trazidas por eles em diversos aspectos da sociedade e da família.

Vemos na atualidade homens que se preocupam com questões domésticas, com a educação dos filhos e se envolvem profundamente nisso. Não apenas ajudam esporadicamente nos serviços caseiros; assumem essas atividades com destreza e disposição. Cuidam de seus bebês desde o nascimento, não só acompanhando, mas efetivamente desenvolvendo funções atribuídas às mulheres até pouco tempo atrás. Não apenas levam ou buscam as crianças na escola, mas também as banham e preparam para sair, acompanham a aprendizagem e participam ativamente das atividades delas.

Observa-se ainda uma quebra importante no paradigma do visual masculino; há pouco tempo homens que cuidavam da própria aparência tinham a sua masculinidade questionada. Na atualidade eles conquistam cada vez mais espaço na cosmetologia e estética; cuidam de seu visual e beleza com grande atenção e frequentam continuamente salões e clínicas de beleza. Também no cuidado com a saúde os homens têm alcançado uma visão mais consciente de suas reais necessidades, embora, especificamente nessa área, o avanço ainda seja insuficiente.

Um aspecto que demonstra fortemente essa mudança no perfil masculino é a questão da guarda dos filhos no caso da separação dos casais. O crescimento do número de guardas concedidas aos pais tem sido significativo, fazendo deles, em muitos casos, os principais responsáveis pelos filhos. Assim os cuidados e a educação dos filhos têm deixado de ser necessariamente da mulher, e muitos homens fazem questão de assumir essa tarefa.

Importante lembrar que o Dia do Homem tem igual importância ao Dia da Mulher, pois ambos têm seu espaço na sociedade, desenvolvendo ações que visem o bem-estar social e da família.

Parabéns aos homens que lutam todos os dias por cumprir seus deveres e transformar nossa sociedade!

A mudança no perfil masculino2013-07-15T17:54:51+00:00
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