fbpx

coach

15 11, 2021

Seu comportamento; sua vida.

2021-11-15T18:06:01+00:00

Recebo várias mensagens de pessoas que se dizem insatisfeitas com a própria vida: relacionamentos difíceis, ciúmes, solidão e por ai vai. Muitos sabem apontar a insatisfação, mas poucos compreendem que ela pode ser consequência de seus próprios comportamentos. O fato é que quase sempre são as nossas ações que produzem os resultados pelos quais reclamamos. Portanto, se você quer sair desse engodo e criar para si uma vida mais feliz, comece por promover uma mudança comportamental na sua vida.

O que é mudança comportamental?

É uma transformação dos próprios atos a partir da identificação de um comportamento improdutivo ou que provoque qualquer mal ou desconforto. O primeiro passo é, pois, procurar decifrar qual hábito está sendo nocivo na sua vida e assumir a responsabilidade por suas próprias insatisfações. Esquecer desculpas e parar de culpar os outros são medidas fundamentais para promover a mudança que você deseja na sua vida. O objetivo é mudar os padrões de pensamento e ação para mudar os resultados.

Por que mudar?

Muitas pessoas identificam o que precisam mudar, mas não se sentem capazes de fazê-lo. Escuto muito coisas do tipo: “eu sei que esse ciúmes está acabando com o meu relacionamento, mas não consigo mudar” ou “jogo minha ansiedade na comida, não posso me controlar”, ou ainda “sou egoísta e afasto as pessoas de mim, mas não sei ser de outro jeito”. Alguns são tão inflexíveis que se deixam afetar pela síndrome da Gabriela: “Eu nasci assim eu cresci assim e sou mesmo assim, vou ser sempre assim”. Parece que não se conscientizam do sentido evolutivo da vida: transformar-se continuamente para viver melhor e mais feliz.

Como promover essa mudança?

Esse é um passo fundamental para a sua felicidade: saia da zona de conforto, lute e dê o melhor de si para substituir hábitos negativos por positivos, seja uma pessoa proativa. Cada vez que sentir desânimo lembre-se de que está em suas mãos ter uma vida mais produtiva, um trabalho prazeroso, uma família harmoniosa e relacionamentos empáticos. É a sua vida e, portanto, você pode e deve transformá-la a fim de ser uma pessoa realizada e feliz consigo mesmo.

Como o Coaching facilita a mudança de comportamento?

Com técnicas efetivas e cientificamente comprovadas para gerenciar comportamentos, o Coaching apresenta ótimos resultados. Um coach é alguém que disponibiliza e monitora ferramentas que preparam o coachee ou cliente para o enfrentamento das dificuldades com foco nos resultados esperados. Dessa forma, a mudança comportamental acontece mais facilmente pela ação dos métodos aplicados. O Coaching ajuda você a definir onde está , onde quer chegar e qual é o caminho até lá.

Mudanças comportamentais são imprescindíveis para a realização de qualquer pessoa, seja na vida pessoal como na profissional e, portanto, são medidas urgentes. Lembrando Sêneca: “Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é, por si só, uma vida”.

Seu comportamento; sua vida.2021-11-15T18:06:01+00:00
28 06, 2021

A vida é uma sucessão de ciclos

2021-06-28T03:17:27+00:00

Nada na vida é imutável! Estamos sempre acompanhando movimentos, nos movimentando e nos adaptando ao novo, ao inédito e ao diferente. Vivemos o que chamamos de fases e cada uma delas é composta de pessoas e situações. Algumas perduram mais tempo, outras se evadem com a rotação de nossos ciclos de vida.

Adaptar-se a novos ciclos é uma necessidade que exige grande transformação e, portanto, coragem. Significa entre outras coisas, aprender a lidar com as perdas, com o que fica em tempo passado, com o que não pode mais nos acompanhar. E isso inclui muita coisa; amigos, amores, familiares, juventude, bens materiais… Familiares que desaparecem fisicamente, amores que buscam outros caminhos, filhos que assumem a própria vida, períodos de doença e o corpo sentindo a passagem do tempo.

A vida segue em alternância de ciclos prósperos, outros nem tanto, num movimento que foge a nossa vontade. O que nos resta é aprender a fechar os ciclos, dando espaço para o novo e, buscando aprender com o que passou; abrir-se a ensinamentos inéditos. Afinal, a passagem dos ciclos nos é involuntária, mas a maneira como enfrentamos isso é escolha de cada um de nós.

Fechar um ciclo é permitir que ele fique no passado; é aceitar não vivê-lo mais. Isso não tem nada a ver com amar menos ou com ingratidão; desapegar-se das pessoas e circunstâncias não significa esquecê-las e sim deixá-las seguir o próprio rumo, enquanto também seguimos o nosso. Dessa forma harmonizamo-nos com o tempo, com a vida, conosco mesmo e, consequentemente, com as pessoas que nos rodeiam. As pessoas, muitas vezes, estão tão inflexíveis em seus ciclos passados que não aproveitam nem valorizam situações e pessoas que representam o seu presente, em ambas as designações da palavra.

Portanto, bom mesmo é soltar as algemas do passado, virar a página, fechar o ciclo! Abrir a janela permitindo que ondas de luz e calor penetrem em nossa vida, dissipando as trevas de nossos pensamentos obscuros. Depressão, solidão, medos… Jogue fora! Assuma o agora, o que é possível viver e o faça de forma intensa e profícua. Muitas experiências ainda virão, muitos ciclos se fecharão para que outros se abram e essa é a magia da vida, o sentido de viver.

Permita-se ser feliz, escolher a alegria como forma de encarar qualquer dificuldade. Seja quem você é agora, mas não receie mudar, pois a vida nos ensina que aceitar mudanças é amadurecer, tornando-se mais forte e seguro.

A vida é uma sucessão de ciclos2021-06-28T03:17:27+00:00
11 01, 2021

Coaching no Fantástico

2021-01-11T01:50:10+00:00

Ótima reportagem apresentada no programa Fantástico, da Rede Globo, no dia 10/01/2021 sobre a carreira de Coach. É importante esclarecer o papel desse profissional e alertar sobre os aventureiros que se denominam como tal.

O Coaching é um treinamento de habilidades que visa atingir um objetivo específico. Para tanto se utiliza de ferramentas que promovem a compreensão e o autoconhecimento. É uma metodologia de autorreflexão e despertamento visando a ação em direção ao que se almeja.

Para aplicar Coaching é fundamental estudar e se preparar muito. Assim, antes de contratar um coach é preciso buscar informações mais precisas do profissional, afinal, como em qualquer profissão, existem os que buscam excelência e os que só visam seus próprios interesses.

Se você pensa em contratar um coach seja muito seletivo.

Suely Buriasco

Sociedade Brasileira de Coaching

Coaching no Fantástico2021-01-11T01:50:10+00:00
14 09, 2020

3 passos para o SUCESSO

2020-09-14T21:45:37+00:00

Todo mundo anseia por sucesso tanto profissional, como pessoal. Ter um bom trabalho que renda dinheiro e satisfação, ter relacionamentos saudáveis e agradáveis, realizar sonhos… No entanto, se você observar com atenção verá que muitas pessoas apenas deixam a vida passar, não se concentram em nada, totalmente acomodadas em suas rotinas desmotivadoras. Demonstram insatisfação, muitas se sentem vítimas e se lamentam, mas nada fazem para mudar essa situação. O que eu tenho a dizer é: não sirva a essa estatística, não se acomode, mude o que precisa ser mudado.

 

O processo de mudança inclui autoconhecimento e evolução pessoal. É fundamental que você olhe para si mesmo e compreenda o que quer da própria vida. Eu costumo perguntar aos meus clientes qual o propósito de suas vidas e muitos têm grande dificuldade para responder. As pessoas não estão acostumadas a pensar e falar de si mesmo.  Pois é por aí que precisamos começar, não dá para esperar que o sucesso nos bata à porta.

 

Tomada de Consciência

O primeiro passo para a mudança é tomar consciência sobre si mesmo e, então, sobre o que precisa ser mudado. Você já sabe que está insatisfeito, agora precisa determinar o que lhe causa esse sentimento: o que afeta negativamente a sua vida, o que o impede de focar em seus sonhos, o que limita você para suas realizações. Ter essa consciência é essencial no processo de mudança ou você vai continuar achando que a culpa por sua insatisfação é dos outros ou das circunstâncias e, claro, vai continuar desgostoso.

 

Vontade

O segundo passo é desenvolver força de vontade para operar as mudanças necessárias. Parece simples, mas não é. O ser humano, de forma geral, tem dificuldade de sair da zona de conforto e enfrentar situações inusitadas. Mesmo insatisfeito tem receio de inovar e se sente muito inseguro diante do inédito. É preciso romper essa barreira mental, substituindo crenças negativas sobre si mesmo e a vida. A busca de melhoria funciona como uma força motora que nos empurra para frente.

 

Persistência

Se você tiver consciência do que precisa mudar, ter disposição para isso, mas não persistir diante das dificuldades, então suas frustrações serão cada vez maiores. Persistir é acreditar em si mesmo, assumir o poder diante da própria vida. É saber que você pode transformar em realidade seus objetivos com disposição e autoconfiança. É crer na força de seus desejos e insistir por realizá-los.

 

A grande armadilha da mudança é a falta de comprometimento com as próprias decisões. Não caia nessa: você decide; você faz!

3 passos para o SUCESSO2020-09-14T21:45:37+00:00
2 12, 2019

Nem tudo vai dar certo… E vai ficar tudo bem

2019-12-02T20:40:06+00:00

Suely Buriasco

“Nada é impossível”, “se você quer, você consegue”, “perdeu a batalha, mas não perdeu a guerra”. Essas são algumas frases que vemos correr fácil por aí, passando a impressão de que tudo depende de você e, se não aconteceu, faltou algo de sua parte. Motivar é importante, mas é preciso ter discernimento, afinal viver é enfrentar desafios e, importante mesmo, é estar preparado para os altos e baixos naturais.

Já assisti pessoas em êxtase cair no mais baixo ânimo por não conseguirem realizar seus planos. Sentem-se culpadas pelo que não deu certo, incapazes e inferiores. Isso é muito preocupante! Vivemos um tempo em que as pessoas tem obrigação de fazer tudo dar certo e de ser felizes. Isso também tem se manifestado muito fortemente em nossos jovens. Especialistas alertam para uma geração que não aceita ser contrariada, que não sabe enfrentar suas expectativas fracassadas.

A verdade é que grande parte de nossos planos não se realizarão da forma como desejamos, mesmo que nos esforcemos, afinal muitas coisas não dependem apenas de nós mesmos. Compreender que tem coisas que a gente só precisa aceitar e seguir “tocando a vida” é questão de amadurecimento.

Nem tudo vai dar certo…

A ideia desse estudo que se transformou em palestra é abordar a inteligência emocional como forma de desenvolver bons relacionamentos consigo mesmo e com o outro. A ideia é mostrar que é possível aprender a lidar com as frustrações, encontrando assim forças e motivação para fazer o seu melhor. Afinal de contas ninguém é obrigado a fazer tudo para que algo “dê certo”, o papel de cada um é fazer o máximo, dando o melhor de si mesmo.

E vai ficar tudo bem.

Motivação mesmo é superar o desencantamento e seguir fazendo das decepções degraus para o desenvolvimento da paciência e da resignação. Direcionar energias para seguir lutando, mesmo quando tudo pareça estar dando errado.

Manter o pensamento positivo não porque acredita que isso resolve tudo, mas porque entende que isso muda a sua forma de olhar e lidar com tudo. Os estudos da Neurociência podem nos ajudar muito a lidar com decepções e nos manter confiantes.

“Nem tudo vai dar certo… E vai ficar tudo bem” é uma palestra motivacional que vai fazer você pensar no quanto o conhecimento científico pode favorecer a sua vida de modo que você se sinta mais pleno e feliz REALMENTE.

Nem tudo vai dar certo… E vai ficar tudo bem2019-12-02T20:40:06+00:00
29 07, 2019

A grande sacada dos relacionamentos

2019-07-29T21:52:39+00:00

Suely Buriasco

Somos seres essencialmente sociais, no entanto temos grande dificuldade na interação e os relacionamentos são os motivos mais frequentes de sofrimento. Lidar com o próximo não é algo simples, afinal, entre pessoas existem afinidades e diferenças que lhes são próprias. No relacionamento é preciso aprender a conviver com divergências importantes, aceitar ideias, emoções e atitudes, muitas vezes, opostas as suas.

O fato é que desenvolver bons relacionamentos é um ganho que faz toda a diferença na satisfação humana. O grave problema que constato em meus atendimentos é a ilusão de que os relacionamentos dão certo ou não, como se fosse questão de sorte. Bons relacionamentos exigem esforço contínuo, são edificados a cada obstáculo superado. Vale lembrar que ao nos relacionarmos deixamos de ser um, para sermos dois e isso implica em aceitação e reconhecimento de valores alheios.

Nesse aprendizado a grande sacada é observar esses dois fatores:

Conhecimento

É necessário procurar entender como funciona a interação com outra pessoa. Buscar conhecer, ler, se instruir. Embora cada relacionamento seja um universo à parte, existem muitos pontos em comum que podem inspirar reflexões e ações personalizadas. Também é importante conhecer um pouco da outra pessoa, suas crenças, seus valores e a forma como manifesta seus sentimentos e emoções. Para que as pessoas se relacionem umas com as outras, é importante que primeiramente elas se conheçam e isso exige muita disposição no sentido de desenvolver um convívio harmonioso, satisfatório.

Compreensão

Você só compreende o que conhece, então esse é o segundo passo. Compreender não significa aceitar e “bater palmas”. Tem a ver com empatia, com assimilar o outro dentro de sua própria realidade. Não querer mudar, moldar ou imputar conceitos seus, subjugando o outro. Compreender é “calçar o sapato” do outro, buscar enxergar de acordo com as perspectivas dele. Escutar sem pré-julgamentos, respeitar mesmo quando as ideias alheias sejam , ou pareçam ser, totalmente divergentes das suas. Vale lembrar que a maioria dos desentendimentos não se dão na equação do certo e errado, mas sim do diferente.

Mas nada disso será possível se você não colocar o prefixo “auto” nos fatores acima. Autoconhecimento e autocompreensão são fundamentais para aprender a lidar com suas potencialidades, fraquezas, problemas, frustrações, desejos, angústias e expectativas em relação a si mesmo e aos outros.

A grande sacada dos relacionamentos2019-07-29T21:52:39+00:00
24 06, 2019

Como desenvolver bem-estar na vida?

2019-06-26T12:17:58+00:00

Temos muitas ilusões em relação ao nosso bem-estar. Um deles é que nosso humor depende de situações exteriores, então acredita-se que há motivos para estarmos bem ou não. Até pode ser assim, mas só se estivermos desavisados. Na verdade, independente dos motivos podemos criar um plano de ação à favor do nosso próprio bem estar.

O foco do Coaching, ou treinamento, é contribuir para que o coachee, ou cliente, possa elevar o bem-estar em todos os aspectos de sua vida. É importante lembrar também que o coach, ou treinador, trabalha em parceria colaborativa com seu cliente. Por isso os planos de bem-estar levam em consideração alguns aspectos fundamentais e são adaptados a cada indivíduo.

Se isso interessa você, atenção aos itens:

1- Conscientização

É essencial estar consciente da importância de desenvolver um estilo de vida saudável, alinhar objetivos, valores e propósitos.

2 – Autodeterminação

Nada acontecerá enquanto não representar a sua vontade genuína, é preciso que esteja claro que seus objetivos são seus e não fruto de pressões externas.

3- Planejamento

É preciso criar um plano prático e viável visando as mudanças que deseja para ter um estilo de vida mais saudável.

4- Atitude Mental

Não basta ter vontade, é preciso agir e mais ainda, persistir. Para tanto vale desenvolver atitude mental resiliente e confiante.

5- Forças

Um dos trabalhos mais interessantes do coach é determinar, junto com o cliente, as suas forças e como utiliza-las no processo de mudança comportamental, não apenas para aumentar a possibilidade de êxito, como também tornar o processo de treinamento mais prazeroso.

6- Autoeficácia

Elevar a convicção da própria capacidade de realizar uma tarefa específica faz toda a diferença no processo de desenvolvimento do bem-estar de qualquer pessoa. Assim é possível identificar e superar as barreiras que o impedem de manter um estilo de vida saudável.

7-  Otimismo

Importante em qualquer processo de crescimento interior é aumentar os níveis de otimismo e esperança. A disposição pelo otimismo também pode ser desenvolvida através de treinamento.

O papel do coach ou treinador é elevar a eficácia do cochee ou cliente de forma que  ele continue a operar as mudanças necessárias mesmo depois de encerrado o processo do Coaching.

 

 

Como desenvolver bem-estar na vida?2019-06-26T12:17:58+00:00
1 04, 2019

Pelas inúmeras óticas humanas

2019-04-01T20:58:55+00:00

Imagens me seduzem, em especial as que provocam ilusão de ótica, acho muito interessante poder ver várias imagens numa só e admiro a criatividade de quem as cria assim. Com certeza tem tudo a ver com a forma que interpretamos o que vemos e sentimos, cada pessoa é um universo particular com incontáveis possibilidades diferentes.

Esse final de semana deparei-me com uma alegre discussão sobre ser ou não uma pessoa sistemática. Cada um dizia de sua própria interpretação e, como é de meu gosto, fiquei a observar a variedade de conotações que se pode dar a uma mesma qualificação, bem como as diferentes nuances que se inserem na forma como vemos o outro e o qualificamos.

Sistemático tem como significado nos dicionários como “que segue um sistema”, “que é metódico ou ordenado” e ainda “constante e persistente”. Assim uma pessoa sistemática é alguém organizado, meticuloso, que tem uma forma de agir pautada num sistema, ou seja, que segue uma mesma rotina em determinada atividade.

Ser sistemático é uma qualidade ou um defeito? Esse enquadre rendeu muito na discussão que eu observava; às vezes pode ser bem divertida a velha mania de “coisificar”, interpretar e dar significados próprios a tudo. Mas o fato é que ser sistemático não é , necessariamente, nem um defeito ou qualidade e sim uma forma de ser e agir. Ser sistemático pode ser muito produtivo e benéfico quando a pessoa se adapta bem às rotinas e se compraz em cumpri-las, desde que não se torne inflexível, levando em consideração apenas o sistema por ela determinado.

Uma pessoa pode ser sistemática na maneira como conduz a própria vida, mas tolerante e paciente com a forma alheia, não impondo e se adaptando ao outro no sentido de favorecer a convivência. Em contrapartida, uma pessoa sistemática pode, ao contrário, ser alguém avesso à ouvir e aceitar outras formas de viver e agir, dessa forma se torna intolerante e de difícil convivência. Assim, a meu ver, a grande questão não é em ser sistemático ou não, mas em ser uma pessoa tolerante ou não.

O melhor mesmo é poder discutir ideias, compreender conceitos diferentes e debater argumentos, com o propósito de conhecer e respeitar as inúmeras óticas humanas. A complexidade do ser humano é fantástica e admirável!

Bom seria se toda diferença de ponto de vista se tornasse motivo de entendimento e discussão alegre e respeitosa.

Pelas inúmeras óticas humanas2019-04-01T20:58:55+00:00
10 01, 2019

Aprender e superar: Lidando com as frustrações

2019-01-10T19:24:06+00:00

Muitas vezes somos surpreendidos por situações e pessoas que minam nossas mais caras expectativas. Tudo que parecia certo e harmonioso, de repente, se transforma em um turbilhão. Confusos nos sentimos tristes, decepcionados e, muitas vezes, impotentes. Como lidar com as frustrações em nosso dia a dia? Claro que não existe uma fórmula mágica, cada pessoa deve procurar em si mesmo maneiras construtivas de lidar com essas surpresas indesejáveis. Entretanto é possível traçar um caminho que auxilie cada um na busca da superação. 

Diante das frustrações algumas atitudes são fundamentais: 

  1. Aceitação

Uma das grandes dificuldades humanas é aceitar o que não pode ser mudado. A falta de aceitação nos mantém na dor do passado, perpetuando-a. Muito melhor seria aceitarmos que as coisas são como são e só podemos mudar a nós mesmos e ao que nos compete.

Acostume-se: as coisas nem sempre (ou quase nunca) são como você quer. Tire o melhor proveito disso!

  1. Evite vivenciar a mágoa

Não se magoe se quem você contava lhe virou as costas ou traiu, se o que você almejava não aconteceu, se as coisas não deram “certo”. A mágoa só atrasa a caminhada que você precisa retomar na busca de novas alternativas. Lembre-se de que derrotado não é quem perde, mas quem desiste. Muitas vezes o que tomamos por errado nos levará a algo muito melhor daquilo que considerávamos certo.

A vida lhe colocará de frente a muitos que lhe darão o que nem você poderia esperar!

  1. Não cultive tristeza

É comum que o desânimo e a tristeza acompanhem a frustração, não aceite esse “pacote”. Já não basta a decepção? Então não se entregue e procure motivos para se motivar e retomar à luta por seus objetivos. Claro que é natural o sentimento de abatimento e, inclusive, até certo ponto é saudável, mas não se pode deixar que o negativismo e a tristeza se instalem.

Faça o seu luto, mas lembre-se de sair dele. Busque ajuda profissional sempre que preciso.

  1. Encontre a Paz

Estar em paz não significa não ter problemas, frustrações ou adversariedades. A paz é muito mais do que a ausência de conflitos, tem a ver com o sentimento íntimo e gratificante de agir da melhor forma. É uma harmonia interior que identifica e dá significado a fé em si mesmo e em algo muito maior, que eu chamo Deus.

Nos momentos de crise é fundamental se empenhar não só para fazer o possível e sim para fazer o melhor. O possível a mente pode limitar, o melhor pode surpreender.

Uma forma de viver bem é entender que sempre existe um tempo certo e nem tudo tem de ser da forma como queremos. Aliás, pode ser que seja muito melhor.

 

 

 

 

 

 

 

Aprender e superar: Lidando com as frustrações2019-01-10T19:24:06+00:00
13 08, 2018

Aprenda a lidar com as emoções

2018-08-13T15:14:16+00:00

Suely Buriasco

Escuto muitas queixas do tipo: “minhas emoções me atrapalham” ou “sou assim mesmo; não controlo minhas emoções”, ou ainda “Sou muito emocional e só me dou mal”. Podem parecer frases soltas, mas afirmações assim merecem maior atenção, pois, demonstram crenças limitantes que minam a satisfação de qualquer um.

É importante saber que as emoções são neutras, nem boas e nem más, a forma como reagíamos a elas é que possui efeito positivo ou negativo. Elas cumprem importante papel em nossas vidas, são fundamentais e dão significado ao que vivenciamos. Algumas emoções básicas fazem parte do pacote “ser humano”, conhece-las e compreender a maneira como agimos diante delas é exercício de autoconhecimento.

Emoções por si só não são capazes de atrapalhar você. Se isso tem acontecido é hora de observar seus próprios comportamentos. Alguns exemplos podem facilitar as coisas para você:

  • Tristeza: você pode escolher alimentá-la ou encará-la como um alerta para a necessidade de olhar para si mesmo e perceber o que precisa ser mudado para o seu próprio crescimento. No último caso uma emoção aparentemente ruim, revela-se transformadora.
  • Raiva: Muitas pessoas preferem disfarçar essa emoção considerando-a negativa, mas a raiva também desempenha papel importante. Muitas vezes é ela que nos fortalece no enfrentamento de muitas situações. Torna-se negativa quando se manifesta de forma violênta.
  • Medo: Tem poder de nos tirar de situações de risco, corresponde à proteção, sendo muito útil. Mas também pode estagnar e limitar, depende da forma como você a encara.

Podemos entender que as emoções são muito importantes e que cabe a cada um de nós reger as suas consequências. Trocar a palavra “controlar” por “lidar” pode ampliar a possibilidade de desenvolver a inteligência emocional através do autoconhecimento e responsabilidade pelas próprias emoções e ações.

O que você foi até hoje é parte de sua história, mas não é você. Reescreva-se, ressignifique-se, torne-se alguém melhor a cada dia!

Aprenda a lidar com as emoções2018-08-13T15:14:16+00:00
30 07, 2018

3 passos para eliminar a dependência emocional

2018-07-30T15:31:28+00:00

Por Suely Buriasco

A pessoa dependente emocionalmente não acredita no seu próprio valor, no seu poder de tomar decisões, de fazer escolhas e até mesmo na sua capacidade de conquistar alguém e, muitas vezes envolve-se em relações destrutivas por não se achar merecedora de coisa melhor. Submissão e insegurança são atributos comuns na pessoa que se sente fragilizada e possui uma imagem muito negativa de si mesma. Por se sentir incapaz em agir adequadamente apoia-se sempre em outras pessoas tornando-se dependente de orientações e direcionamentos alheios.

Esses passos são fundamentais para superar a insegurança, tomar as rédeas da própria vida e construir relacionamentos saudáveis:

  1. Enfrentar o problema

Uma pessoa dependente não consegue manter um relacionamento amoroso sadio e sua submissão nada mais é do que a necessidade do outro. São pessoas que ao declararem ao cônjuge: “eu não vivo sem você”, não estão sendo românticas ou amorosas, pois, efetivamente são dependentes do outro. É preciso conscientizar-se que existe algo muito sério a ser enfrentado e corrigido urgentemente.

  1. Trabalhar a autoestima

Apego, carência e insegurança refletem problemas com a autoestima, portanto, esse é um passo fundamental na luta contra a dependência emocional. A pessoa dependente está fragilizada e não se sente capaz de mudar seus comportamentos e, consequentemente, o relacionamento. Existe uma bibliografia extensa sobre como melhorar a autoestima e se tornar mais autoconfiante. Ampliar e aplicar conhecimentos pode ajudar muito.

  1. Buscar ajuda

A necessidade e o apego são venenos fatais em qualquer relacionamento e, cedo ou tarde, transformam a vida dos envolvidos em verdadeiro suplício. Quanto antes efetivar mudanças melhor. Claro que a tarefa não é fácil, por isso é importante buscar ajuda profissional. O Coaching utiliza ferramentas fantásticas para o empoderamento pessoal.

Exemplos de superação estão aí aos montes a demonstrar que a única pessoa imprescindível na sua vida é você mesmo. Portanto, assuma o controle e transforme a sua vida em algo que valha a pena ser vivido e, consequentemente, compartilhado.

3 passos para eliminar a dependência emocional2018-07-30T15:31:28+00:00
18 07, 2018

Parabéns Ponta Porã

2018-07-18T00:40:43+00:00

Por Suely Buriasco

Sobre homenagear essa cidade que há muitos anos me recebeu pensei em descrever o que vivenciei dia 08 último, no Clube Pinheiros em São Paulo. A noite foi uma das atrações do evento “GINGA” que teve por tema a Copa Do Mundo e reuniu jovens para acompanhar os jogos nos vários telões colocados no salão do clube. Como não poderia deixar de ser, depois dos jogos muitos shows garantiram a diversão de todos.

O que me chamou atenção, particularmente no último domingo, foi o que considerei uma importante homenagem: Ponta Porã comandou a noite paulistana. Explico: salão lotado, quase quatro mil pessoas presentes e o tradicional clube paulistano foi palco da realização de ponta-poranenses ilustres. Essa reflexão me traz grande orgulho, pois, um dos responsáveis pela festa é meu filho, Mário Júnior, nascido e criado em Ponta Porã. Conhecido por Mário em São Paulo e Juninho em Ponta Porã, meu caçula é publicitário e sócio de uma das mais competentes e reconhecidas agências do Brasil, responsável por eventos em todo o país.

Uma das atrações foi a dupla sertaneja “Leandro Henrique e Gabriel”, ambos igualmente nascidos e criados em Ponta Porã. Se a mim causou orgulho, fico imaginando o que sentiria o povo dessa fronteira presenciando a competência e o talento fronteiriço sendo esbanjado para o público paulistano, tão exigente e amante do sertanejo. Esses meninos deram brilho à festa e em pleno show, aplaudidos de forma entusiástica, referenciaram a cidade natal.

E poderia ter parado por aí se não fosse a atração que se seguiu com o cantor Thiaguinho que, embora não tenha nascido em Ponta Porã, ali se criou e guarda boas lembranças da infância e adolescência. Ao nos receber em seu camarim foi logo lembrando dos “bolos da D Lúcia” referindo-se aos doces de minha querida sogra. Junto com seu pai, o “Jota Barbosa”, como é conhecido em nossa cidade, esbanjou simpatia. Não poderia ser diferente, afinal, hospitalidade e gentileza é marca forte de quem vive ou viveu nessa fronteira. Para completar a emoção da noite, Thiaguinho também homenageou Ponta Porã em seu show, mandando um abraço para essa cidade que se orgulha tanto de seu sucesso.

Transmito com carinho essas homenagens que recebi junto com familiares e amigos ponta-poranenses que prestigiaram o show e vibraram com o sucesso de seus conterrâneos. Ponta Porã, definitivamente, comandou aquela noite paulistana. Como é gratificante esse sentimento!

Parabéns à “Princesinha dos Ervais”! Que essa cidade possa continuar a inspirar e efetivar progresso.

Parabéns Ponta Porã2018-07-18T00:40:43+00:00
16 07, 2018

A empatia e a satisfação humana

2018-07-16T18:15:36+00:00

Suely Buriasco

Pesquisas recentes comprovam que os seres humanos são naturalmente empáticos e colaborativos. No entanto, culturalmente, temos dificuldade em desenvolver essa habilidade tão importante para os nossos relacionamentos e satisfação na vida. Com o desenvolvimento da tecnologia, passamos a viver um período onde as fronteiras se desfazem e o instantâneo prevalece. O mundo todo acompanhou o resgate das crianças na Tailândia, parecia que estava acontecendo bem próximo de nós, pois, o nosso sentimento não distingue espaço ou distância. Isso é empatia!

O interessante é que ao mesmo tempo que podemos ser empáticos com nossos semelhantes, como no exemplo citado acima, temos dificuldade de nos conectar com pessoas mais próximas. Principalmente se de alguma forma nos sentimos prejudicados por elas. Exemplo disso foi a forma como o jogador da seleção brasileira, Fernandinho, foi espezinhado pela desventura de fazer aquele fatídico gol contra na Copa do Mundo. Não se trata, absolutamente, de comparar os fatos, mas de analisar o nosso poder empático. Porque é tão difícil compreender quem nos frustra? Qual a razão de tamanha violência quando nos sentimos afetados negativamente? São questões interessantes.

Desenvolver a empatia em relação às pessoas com as quais convivemos em nosso dia a dia é, no mínimo, edificar ambiente saudável para a própria vida. Para tanto é fundamental superar a adversidade e a competição. Colocar-se no lugar do outro incondicionalmente é uma habilidade que pode ser aprendida e até mesmo treinada. É um exercício que passa pelo autoconhecimento, afinal, para compreender a emoção do outro, é preciso conhecer e entender o que se passa conosco mesmo.

O primeiro passo para desenvolver a empatia é aprender a ouvir o outro sem pré-julgamentos. É realmente querer compreender os sentimentos do outro, observando não só a fala, mas, essencialmente, o que não é falado. A comunicação não verbal, muitas vezes, diz mais que muitas palavras. E, claro, manter o equilíbrio e não se deixar influenciar por pessoas negativas. Manter a compostura diante da agressividade é medida sábia, atitudes alheias não podem definir nossa própria atitude.

A empatia transforma relações e promove maior satisfação, tendo por consequência o aumento da satisfação e do rendimento da equipe. Se cada membro reconhece o seu próprio valor e o do outro a equipe funciona harmonicamente e evolui em todos os sentidos. O mesmo acontece nos relacionamentos sociais, familiares, religiosos e etc. Sozinhos podemos muito, juntos podemos muito mais – esse é o lema de uma equipe que, realmente, cumpre o seu papel na empresa e na vida.

A empatia e a satisfação humana2018-07-16T18:15:36+00:00
2 07, 2018

Até que ponto vale agradar o outro?

2018-07-02T19:39:03+00:00

Suely Buriasco

Essa é uma pergunta um tanto capciosa, afinal por mais que somos tentados a responder que não temos que agradar ninguém, muitas vezes nossa ação é contrária. Claro que num relacionamento é necessário entender o outro e por vezes ceder em algumas situações, mas até que ponto isso é saudável?

É muito comum a frase: “faço tudo por você!”. Ela pode ser um desabafo, uma cobrança ou uma insatisfação. De qualquer forma denota uma constatação imperfeita, pois como é possível viver fazendo “tudo” por alguém? Existem mesmo pessoas que se esforçam nesse sentido, acabando por esquivar-se da própria vontade, o que não é nada saudável. No relacionamento a dois, por exemplo, não é raro as pessoas depositarem seus anseios, seus sonhos e realizações no sentido de ser agradável ao cônjuge e, quase sempre, esbarram em grandes desilusões.

O pior é que sequer perguntam ao outro se ele realmente quer essa simbiose, afinal, não é nada atraente conviver com alguém que diz sim para tudo, que não tem posicionamento nem opinião própria. Moldar a personalidade de acordo com o que considera conveniente para a relação, criando expectativas que o outro faça o mesmo é sempre um grande perigo e costuma provocar conflitos intensos. Então é comum que se desencadeie uma “roda-viva”, pois diante da crise, o cônjuge inseguro passa a agir de maneira servil, cedendo demais na ânsia de se sentir mais amado. Mesmo que aparentemente isso possa dar resultados, com o tempo o desgaste da relação acontecerá com maior amplitude e complexidade.

Em qualquer tipo de relação querer satisfazer plenamente pode ser sinal de insegurança e causar muitos aborrecimentos. Para que os relacionamentos sejam saudáveis, faz-se necessário que haja respeito e entendimento de ambas as partes, o que não é realizável numa relação subserviente. Bom pensar que viver tentando agradar o outro é sempre motivo de frustração, primeiro porque é impossível agradar todo o tempo, segundo que nessa tentativa certamente não será fácil agradar a si mesmo.

Diante de qualquer situação uma medida sábia é refletir se ceder significa renúncia edificante ou aquiescência servil. No primeiro caso, a pessoa muda para tornar a sua vida melhor; no segundo muda na ilusão de melhorar a vida do outro. Vale o discernimento!

Até que ponto vale agradar o outro?2018-07-02T19:39:03+00:00
28 05, 2018

Desista de mudar os outros

2018-05-28T23:12:09+00:00

Suely Buriasco

Uma mãe me manda um e-mail desesperado, diz que é divorciada e vive só, não pode conviver com os dois filhos; o mais velho é casado, a nora não deixa que ele a procure e o mais novo vive com o pai que o proíbe de visitá-la. Eu lhe respondo:

De forma geral posso dizer que você não pode mudar os outros, então seria interessante analisar o que pode ser mudado em você para que o seu relacionamento com os filhos mude. Pense em estratégias que possam fazer seus filhos se aproximarem de você. Deixe de procurar culpados e opere as mudanças que você pode fazer, ou seja, em você mesmo.

Ela agradeceu minha atenção, mas disse que não adiantava fazer nada.

Esse é só um exemplo entre muitos que não nos cabe julgar, mas analisar visando nossa própria melhoria. Quando o ponto é reconhecer as próprias responsabilidades diante dos conflitos, algumas pessoas tendem a negar como se não houvesse nada a ser feito. É o tão famoso “não adianta”, para ocultar o receio e mesmo a falta de vontade para abordar outras possibilidades, até porque isso significa assumir o que lhe cabe na situação, já que ninguém entra em conflito sozinho.

Mas o fato é que você não pode mudar os outros, não pode fazer com que eles entendam as situações conforme o seu próprio entendimento, muito menos exigir que eles tomem qualquer medida que, a seu ver, resolveria o problema. Entretanto, você pode fazer muito pelo seu relacionamento com as pessoas, desde que assuma seus próprios erros e enganos, que respeite a maneira do outro ser e se manifestar e, finalmente, que se desfaça do orgulho exacerbado. Enquanto manter inflexível a sua posição, não admitindo outras formas de pensar e agir, você vai sofrer a ausência das pessoas que ama e viver a solidão dos intolerantes.

Não vale à pena sofrer e negar o sofrimento não livra você dele; a vida nos dá muitas oportunidades felizes, mas a maior delas é, sem dúvida, conviver com nossos afetos. Problemas nos relacionamentos são comuns e devem ser solucionados o quanto antes, para que as mágoas não causem ainda mais dor.

Portanto diante de conflitos no relacionamento deixe de gastar energia procurando culpados, julgando e condenando as pessoas. Pare de sofrer, foque no que você pode fazer e mude as suas atitudes. Afinal, você não precisa concordar com o outro ou agir da forma que ele quer; você só precisa respeitá-lo.

Pense: se você fizer a sua parte, no mínimo, a metade da questão já estará resolvida. É uma boa porcentagem, não acha?

Desista de mudar os outros2018-05-28T23:12:09+00:00
22 05, 2018

Bom Humor no Trabalho

2019-05-08T19:35:07+00:00

Suely Buriasco

Nos treinamentos que faço em empresas ainda me impressiona o número de pessoas que queixam do próprio mau humor, imagine! Então procuro levá-las a refletir sobre o quanto se sentem insatisfeitas com isso e como podem agir para mudar esse padrão emocional.

A irritação é uma emoção que varia de intensidade desde um simples desconforto até a fúria e, portanto, pode gerar grande confusão mental e descontrole emocional. O problema maior é quando a pessoa passa a reagir intensamente sobre algo que não tem essa devida proporção. Como se não bastasse, esse estado mental ainda costuma provocar outros sentimentos como ansiedade e agitação, além de alterações fisiológicas como tremor, falta de ar, dor muscular, coração acelerado, etc. Até certo ponto é possível controlar-se sozinho, mas quando a pessoa não se sente capaz, quanto antes procurar ajuda especializada melhor.

Normalmente as pessoas que manifestam irritação relatam que os fatores externos são predominantemente os responsáveis por esse sentimento negativo. Procuro, então, levá-las a entender que os acontecimentos em si não são justificativas para o mau humor e que, na verdade, não são os outros que nos irritam, mas nós que nos irritamos com as pessoas. A conscientização de que temos o controle sobre a maneira como acatamos as situações nos leva a pensar em novas formas emocionais e atitudes.

Bom lembrar que as pessoas só fazem conosco aquilo que permitimos. Assim, não é o colega folgado, nem mesmo o chefe “cricri” que irrita você e sim o que você permite que o afete nas atitudes deles. Mas qual a razão pela qual você se deixar afetar? Essa é uma reflexão individual que pode somar muito no processo de autoconhecimento; fundamental para operar as transformações íntimas necessárias para viver melhor e mais saudável. O fato é que geralmente passamos o maior tempo de nossos dias no ambiente de trabalho e, portanto, manter bons relacionamentos é essencial e isso só será possível com muito bom humor.

Algumas dicas podem ser úteis para manter o bom humor no trabalho:

1- Faça alguns alongamentos, acompanhados com exercícios de respiração, isso provocará uma sensação de relaxamento.

2- Foque o pensamento na situação presente, sem resgatar mágoas passadas que intensificam o problema.

3- Analise se a situação tem real importância, isso evitará que você se aborreça com coisas que não fazem nenhuma diferença na sua vida.

4- Busque desenvolver a assertividade, objetividade e discrição; assim evitará intromissões negativas e os famosos “mexericos”.

Por fim, bom ter em mente que as atitudes alheias não têm o poder de mudar as suas próprias atitudes, portanto, não há razão para preocupar-se tanto com os outros e suas opiniões. Todos merecem seu respeito; inclusive e principalmente; você mesmo!

Bom Humor no Trabalho2019-05-08T19:35:07+00:00
15 05, 2018

Mudar é preciso

2018-05-15T01:57:44+00:00

Suely Buriasco

Quem nunca se sentiu resistente às mudanças que atire a primeira pedra. Mudar causa transtornos, não só nas nossas vidas, como também na vida dos outros. Tente agir ou se manifestar de forma incomum para ver o quanto chamará a atenção de todos ao seu redor? E, se isso desgostar alguém, pode esperar pelos julgamentos, condenações etc e tal. Tem um dito popular que diz mais ou menos assim: “É incrível como as pessoas se ressentem quando você deixa de fazer o que elas querem”.

Algumas são mais abertas ao inédito, outras mais contidas, mas o fato é que as mudanças fazem parte da vida de qualquer pessoa e deveriam ser vistas sempre de forma positiva. Ninguém cresce sem sair da zona de conforto para enfrentar e superar dificuldades, portanto muito cuidado com a Síndrome da Gabriela: “eu nasci assim, eu cresci assim, sou mesmo assim e serei sempre assim”.

Tentar conter mudanças é inútil; cedo ou tarde as coisas sairão de controle e se você não se adaptar, tudo ficará mais difícil. Daí tantas pessoas chatas, rabugentas que só sabem reclamar de tudo; na resistência por mudanças preferem assumir o papel de vítimas do mundo, terceirizando suas responsabilidades. Tudo na natureza é essencialmente mutável, não poderia ser diferente conosco, somos seres em processo evolutivo.

Assim se você tem ouvido coisas do tipo: “não estou reconhecendo você” ou “você não é mais a mesma pessoa”, parabéns, você está fluindo com a vida e não simplesmente existindo. Não se sinta culpado se as pessoas ao seu redor não compreendem a sua ânsia de transpor suas próprias barreiras e se realizar. Não se boicote por conta das opiniões e julgamentos alheios, busque em você mesmo a aceitação de que está agindo como considera certo. A sua consciência provocará a satisfação que você precisa.

Dê a sua compreensão aos que ainda não entenderam o seu processo de mudança, certamente elas necessitam de tempo para buscar o mesmo em suas vidas. Não se deixe abater se em algum momento você se sentir só, lembre-se que as maiores transformações passam pelo caos. Busque forças nas próprias convicções e segue a sua rota com vistas ao que procura; se por esse caminho você encontrar alguns de seus afetos será muito bom, mas lembre-se que cada um têm o direito a sua própria escolha.

Seja paciente e gentil, mas não viva para agradar aos outros, lembre-se de que você é a única pessoa responsável pela sua própria vida. Então, viva!

Mudar é preciso2018-05-15T01:57:44+00:00
8 04, 2018

Ser feliz é mais fácil do que parece

2018-04-08T22:25:59+00:00

Suely Buriasco

Nos treinamentos que faço, nos e-mails que recebo e mesmo na convivência com outras pessoas percebo o quanto é difícil simplificar as coisas em prol de se sentir feliz. Tudo parece tão intenso e cansativo, muitas vezes até dramático e as pessoas seguem suas vidas tão distraídas, que parecem não se dar conta de que vivem momentos únicos, afinal, o tempo não volta. Pior ainda é a culpa ao caírem em si e perceberem que para muitos erros não há conserto e é preciso encarar as consequências, porque essas sempre recaem a quem por elas é responsável.

Claro que relacionamentos não são fáceis e, muitas vezes, são mesmo extremamente difíceis, até porque o ser humano é muito complexo. Se pensarmos que não existe nesse planeta uma só pessoa que pense da mesma forma, podemos compreender a tamanha complexidade da convivência. Algumas afinidades aqui, outras ali, mas de todo as diferenças são sempre mais expressivas, até porque é o que nos chama mais atenção. O que muitas vezes não percebo é a conscientização das pessoas de que ter bons relacionamentos é sempre muito mais gratificante.

Nesse sentido vale alguns lembretes:

1- Aceite diferenças

Simples assim, ou melhor, complicado assim, que seja! O fato é que as diferenças fazem parte da vida e aceitá-las é abrir campo para novas possibilidades, tanto para ampliar conhecimentos, como para desenvolver maior compreensão.

2- Você não precisa ter razão sempre

É um grande alívio não precisar estar certo o tempo todo; provar que tem razão é um grande desperdício de energia. Muitas vezes o melhor a fazer é seguir com sua própria opinião e deixar que as pessoas pensem como desejam.

3- Priorize e releve

Nem tudo precisa ser levado “a ferro e fogo”, vale priorizar preocupações e se importar somente com o que realmente é necessário. Releve situações que não merecem a sua afetação.

Ser feliz, sem dúvida, exige grande esforço e um dos maiores é equilibrar o orgulho, mas quem já experimentou a recompensa, certamente, entende o quanto vale à pena, afinal qual o ganho de quem cultiva mágoa ou tristeza?

Pense nisso!

Ser feliz é mais fácil do que parece2018-04-08T22:25:59+00:00
20 02, 2018

Relacionamentos têm prazo de validade?

2018-02-20T11:54:58+00:00

Por Suely Buriasco

Documentos têm prazo de validade, assim como medicamentos, alimentos e tantas outras coisas. Itens com validade vencida podem ocasionar prejuízo e, portanto, devem ser descartados. Acredito que os relacionamentos não fujam essa regra e precisam ser renovados de tempo em tempo para não “estragarem”. Assim como não existe manual para relacionamento, também não existe prazo comum de vencimento. Cada casal precisa entender o funcionamento de sua relação e adequar-se às mudanças necessárias. Nesse caso o grande prejuízo é continuar numa relação que cause sofrimento.

Relacionamentos tóxicos

Ao conhecer alguém interessante, muitas vezes, a pessoa sente que tudo é incrível e esse sentimento de exaltação parece sair das comédias românticas. No entanto, com o passar do tempo, situações inadequadas passam a se evidenciar. Entendemos por relacionamentos tóxicos aqueles que, de alguma forma, causam sofrimento às pessoas envolvidas, qualquer tipo de humilhação e violência. Algumas pessoas ao se verem num relacionamento assim buscam logo o afastamento, mas há aquelas que aceitam essa convivência, mesmo vivendo em grande sofrimento. Os resultados podem ser os mais trágicos possíveis, com comprometimentos difíceis que se estendem para os familiares, amigos. A questão é muito complexa e, como tal, não pode ser tratada de forma superficial. Alguém que não consiga sair de um relacionamento tóxico precisa de ajuda profissional.

Relacionamentos corroídos

O desgaste provocado pelo tempo sem manutenção também indica que a validade do relacionamento venceu ou está em vias disso. Tem gente que casa e acha que conquistou de vez o parceiro. Talvez acreditem em suas próprias promessas do tipo: “Que só a morte nos separe”. Relacionamentos reais não são estáticos. Tudo na natureza está em movimento, inclusive nós mesmos, então não existem relações estáveis o tempo todo. Quando não se dedica à tarefa constante de edificar os relacionamentos eles acabam por perder o viço. Não representando mais a alegria da união o relacionamento está com o prazo vencido.

Relacionamentos renovados

Um relacionamento com prazo de validade vencido ainda pode ser renovado, desde que as duas pessoas se conscientizam de suas responsabilidades e ajam de acordo com a edificação.  Relacionamento é via de mão dupla, uma pessoa pode até iniciar o processo da transformação, mas isso só será possível se ambas se decidirem a realizar esse processo juntas. É um trabalho difícil, mas que vale muito a pena quando existe amor e disposição por ser feliz.

Manter relacionamentos tóxicos ou corroídos, que acabam sendo a mesma coisa, é ser conivente com abusos, mau tratos, desvalorização e humilhações. Não há nada de construtivo nisso. Saudável é o relacionamento que se renova e não o que apenas se mantem. Não tome por vencedor um relacionamento com o prazo vencido.

 

 

Relacionamentos têm prazo de validade?2018-02-20T11:54:58+00:00
29 01, 2018

Diálogo – Ferramenta de Combate á Violência

2018-01-29T20:39:21+00:00

Suely Buriasco

A omissão dos pais em relação a qualquer problema que se refira aos filhos é gravíssima. Ninguém pode educar se omitindo; mas as palavras e atitudes impensadas na hora de repreender um jovem, uma criança, são extremamente prejudiciais, principalmente quando insuflam a violência.

É importante observar o comportamento do jovem em casa e na escola, principalmente quando ele apresenta alguns sinais de agressividade, quando reage com impaciência e grande excitação às situações corriqueiras; quando expressa violência contra amigos e familiares e age sem sentir-se culpado. Esses são fortes indícios de que existem problemas que merecem muita atenção.

Por não ter uma mente formada e ideias próprias, crianças e adolescentes podem ser influenciados pelos amigos ou mesmo pela mídia: novelas, jogos e etc. Isso pode fazer com que eles desenvolvam um comportamento agressivo, aderindo a essas influências sem pensar nas consequências.

Nesse momento o papel do diálogo no lar é de extrema importância. Não adianta simplesmente proibir o contato com determinadas pessoas, ou proibir jogos de videogame, ou algum tipo de filme; a conversa esclarecedora, explicar os motivos e ouvir do jovem o que ele pensa sobre aquilo é fundamental e fará total diferença.

Diante da manifestação violenta dos filhos é imprescindível saber agir da maneira certa, dentro de alguns limites que definem o diálogo como instrumento de entendimento. Esse limite é a mansuetude que é a verdadeira autoridade. Pais que possuem autoridade não gritam, não fazem chantagem, não são violentos, muito menos humilham seus filhos. Cobram com calma e determinação e são respeitados.

Às vezes, os pais sentem que o diálogo não surte efeito e tornam-se impacientes, mas é de extrema relevância que compreendam que a violência nunca é recomendável; quando os pais partem para a agressividade é porque já perderam a razão.

Pais agressivos alimentam a agressividade dos filhos. Quando o diálogo é dificultado e os pais sentem que não está dando resultado, o melhor é dizer ao filho que vai pensar sobre o que está acontecendo e pedir que ele faça o mesmo. Nesse ínterim é importante analisar o que não está funcionando e mudar antes de uma nova conversa. O diálogo sempre dá resultado, a forma de dialogar é que pode não estar funcionando.

E é preciso lembrar ainda que os pais são exemplos para os filhos, afinal, a fruta nunca cai muito longe do pé!

O primeiro contato de uma criança com o mundo é através dos pais, é neles que ela se espelha no início da vida.

Por isso, a postura de você que é pai, que é mãe, precisa ser sempre educativa, esclarecedora. Impor limites sim, mas com disciplina e afeto.

 

 

 

Diálogo – Ferramenta de Combate á Violência2018-01-29T20:39:21+00:00
22 01, 2018

Xô preocupações: 4 hábitos simples

2018-01-22T16:11:22+00:00

 

Por Suely Buriasco

A preocupação é algo que deveríamos analisar melhor, afinal é um sofrimento antecipatório cujos resultados variam entre nunca acontecer o que tememos, que é o mais comum, ou realmente acontecer. Quando nunca acontece foi, no mínimo um mal estar vão, sem fundamento e que, certamente, causou algum tipo de prejuízo na nossa vida. Quando os motivos de nossas preocupações acontecem nosso foco deveria estar na solução, mas estamos muito desgastados para pensar nisso. A preocupação consome nossas melhores energias.

Parafraseando a escritora holandesa Corrie ten Boom:  A preocupação não esvazia a tristeza do seu amanhã. Ela esvazia sua força de hoje.

Desenvolver alguns hábitos no nosso dia a dia é de grande importância no sentido de evitar as preocupações exageradas. Vejamos esses:

  1. Não alimente pensamentos paralisantes

Todo o pensamento que limita você, todas as formas mentais que provocam medo precisam ser substituídas. Não se perca em criações negativas e imaginações vagas. Fuja dos pensamentos repetitivos e das ideias fixas.

  1. Escolha o tempo certo

Toda mudança de comportamento exige autoconhecimento. Você precisa saber em que situações a sua mente está mais vulnerável. Por exemplo, ao sentir sono, estar com fome e outros incômodos, nossa mente tende a ver as coisas de forma mais obscura. Em momentos assim vale o refrão: “Não vou pensar nisso agora”.

  1. Mantenha a mente ocupada

Isso é bem antigo, certo? E muito verdadeiro. Ocupe sua mente com coisas que precisam ser resolvidas agora, com o seu trabalho, leitura, diversão. Quem pensa muito no que há por vir está sempre preocupado e ansioso. Opte por desenvolver o hábito de pensar positivo. Isso pode não mudar a situação, mas, certamente muda a forma como você lida com ela.

  1. Jogue luz em suas preocupações

Esse é mesmo um hábito que provoca grande transformação em nossas vidas. Procure iluminar o motivo das suas preocupações tirando-o do campo mental. Você pode falar sobre isso com alguém que possa ajudar na busca de novas alternativas ou mesmo escrever sobre o assunto e ler depois. Quando exteriorizamos nossas preocupações, compreendemos melhor nossas emoções e nossos pensamentos ficam mais claros e objetivos.

Nosso cérebro aprende pela repetição. É repetindo novos comportamentos que criamos novos hábitos. Decida-se a ser mais prático em relação às situações, analise bem suas emoções e aja de forma a aproveitar mais o presente, vivenciando com intensidade cada dia. Até porque o presente é só o que temos de certo. Concorda?

Suely Buriasco
Mediação de Conflitos e Coaching
www.suelyburiasco.com.br

Xô preocupações: 4 hábitos simples2018-01-22T16:11:22+00:00
15 01, 2018

Em 2018 aproxime-se de quem você ama

2018-01-15T20:30:47+00:00

Por Suely Buriasco

Desencontros, infelizmente, são muito comuns e, quase sempre, causam grande sofrimento; somos seres sociais e, portanto, os relacionamentos são muito importantes em nossas vidas. O grande problema é que nem sempre conseguimos manter um convívio harmônico e acabamos, muitas vezes, nos afastando das pessoas pelas quais temos afeto.

Conflitos acontecem naturalmente no convívio humano, estão relacionados com intolerâncias pelas formas diferentes de pensar e agir. O conflito surge quando as pessoas passam a acreditar que precisam lutar em favor da sua posição. É então que, mesmo de forma inconsciente, passam a alimentar uma aversão pela outra pessoa e o problema se torna pessoal. Esse processo acontece de ambas as partes, ou seja, mesmo tendo origem na ação de um, o conflito só eclode com a contribuição de todos os envolvidos.

A habilidade para lidar com conflitos é, pois, essencial para os bons relacionamentos, afinal as pessoas são diferentes e, de alguma forma, querem que a sua vontade prevaleça. Quando existe a aceitação de que é possível conviver com as diferenças, privilegiando o respeito, então a competição se dissolve e o entendimento acontece. É assim que os acordos podem ser estabelecidos através do diálogo pelo qual um busque entender o outro, ouvindo com atenção e sem julgamentos.

Existem, realmente, situações difíceis nas quais o orgulho prevalece e consolida os conflitos, mas ainda que seja assim, muito pode ser feito em favor de uma convivência harmônica e salutar.  Basta ponderar o quanto é mais interessante viver bem, sem mágoas ou ressentimentos. Isso não significa que é preciso mudar a própria ideia ou assumir a posição do outro; significa ter maturidade suficiente para compreender que existem visões diferentes que precisam ser levadas em conta. Mesmo que a situação tenha tamanha complexidade que impeça um acordo, sempre a algo que possa ser relevado em favor de uma convivência com o mínimo de entrosamento.

O principal é buscar estar bem consigo mesmo, através da verdadeira concepção de que tudo está sendo feito em favor de melhorar as relações com os seus afetos. Claro que manter bons relacionamentos não depende só de você, mas despender esforços nesse sentido é um papel que lhe cabe. A vida fica muito mais agradável quando aprendemos a exigir menos dos outros e das situações e nos responsabilizamos por agir em favor da tranquilidade que todos necessitamos para viver bem com as pessoas que amamos.

Uma boa dica é aproveitar essa virada do ano para agir em favor das mudanças que desejamos para os nossos relacionamentos. O calendário por si só não fará a diferença, mas você pode fazer.

Faça um feliz ano novo acontecer em sua vida!

 

 

Em 2018 aproxime-se de quem você ama2018-01-15T20:30:47+00:00
WhatsApp chat