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12 02, 2024

Como vencer a dependência emocional

2024-02-12T21:50:32+00:00

Na dependência emocional a pessoa se coloca totalmente subordinada a outra sem a qual não se sente segura nem mesmo para assumir as pequenas responsabilidades da vida. O bem estar e segurança pessoal estão intrinsicamente relacionados à presença do outro. É, assim, um grave entrave para os relacionamentos saudáveis, sendo responsável por um dos maiores sofrimentos dos seres humanos.

Origem

A dependência emocional pode ter origem numa educação rígida na qual os pais, bloqueando a liberdade dos filhos, os treinam para sempre dependerem deles. Na fase adulta esses filhos transferem para outra pessoa, normalmente um cônjuge e, na falta deste, um filho, a responsabilidade de cuidar deles.

Em casos mais agudos, a dependência emocional provém do sentimento de rejeição que pode ser real ou imaginário por parte de pessoas significativas em sua vida. Ao não se sentir amada a pessoa passa a viver de conformidade com a vontade do outro na tentativa desesperada de agradar, de se sentir aceita e, principalmente, de não ser abandonada.

Baixa autoestima

A dependência emocional é sempre acompanhada de carência excessiva. O dependente emocional se mostra uma pessoa fragilizada e fraca, que pode causar muitos desequilíbrios em qualquer tipo de relacionamento. Dificilmente uma relação verdadeira e autêntica suporta isso por muito tempo.

Suas emoções só podem depender de você mesmo

A busca da independência, por outro lado, não significa o isolamento. Todos nós dependemos de atenção, afeto, carinho, amor; o problema está no exagero que leva a pessoa a acreditar que não vive sem a outra. Qualquer relação deve ser baseada em trocas equivalentes e supõe pessoas inteiras, cientes de suas emoções, opiniões, crenças e valores.

Vencendo a dependência emocional

Se você se identifica como dependente emocional, precisa avaliar os motivos que o levaram a envolver-se em tamanha insegurança. A partir disso é possível iniciar o trabalho de ajustar-se psicologicamente, assumindo suas próprias emoções e responsabilidades. Nem sempre é um trabalho que se possa realizar sozinho, nesse caso não tarde em procurar ajuda profissional.

Isso jamais será possível sem autoconfiança, portanto o caminho é o de se redescobrir, entrando em contato com seu próprio eu. Mesmo que seja penoso é preciso lidar com a raiz do problema, derrubando ídolos e compreendendo o poder de si mesmo.

Lembrando Rubem Alves: “Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses”.

 

Como vencer a dependência emocional2024-02-12T21:50:32+00:00
8 01, 2024

10 maneiras de ser bom para si mesmo

2024-01-08T17:23:52+00:00

Muito se fala em autoestima, mas muita confusão ainda é feita, o amor-próprio é uma aquisição mais complexa e vai muito além de  se encher de mimos. Lembre-se que você é a pessoa mais importante da sua vida. Só quem se relaciona bem consigo mesmo está apto a construir bons relacionamentos com os outros. Então melhor prestar atenção nestas dicas de como ser bom para si mesmo.

1- Priorize-se

Mesmo que isso lhe traga algum sofrimento ou perturbações, nunca renuncie a sua vontade para agradar outras pessoas. Cuide de si em primeiro lugar, pois só assim conseguirá cuidar e ser realmente boa para os outros.

2- Seja verdadeiro(a)

Sua opinião merece ser considerada, portanto, não a omita, expresse seus sentimentos, pensamentos e vontades. Seja uma pessoa afetiva e assertiva, use da autenticidade com educação e respeito.

3- Trate bem de seu corpo

Cuide da própria aparência e, principalmente, da sua saúde. Dê ao seu corpo a nutrição, o exercício e o conforto necessários para melhorar a sua capacidade.

4- Use roupas confortáveis

Parece bobagem, mas é fundamental usar roupas que façam você se sentir bem, que se encaixam na sua personalidade e que sejam um complemento para o seu visual. Não é a roupa que faz você, mas o inverso é verdadeiro.

5- Construa uma boa vida

Pare de deixar a vida levar você, foque naquilo que lhe faz bem e escolha viver como você gosta. Isso não é utopia, claro que nem tudo acontecerá do seu jeito, mas você pode escolher tirar a melhor parte de tudo. Não coloque expectativa nos outros, construa a própria felicidade.

6- Aceite quem você é

Faça as pazes com você mesmo, procure melhorar sempre, mas ame a pessoa que você vê refletida no seu espelho, com qualidades e defeitos, beleza e imperfeições. Aja de forma a se sentir uma pessoa íntegra, inteira.

7- Tenha tempo para você

Claro que você tem muitas responsabilidades, mas nenhuma é maior que estar bem, afinal só a partir disso é que você cumprirá bem suas obrigações. Então dedique-se ao que lhe faz bem: um filme, um livro, escrever, pintar, cantar, dormir… Enfim, faça o que gosta e motive-se.

8- Admire-se

Você não precisa que outras pessoas demonstrem admiração quando você mesmo reconhece seus esforços para ser uma pessoa melhor a cada dia. Sem prepotência ou arrogância considere suas qualidades e valorize-se.

9- Não olhe para trás

Não há como mudar o passado, então não fique remoendo erros, ofensas ou qualquer coisa que se relacione a ele. Experiências passadas só devem servir para acrescentar maturidade e força em seu espírito. Deixe o velho ir e abra espaço para o novo!

10- Confie em Deus e em você mesmo

Use da oração para se conectar com o Superior e aceite a Sua manifestação na sua vida de forma sincera, vivendo de acordo com a sua consciência. Desenvolva a autoconfiança e se esforce genuinamente para ser uma pessoa melhor e construir uma vida mais saudável, espiritualizada e feliz.

Seguindo essas dicas certamente você se sentirá um ser humano merecedor de grandes alegrias na vida e, claro, vai fazer questão delas.

10 maneiras de ser bom para si mesmo2024-01-08T17:23:52+00:00
23 07, 2023

Palestra “Faça a sua Parte”

2023-07-23T22:41:27+00:00

Alegria imensa em participar do maior evento on-line de desenvolvimento pessoal em sua 5* edição – Virada Existencial – dos dias 30 de julho a 6 de agosto.
Muitas lideranças de diversas áreas estarão compartilhando suas experiências através de mini cursos e palestras. União de pessoas que acreditam e realizam com amor os seus propósitos.
O evento é gratuito e você também pode fazer essa virada na sua vida. Siga o @viradaexistencial no Instagran, comente “quero” em qualquer postagem e saberá como.

A minha palestra – live será no dia 04 de agosto das 17:00 às 17:30hs no meu perfil do Instagran @suelyburiasco . O tema é Faça sua Parte pela busca do que você deseja. Vamos juntos?!

Palestra “Faça a sua Parte”2023-07-23T22:41:27+00:00
23 07, 2023

7 posturas que você precisa abolir para ser feliz

2023-07-24T22:37:08+00:00

Muitas vezes complicamos a nossa própria vida com atitudes totalmente dispensáveis, ou seja, que poderiam ser evitadas em prol da nossa paz. Parece que nos colocamos no piloto automático e não analisamos o que temos feito de nossas vidas, até que algo nos afete profundamente. Quase sempre é a dor que nos inspira a refletir nas mudanças necessárias. Mas não precisa ser assim, artigos como esses têm por objetivo despertar seus leitores para a importância de transformar tudo o que lhes é prejudicial.

Abolindo essas posturas você facilita muito sua vida e, certamente, se sentirá muito mais feliz.

  1. Necessidade de estar sempre certo

Ter razão sempre é uma ilusão perigosa e prepotente. Perigosa porque é uma carga muito grande a ser carregada, o que pode levar a prejuízos de toda ordem. E prepotente porque ninguém tem essa capacidade. Deixe de ser o “dono da verdade” e aceite o desafio do aprendizado.

  1. Crenças limitantes

Durante a vida vamos acumulando crenças do tipo “é impossível”, “Não sou capaz” ou coisa assim. Por isso é preciso, de tempo em tempo, revisar nossas crenças e desistir de todas que nos impeçam de ser e fazer o que é melhor para nós mesmos e para os que nos rodeiam.

  1. Reclamar

Parar de se lamentar das pessoas, da vida, de tudo… A maneira como você enfrenta as diversas situações é que produzem os seus sentimentos. Cultivar pensamentos positivos, ser otimista e buscar o melhor de tudo e todos é garantia de serenidade e bem-estar.

  1. Criticar e culpar os outros

Críticas e julgamentos são potentes consumidores de energia positiva, enquanto que a compaixão é geradora. Assuma as responsabilidades que lhe cabem e desista de culpar os outros e dar desculpas por suas falhas.

  1. Viver o passado

O passado só serve por referência, não vivemos mais lá. Desapegar-se do que já passou é livrar-se das mágoas e culpas, um exercício de perdoar a si mesmo e aos outros. Livrar-se do passado é um ato de libertação que permite vivenciar o novo e evoluir.

  1. Necessidade de impressionar os outros

A preocupação com a crítica alheia é uma das maiores fontes de ansiedade e depressão. Lembre-se que você não precisa agradar todo mundo, você só precisa dar o seu melhor sempre. Reconhecer seus próprios esforços é que lhe trará o sentimento do dever cumprido, o resto é desgaste inútil de tempo e saúde.

  1. Resistir a mudança

Acredite: mudar é muito bom! O que faz alguém resistir às mudanças é o medo do novo, pura insegurança. É preciso optar por mudar tudo o que não está bom ou que pode melhorar, sair da zona de conforto e agir em favor de si mesmo e de quantos puder inspirar. Na natureza tudo está em movimento, essa é a nossa essência.

 

Se você identifica uma ou mais dessas posturas em seu comportamento inicie, com urgência, o trabalho de mudar. A felicidade é um sentimento muito bom, não vale a pena ser adiado.

7 posturas que você precisa abolir para ser feliz2023-07-24T22:37:08+00:00
5 06, 2023

4 razões pelas quais a sua autoestima pode estar baixa

2023-06-05T17:36:31+00:00

Todos nós temos experiências de vida que ajudam a moldar o que somos. Todos carregamos bagagens emocionais que definem nossas ações diante da vida e das outras pessoas. Paradigmas que se formaram muito antes do nosso nascimento, herança da educação e das influências que tivemos desde tenra idade. Todo esse contexto se reflete à forma como olhamos para nós mesmos, tendo grande impacto na nossa autoestima.

Amadurecemos quando nos determinamos a analisar que tipo de bagagem queremos carregar, ou seja, quando entendemos que alguns paradigmas já não nos servem mais e precisam ser quebrados. É nesse momento que assumimos as rédeas de nossas próprias vidas e saímos em busca de nós mesmos.

Para facilitar o seu despertamento observe algumas razões prováveis para a sua baixa autoestima:

  1. Crenças limitante

Conforme já o dissemos, desde o nosso nascimento somos influenciados pelas pessoas que nos rodeiam, bem como pelas experiências que vivenciamos. São influências positivas e negativas que vamos acumulando com o passar dos anos, formando nossos modelos mentais e percepções do mundo. Acontece que nem sempre essas percepções são verdadeiras, embora as tenhamos como tal. Por isso tudo o que acreditamos de negativo, sobre nós mesmos e a vida, precisa ser repensado.

Exemplo: Ideias do tipo “Eu não consigo”, “Eu não sou capaz”, “A vida é difícil”, “Não adianta”, “O mundo é cruel”, “As pessoas não prestam”, etc.

      2. Sentimento de rejeição

Você pode estar transferindo para a sua vida atual algum momento do passado em que se sentiu desprezado(a). Isso pode ter sido na infância, tanto na família como no ambiente escolar. Algo que tenha marcado de forma traumática a sua criança interior e que você não tenha superado. Também pode ter origem na vida adulta com o fim de um relacionamento ou desprezo por parte da pessoa amada.

Exemplo: Ideias do tipo “Ninguém me ama”, “Ninguém me quer”, “Estou sozinho”, “Não tenho importância para ninguém”, “Estou perdido”.

     3. Relacionamento tóxico

Conviver com pessoas que só enxergam o lado negativo de tudo, agressivas e infelizes minam os bons sentimentos e enfraquecem emocionalmente. O pior é que cria-se um ciclo vicioso, pois, a pessoa com baixa autoestima acredita que merece ser tratada dessa forma e atrai para si relacionamentos difíceis e desmotivadores.

   4. Sentimento de culpa

Todos nós cometemos erros. Todos nós fazemos coisas pelas quais nos lamentamos. Mas falhar não significa que você é um fracasso ou que não faz nada certo. Não deixe que as suas experiências ruins substituam as boas. Suas qualidades não desapareceram porque você cometeu um ato que a sua consciência reprova. O arrependimento só tem sentido quando buscamos redimir-nos do erro, não voltando a cometê-lo. Não deixe que isso impeça você de redimir-se e amar a si mesmo. Lembre-se que você ainda é uma pessoa amável, independentemente de seus erros.

Avalie essas razões e reflita se elas se enquadram na sua vida. Reconhecer isso é o primeiro passo para iniciar um processo de transformação íntima que provocará grande satisfação interior. O desenvolvimento da estima por si mesmo acontece a partir daí.

4 razões pelas quais a sua autoestima pode estar baixa2023-06-05T17:36:31+00:00
25 04, 2023

5 Dicas para lidar com gente intrometida

2023-04-25T02:38:02+00:00

É sempre muito difícil lidar com pessoas indiscretas que se envolvem em nossas vidas sem serem convidadas e agem de forma a influenciar acontecimentos que não lhes dizem respeito. Quando esse tipo de intromissão acontece na família ou no trabalho pode causar grande incômodo, se não real prejuízo. Por isso é muito importante que estejamos atentos e desenvolvamos estratégias eficazes para lidar com gente que se coloca em situação de evidência onde, nem mesmo, deveriam estar presentes.

Nesse sentido é importante considerar:

1- Distinguir as intenções

É importante procurar entender qual a razão dessa pessoa agir de forma inoportuna. Seria consciente? É com você ou com todo mundo? Muito cuidado em tolerar maldade revestida em dificuldades.

2- Aja com assertividade

De forma educada, mas definitiva é importante impor limites, demonstrando o que você aceita e o que não admite. Para tanto é imprescindível que você assuma suas posições com autenticidade, posicionando-se nitidamente. As palavras devem ser suaves, mas os argumentos fortes.

3- Não se deixe manipular

Pessoas intrometidas parecem ter o dom de influenciar os outros a agirem em conformidade com sua vontade. Preste atenção em conselhos exagerados que sugira a desunião, a discórdia e promovem a desconfiança e o mal-estar. Muitas pessoas se fazem de “amigas” no intuito de aniquilar seu casamento, sua família e seu trabalho.

 4- Faça do sorriso um aliado

Quando a franqueza não leva a pessoa a entender que você está impondo limites, tudo o que você precisa fazer é sorrir e sair de perto. Assim também você estará dando oportunidade para ela repensar suas atitudes e, quem sabe, mudar o comportamento em relação a você.

 5- Não dê chance aos bisbilhoteiros

Por mais íntima que uma pessoa seja, ela definitivamente não tem que saber de coisas que não lhes diz respeito, portanto, você não tem obrigação de informar nada a ela. Não dê a ela qualquer chance de instalar-se na sua vida, como diz o ditado “todo cuidado é pouco“.

Seja persistente nessas ações, não se permita manipular e, muito menos, deixar que essas pessoas prejudiquem a sua vida. Desenvolva compaixão, ninguém que é feliz age dessa forma, mas não dê a elas oportunidade para minar a sua felicidade.

5 Dicas para lidar com gente intrometida2023-04-25T02:38:02+00:00
14 03, 2022

O Coaching e a Comunicação Inteligente

2022-03-14T19:50:06+00:00

Um dos fatores predominantes na construção de conflitos é a maneira como as pessoas expõem seus próprios pontos de vista. Isso é tão interessante que, muitas vezes, duas pessoas se desentendem mesmo pensando da mesma forma sobre alguma razão. Na verdade, o que determina o grau de entendimento é a forma pela qual a comunicação é desenvolvida, ou seja, não é tanto o que se fala, mas como se fala.

A imposição dos próprios valores é um grande entrave nos relacionamentos, pois, representa o desrespeito aos valores alheios. Julgando e rotulando pessoas acabamos por marginalizá-las, conferindo-lhes um lugar perpétuo imposto simplesmente pela discordância de ideias. Dessa forma não é possível desenvolver uma comunicação eficaz, muito menos manter um relacionamento saudável.

Pela empatia abrimos novas alternativas e intensificamos as possibilidades de entendimento com as pessoas que, de alguma forma, convivem conosco. Afinal, a empatia nos inspira a dar significado aos sentimentos e convicções alheias. Isso é engrandecedor, pois amplia nossa habilidade de entender e se fazer entendido socialmente.

A comunicação empática tem por consequência melhorar nossa aptidão em construir bons relacionamentos, estabelecidos não simplesmente pela afinidade de pensamentos, mas substancialmente na consideração e respeito ao outro. Trocando em miúdos; você pode se relacionar bem com qualquer pessoa, mesmo que ela pense muito diferente de você. Não se trata de mudar as próprias concepções, mas essencialmente de permitir que as outras pessoas também tenham as suas e, mais ainda, que tenham esse direito, assim como você mesmo.

Ao compreendermos sentimentos que não são nossos, envolvemo-nos na compaixão e desbloqueamos os canais de transmissão e recepção das mensagens. Assim entendemos que, na maioria das vezes, o que impera nos conflitos de relações não é o “certo ou o errado”, mas sim o “diferente”. Acabamos por usar as diferenças a favor da harmonia, nisso reside um grande crescimento pessoal que, fatalmente, terá reflexo em todos os níveis de nossa vida. O Life Coaching facilita esse entendimento, além de trabalhar a comunicação, através do conhecimento aplicado, de forma a melhorar habilidades para o desenvolvimento de relacionamentos mais maduros, satisfatórios e, porque não dizer, felizes.

O Coaching e a Comunicação Inteligente2022-03-14T19:50:06+00:00
15 11, 2021

Seu comportamento; sua vida.

2021-11-15T18:06:01+00:00

Recebo várias mensagens de pessoas que se dizem insatisfeitas com a própria vida: relacionamentos difíceis, ciúmes, solidão e por ai vai. Muitos sabem apontar a insatisfação, mas poucos compreendem que ela pode ser consequência de seus próprios comportamentos. O fato é que quase sempre são as nossas ações que produzem os resultados pelos quais reclamamos. Portanto, se você quer sair desse engodo e criar para si uma vida mais feliz, comece por promover uma mudança comportamental na sua vida.

O que é mudança comportamental?

É uma transformação dos próprios atos a partir da identificação de um comportamento improdutivo ou que provoque qualquer mal ou desconforto. O primeiro passo é, pois, procurar decifrar qual hábito está sendo nocivo na sua vida e assumir a responsabilidade por suas próprias insatisfações. Esquecer desculpas e parar de culpar os outros são medidas fundamentais para promover a mudança que você deseja na sua vida. O objetivo é mudar os padrões de pensamento e ação para mudar os resultados.

Por que mudar?

Muitas pessoas identificam o que precisam mudar, mas não se sentem capazes de fazê-lo. Escuto muito coisas do tipo: “eu sei que esse ciúmes está acabando com o meu relacionamento, mas não consigo mudar” ou “jogo minha ansiedade na comida, não posso me controlar”, ou ainda “sou egoísta e afasto as pessoas de mim, mas não sei ser de outro jeito”. Alguns são tão inflexíveis que se deixam afetar pela síndrome da Gabriela: “Eu nasci assim eu cresci assim e sou mesmo assim, vou ser sempre assim”. Parece que não se conscientizam do sentido evolutivo da vida: transformar-se continuamente para viver melhor e mais feliz.

Como promover essa mudança?

Esse é um passo fundamental para a sua felicidade: saia da zona de conforto, lute e dê o melhor de si para substituir hábitos negativos por positivos, seja uma pessoa proativa. Cada vez que sentir desânimo lembre-se de que está em suas mãos ter uma vida mais produtiva, um trabalho prazeroso, uma família harmoniosa e relacionamentos empáticos. É a sua vida e, portanto, você pode e deve transformá-la a fim de ser uma pessoa realizada e feliz consigo mesmo.

Como o Coaching facilita a mudança de comportamento?

Com técnicas efetivas e cientificamente comprovadas para gerenciar comportamentos, o Coaching apresenta ótimos resultados. Um coach é alguém que disponibiliza e monitora ferramentas que preparam o coachee ou cliente para o enfrentamento das dificuldades com foco nos resultados esperados. Dessa forma, a mudança comportamental acontece mais facilmente pela ação dos métodos aplicados. O Coaching ajuda você a definir onde está , onde quer chegar e qual é o caminho até lá.

Mudanças comportamentais são imprescindíveis para a realização de qualquer pessoa, seja na vida pessoal como na profissional e, portanto, são medidas urgentes. Lembrando Sêneca: “Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é, por si só, uma vida”.

Seu comportamento; sua vida.2021-11-15T18:06:01+00:00
28 06, 2021

A vida é uma sucessão de ciclos

2021-06-28T03:17:27+00:00

Nada na vida é imutável! Estamos sempre acompanhando movimentos, nos movimentando e nos adaptando ao novo, ao inédito e ao diferente. Vivemos o que chamamos de fases e cada uma delas é composta de pessoas e situações. Algumas perduram mais tempo, outras se evadem com a rotação de nossos ciclos de vida.

Adaptar-se a novos ciclos é uma necessidade que exige grande transformação e, portanto, coragem. Significa entre outras coisas, aprender a lidar com as perdas, com o que fica em tempo passado, com o que não pode mais nos acompanhar. E isso inclui muita coisa; amigos, amores, familiares, juventude, bens materiais… Familiares que desaparecem fisicamente, amores que buscam outros caminhos, filhos que assumem a própria vida, períodos de doença e o corpo sentindo a passagem do tempo.

A vida segue em alternância de ciclos prósperos, outros nem tanto, num movimento que foge a nossa vontade. O que nos resta é aprender a fechar os ciclos, dando espaço para o novo e, buscando aprender com o que passou; abrir-se a ensinamentos inéditos. Afinal, a passagem dos ciclos nos é involuntária, mas a maneira como enfrentamos isso é escolha de cada um de nós.

Fechar um ciclo é permitir que ele fique no passado; é aceitar não vivê-lo mais. Isso não tem nada a ver com amar menos ou com ingratidão; desapegar-se das pessoas e circunstâncias não significa esquecê-las e sim deixá-las seguir o próprio rumo, enquanto também seguimos o nosso. Dessa forma harmonizamo-nos com o tempo, com a vida, conosco mesmo e, consequentemente, com as pessoas que nos rodeiam. As pessoas, muitas vezes, estão tão inflexíveis em seus ciclos passados que não aproveitam nem valorizam situações e pessoas que representam o seu presente, em ambas as designações da palavra.

Portanto, bom mesmo é soltar as algemas do passado, virar a página, fechar o ciclo! Abrir a janela permitindo que ondas de luz e calor penetrem em nossa vida, dissipando as trevas de nossos pensamentos obscuros. Depressão, solidão, medos… Jogue fora! Assuma o agora, o que é possível viver e o faça de forma intensa e profícua. Muitas experiências ainda virão, muitos ciclos se fecharão para que outros se abram e essa é a magia da vida, o sentido de viver.

Permita-se ser feliz, escolher a alegria como forma de encarar qualquer dificuldade. Seja quem você é agora, mas não receie mudar, pois a vida nos ensina que aceitar mudanças é amadurecer, tornando-se mais forte e seguro.

A vida é uma sucessão de ciclos2021-06-28T03:17:27+00:00
11 01, 2021

Coaching no Fantástico

2021-01-11T01:50:10+00:00

Ótima reportagem apresentada no programa Fantástico, da Rede Globo, no dia 10/01/2021 sobre a carreira de Coach. É importante esclarecer o papel desse profissional e alertar sobre os aventureiros que se denominam como tal.

O Coaching é um treinamento de habilidades que visa atingir um objetivo específico. Para tanto se utiliza de ferramentas que promovem a compreensão e o autoconhecimento. É uma metodologia de autorreflexão e despertamento visando a ação em direção ao que se almeja.

Para aplicar Coaching é fundamental estudar e se preparar muito. Assim, antes de contratar um coach é preciso buscar informações mais precisas do profissional, afinal, como em qualquer profissão, existem os que buscam excelência e os que só visam seus próprios interesses.

Se você pensa em contratar um coach seja muito seletivo.

Suely Buriasco

Sociedade Brasileira de Coaching

Coaching no Fantástico2021-01-11T01:50:10+00:00
14 09, 2020

3 passos para o SUCESSO

2020-09-14T21:45:37+00:00

Todo mundo anseia por sucesso tanto profissional, como pessoal. Ter um bom trabalho que renda dinheiro e satisfação, ter relacionamentos saudáveis e agradáveis, realizar sonhos… No entanto, se você observar com atenção verá que muitas pessoas apenas deixam a vida passar, não se concentram em nada, totalmente acomodadas em suas rotinas desmotivadoras. Demonstram insatisfação, muitas se sentem vítimas e se lamentam, mas nada fazem para mudar essa situação. O que eu tenho a dizer é: não sirva a essa estatística, não se acomode, mude o que precisa ser mudado.

 

O processo de mudança inclui autoconhecimento e evolução pessoal. É fundamental que você olhe para si mesmo e compreenda o que quer da própria vida. Eu costumo perguntar aos meus clientes qual o propósito de suas vidas e muitos têm grande dificuldade para responder. As pessoas não estão acostumadas a pensar e falar de si mesmo.  Pois é por aí que precisamos começar, não dá para esperar que o sucesso nos bata à porta.

 

Tomada de Consciência

O primeiro passo para a mudança é tomar consciência sobre si mesmo e, então, sobre o que precisa ser mudado. Você já sabe que está insatisfeito, agora precisa determinar o que lhe causa esse sentimento: o que afeta negativamente a sua vida, o que o impede de focar em seus sonhos, o que limita você para suas realizações. Ter essa consciência é essencial no processo de mudança ou você vai continuar achando que a culpa por sua insatisfação é dos outros ou das circunstâncias e, claro, vai continuar desgostoso.

 

Vontade

O segundo passo é desenvolver força de vontade para operar as mudanças necessárias. Parece simples, mas não é. O ser humano, de forma geral, tem dificuldade de sair da zona de conforto e enfrentar situações inusitadas. Mesmo insatisfeito tem receio de inovar e se sente muito inseguro diante do inédito. É preciso romper essa barreira mental, substituindo crenças negativas sobre si mesmo e a vida. A busca de melhoria funciona como uma força motora que nos empurra para frente.

 

Persistência

Se você tiver consciência do que precisa mudar, ter disposição para isso, mas não persistir diante das dificuldades, então suas frustrações serão cada vez maiores. Persistir é acreditar em si mesmo, assumir o poder diante da própria vida. É saber que você pode transformar em realidade seus objetivos com disposição e autoconfiança. É crer na força de seus desejos e insistir por realizá-los.

 

A grande armadilha da mudança é a falta de comprometimento com as próprias decisões. Não caia nessa: você decide; você faz!

3 passos para o SUCESSO2020-09-14T21:45:37+00:00
2 12, 2019

Nem tudo vai dar certo… E vai ficar tudo bem

2019-12-02T20:40:06+00:00

Suely Buriasco

“Nada é impossível”, “se você quer, você consegue”, “perdeu a batalha, mas não perdeu a guerra”. Essas são algumas frases que vemos correr fácil por aí, passando a impressão de que tudo depende de você e, se não aconteceu, faltou algo de sua parte. Motivar é importante, mas é preciso ter discernimento, afinal viver é enfrentar desafios e, importante mesmo, é estar preparado para os altos e baixos naturais.

Já assisti pessoas em êxtase cair no mais baixo ânimo por não conseguirem realizar seus planos. Sentem-se culpadas pelo que não deu certo, incapazes e inferiores. Isso é muito preocupante! Vivemos um tempo em que as pessoas tem obrigação de fazer tudo dar certo e de ser felizes. Isso também tem se manifestado muito fortemente em nossos jovens. Especialistas alertam para uma geração que não aceita ser contrariada, que não sabe enfrentar suas expectativas fracassadas.

A verdade é que grande parte de nossos planos não se realizarão da forma como desejamos, mesmo que nos esforcemos, afinal muitas coisas não dependem apenas de nós mesmos. Compreender que tem coisas que a gente só precisa aceitar e seguir “tocando a vida” é questão de amadurecimento.

Nem tudo vai dar certo…

A ideia desse estudo que se transformou em palestra é abordar a inteligência emocional como forma de desenvolver bons relacionamentos consigo mesmo e com o outro. A ideia é mostrar que é possível aprender a lidar com as frustrações, encontrando assim forças e motivação para fazer o seu melhor. Afinal de contas ninguém é obrigado a fazer tudo para que algo “dê certo”, o papel de cada um é fazer o máximo, dando o melhor de si mesmo.

E vai ficar tudo bem.

Motivação mesmo é superar o desencantamento e seguir fazendo das decepções degraus para o desenvolvimento da paciência e da resignação. Direcionar energias para seguir lutando, mesmo quando tudo pareça estar dando errado.

Manter o pensamento positivo não porque acredita que isso resolve tudo, mas porque entende que isso muda a sua forma de olhar e lidar com tudo. Os estudos da Neurociência podem nos ajudar muito a lidar com decepções e nos manter confiantes.

“Nem tudo vai dar certo… E vai ficar tudo bem” é uma palestra motivacional que vai fazer você pensar no quanto o conhecimento científico pode favorecer a sua vida de modo que você se sinta mais pleno e feliz REALMENTE.

Nem tudo vai dar certo… E vai ficar tudo bem2019-12-02T20:40:06+00:00
29 07, 2019

A grande sacada dos relacionamentos

2019-07-29T21:52:39+00:00

Suely Buriasco

Somos seres essencialmente sociais, no entanto temos grande dificuldade na interação e os relacionamentos são os motivos mais frequentes de sofrimento. Lidar com o próximo não é algo simples, afinal, entre pessoas existem afinidades e diferenças que lhes são próprias. No relacionamento é preciso aprender a conviver com divergências importantes, aceitar ideias, emoções e atitudes, muitas vezes, opostas as suas.

O fato é que desenvolver bons relacionamentos é um ganho que faz toda a diferença na satisfação humana. O grave problema que constato em meus atendimentos é a ilusão de que os relacionamentos dão certo ou não, como se fosse questão de sorte. Bons relacionamentos exigem esforço contínuo, são edificados a cada obstáculo superado. Vale lembrar que ao nos relacionarmos deixamos de ser um, para sermos dois e isso implica em aceitação e reconhecimento de valores alheios.

Nesse aprendizado a grande sacada é observar esses dois fatores:

Conhecimento

É necessário procurar entender como funciona a interação com outra pessoa. Buscar conhecer, ler, se instruir. Embora cada relacionamento seja um universo à parte, existem muitos pontos em comum que podem inspirar reflexões e ações personalizadas. Também é importante conhecer um pouco da outra pessoa, suas crenças, seus valores e a forma como manifesta seus sentimentos e emoções. Para que as pessoas se relacionem umas com as outras, é importante que primeiramente elas se conheçam e isso exige muita disposição no sentido de desenvolver um convívio harmonioso, satisfatório.

Compreensão

Você só compreende o que conhece, então esse é o segundo passo. Compreender não significa aceitar e “bater palmas”. Tem a ver com empatia, com assimilar o outro dentro de sua própria realidade. Não querer mudar, moldar ou imputar conceitos seus, subjugando o outro. Compreender é “calçar o sapato” do outro, buscar enxergar de acordo com as perspectivas dele. Escutar sem pré-julgamentos, respeitar mesmo quando as ideias alheias sejam , ou pareçam ser, totalmente divergentes das suas. Vale lembrar que a maioria dos desentendimentos não se dão na equação do certo e errado, mas sim do diferente.

Mas nada disso será possível se você não colocar o prefixo “auto” nos fatores acima. Autoconhecimento e autocompreensão são fundamentais para aprender a lidar com suas potencialidades, fraquezas, problemas, frustrações, desejos, angústias e expectativas em relação a si mesmo e aos outros.

A grande sacada dos relacionamentos2019-07-29T21:52:39+00:00
24 06, 2019

Como desenvolver bem-estar na vida?

2019-06-26T12:17:58+00:00

Temos muitas ilusões em relação ao nosso bem-estar. Um deles é que nosso humor depende de situações exteriores, então acredita-se que há motivos para estarmos bem ou não. Até pode ser assim, mas só se estivermos desavisados. Na verdade, independente dos motivos podemos criar um plano de ação à favor do nosso próprio bem estar.

O foco do Coaching, ou treinamento, é contribuir para que o coachee, ou cliente, possa elevar o bem-estar em todos os aspectos de sua vida. É importante lembrar também que o coach, ou treinador, trabalha em parceria colaborativa com seu cliente. Por isso os planos de bem-estar levam em consideração alguns aspectos fundamentais e são adaptados a cada indivíduo.

Se isso interessa você, atenção aos itens:

1- Conscientização

É essencial estar consciente da importância de desenvolver um estilo de vida saudável, alinhar objetivos, valores e propósitos.

2 – Autodeterminação

Nada acontecerá enquanto não representar a sua vontade genuína, é preciso que esteja claro que seus objetivos são seus e não fruto de pressões externas.

3- Planejamento

É preciso criar um plano prático e viável visando as mudanças que deseja para ter um estilo de vida mais saudável.

4- Atitude Mental

Não basta ter vontade, é preciso agir e mais ainda, persistir. Para tanto vale desenvolver atitude mental resiliente e confiante.

5- Forças

Um dos trabalhos mais interessantes do coach é determinar, junto com o cliente, as suas forças e como utiliza-las no processo de mudança comportamental, não apenas para aumentar a possibilidade de êxito, como também tornar o processo de treinamento mais prazeroso.

6- Autoeficácia

Elevar a convicção da própria capacidade de realizar uma tarefa específica faz toda a diferença no processo de desenvolvimento do bem-estar de qualquer pessoa. Assim é possível identificar e superar as barreiras que o impedem de manter um estilo de vida saudável.

7-  Otimismo

Importante em qualquer processo de crescimento interior é aumentar os níveis de otimismo e esperança. A disposição pelo otimismo também pode ser desenvolvida através de treinamento.

O papel do coach ou treinador é elevar a eficácia do cochee ou cliente de forma que  ele continue a operar as mudanças necessárias mesmo depois de encerrado o processo do Coaching.

 

 

Como desenvolver bem-estar na vida?2019-06-26T12:17:58+00:00
1 04, 2019

Pelas inúmeras óticas humanas

2019-04-01T20:58:55+00:00

Imagens me seduzem, em especial as que provocam ilusão de ótica, acho muito interessante poder ver várias imagens numa só e admiro a criatividade de quem as cria assim. Com certeza tem tudo a ver com a forma que interpretamos o que vemos e sentimos, cada pessoa é um universo particular com incontáveis possibilidades diferentes.

Esse final de semana deparei-me com uma alegre discussão sobre ser ou não uma pessoa sistemática. Cada um dizia de sua própria interpretação e, como é de meu gosto, fiquei a observar a variedade de conotações que se pode dar a uma mesma qualificação, bem como as diferentes nuances que se inserem na forma como vemos o outro e o qualificamos.

Sistemático tem como significado nos dicionários como “que segue um sistema”, “que é metódico ou ordenado” e ainda “constante e persistente”. Assim uma pessoa sistemática é alguém organizado, meticuloso, que tem uma forma de agir pautada num sistema, ou seja, que segue uma mesma rotina em determinada atividade.

Ser sistemático é uma qualidade ou um defeito? Esse enquadre rendeu muito na discussão que eu observava; às vezes pode ser bem divertida a velha mania de “coisificar”, interpretar e dar significados próprios a tudo. Mas o fato é que ser sistemático não é , necessariamente, nem um defeito ou qualidade e sim uma forma de ser e agir. Ser sistemático pode ser muito produtivo e benéfico quando a pessoa se adapta bem às rotinas e se compraz em cumpri-las, desde que não se torne inflexível, levando em consideração apenas o sistema por ela determinado.

Uma pessoa pode ser sistemática na maneira como conduz a própria vida, mas tolerante e paciente com a forma alheia, não impondo e se adaptando ao outro no sentido de favorecer a convivência. Em contrapartida, uma pessoa sistemática pode, ao contrário, ser alguém avesso à ouvir e aceitar outras formas de viver e agir, dessa forma se torna intolerante e de difícil convivência. Assim, a meu ver, a grande questão não é em ser sistemático ou não, mas em ser uma pessoa tolerante ou não.

O melhor mesmo é poder discutir ideias, compreender conceitos diferentes e debater argumentos, com o propósito de conhecer e respeitar as inúmeras óticas humanas. A complexidade do ser humano é fantástica e admirável!

Bom seria se toda diferença de ponto de vista se tornasse motivo de entendimento e discussão alegre e respeitosa.

Pelas inúmeras óticas humanas2019-04-01T20:58:55+00:00
10 01, 2019

Aprender e superar: Lidando com as frustrações

2019-01-10T19:24:06+00:00

Muitas vezes somos surpreendidos por situações e pessoas que minam nossas mais caras expectativas. Tudo que parecia certo e harmonioso, de repente, se transforma em um turbilhão. Confusos nos sentimos tristes, decepcionados e, muitas vezes, impotentes. Como lidar com as frustrações em nosso dia a dia? Claro que não existe uma fórmula mágica, cada pessoa deve procurar em si mesmo maneiras construtivas de lidar com essas surpresas indesejáveis. Entretanto é possível traçar um caminho que auxilie cada um na busca da superação. 

Diante das frustrações algumas atitudes são fundamentais: 

  1. Aceitação

Uma das grandes dificuldades humanas é aceitar o que não pode ser mudado. A falta de aceitação nos mantém na dor do passado, perpetuando-a. Muito melhor seria aceitarmos que as coisas são como são e só podemos mudar a nós mesmos e ao que nos compete.

Acostume-se: as coisas nem sempre (ou quase nunca) são como você quer. Tire o melhor proveito disso!

  1. Evite vivenciar a mágoa

Não se magoe se quem você contava lhe virou as costas ou traiu, se o que você almejava não aconteceu, se as coisas não deram “certo”. A mágoa só atrasa a caminhada que você precisa retomar na busca de novas alternativas. Lembre-se de que derrotado não é quem perde, mas quem desiste. Muitas vezes o que tomamos por errado nos levará a algo muito melhor daquilo que considerávamos certo.

A vida lhe colocará de frente a muitos que lhe darão o que nem você poderia esperar!

  1. Não cultive tristeza

É comum que o desânimo e a tristeza acompanhem a frustração, não aceite esse “pacote”. Já não basta a decepção? Então não se entregue e procure motivos para se motivar e retomar à luta por seus objetivos. Claro que é natural o sentimento de abatimento e, inclusive, até certo ponto é saudável, mas não se pode deixar que o negativismo e a tristeza se instalem.

Faça o seu luto, mas lembre-se de sair dele. Busque ajuda profissional sempre que preciso.

  1. Encontre a Paz

Estar em paz não significa não ter problemas, frustrações ou adversariedades. A paz é muito mais do que a ausência de conflitos, tem a ver com o sentimento íntimo e gratificante de agir da melhor forma. É uma harmonia interior que identifica e dá significado a fé em si mesmo e em algo muito maior, que eu chamo Deus.

Nos momentos de crise é fundamental se empenhar não só para fazer o possível e sim para fazer o melhor. O possível a mente pode limitar, o melhor pode surpreender.

Uma forma de viver bem é entender que sempre existe um tempo certo e nem tudo tem de ser da forma como queremos. Aliás, pode ser que seja muito melhor.

 

 

 

 

 

 

 

Aprender e superar: Lidando com as frustrações2019-01-10T19:24:06+00:00
13 08, 2018

Aprenda a lidar com as emoções

2018-08-13T15:14:16+00:00

Suely Buriasco

Escuto muitas queixas do tipo: “minhas emoções me atrapalham” ou “sou assim mesmo; não controlo minhas emoções”, ou ainda “Sou muito emocional e só me dou mal”. Podem parecer frases soltas, mas afirmações assim merecem maior atenção, pois, demonstram crenças limitantes que minam a satisfação de qualquer um.

É importante saber que as emoções são neutras, nem boas e nem más, a forma como reagíamos a elas é que possui efeito positivo ou negativo. Elas cumprem importante papel em nossas vidas, são fundamentais e dão significado ao que vivenciamos. Algumas emoções básicas fazem parte do pacote “ser humano”, conhece-las e compreender a maneira como agimos diante delas é exercício de autoconhecimento.

Emoções por si só não são capazes de atrapalhar você. Se isso tem acontecido é hora de observar seus próprios comportamentos. Alguns exemplos podem facilitar as coisas para você:

  • Tristeza: você pode escolher alimentá-la ou encará-la como um alerta para a necessidade de olhar para si mesmo e perceber o que precisa ser mudado para o seu próprio crescimento. No último caso uma emoção aparentemente ruim, revela-se transformadora.
  • Raiva: Muitas pessoas preferem disfarçar essa emoção considerando-a negativa, mas a raiva também desempenha papel importante. Muitas vezes é ela que nos fortalece no enfrentamento de muitas situações. Torna-se negativa quando se manifesta de forma violênta.
  • Medo: Tem poder de nos tirar de situações de risco, corresponde à proteção, sendo muito útil. Mas também pode estagnar e limitar, depende da forma como você a encara.

Podemos entender que as emoções são muito importantes e que cabe a cada um de nós reger as suas consequências. Trocar a palavra “controlar” por “lidar” pode ampliar a possibilidade de desenvolver a inteligência emocional através do autoconhecimento e responsabilidade pelas próprias emoções e ações.

O que você foi até hoje é parte de sua história, mas não é você. Reescreva-se, ressignifique-se, torne-se alguém melhor a cada dia!

Aprenda a lidar com as emoções2018-08-13T15:14:16+00:00
30 07, 2018

3 passos para eliminar a dependência emocional

2018-07-30T15:31:28+00:00

Por Suely Buriasco

A pessoa dependente emocionalmente não acredita no seu próprio valor, no seu poder de tomar decisões, de fazer escolhas e até mesmo na sua capacidade de conquistar alguém e, muitas vezes envolve-se em relações destrutivas por não se achar merecedora de coisa melhor. Submissão e insegurança são atributos comuns na pessoa que se sente fragilizada e possui uma imagem muito negativa de si mesma. Por se sentir incapaz em agir adequadamente apoia-se sempre em outras pessoas tornando-se dependente de orientações e direcionamentos alheios.

Esses passos são fundamentais para superar a insegurança, tomar as rédeas da própria vida e construir relacionamentos saudáveis:

  1. Enfrentar o problema

Uma pessoa dependente não consegue manter um relacionamento amoroso sadio e sua submissão nada mais é do que a necessidade do outro. São pessoas que ao declararem ao cônjuge: “eu não vivo sem você”, não estão sendo românticas ou amorosas, pois, efetivamente são dependentes do outro. É preciso conscientizar-se que existe algo muito sério a ser enfrentado e corrigido urgentemente.

  1. Trabalhar a autoestima

Apego, carência e insegurança refletem problemas com a autoestima, portanto, esse é um passo fundamental na luta contra a dependência emocional. A pessoa dependente está fragilizada e não se sente capaz de mudar seus comportamentos e, consequentemente, o relacionamento. Existe uma bibliografia extensa sobre como melhorar a autoestima e se tornar mais autoconfiante. Ampliar e aplicar conhecimentos pode ajudar muito.

  1. Buscar ajuda

A necessidade e o apego são venenos fatais em qualquer relacionamento e, cedo ou tarde, transformam a vida dos envolvidos em verdadeiro suplício. Quanto antes efetivar mudanças melhor. Claro que a tarefa não é fácil, por isso é importante buscar ajuda profissional. O Coaching utiliza ferramentas fantásticas para o empoderamento pessoal.

Exemplos de superação estão aí aos montes a demonstrar que a única pessoa imprescindível na sua vida é você mesmo. Portanto, assuma o controle e transforme a sua vida em algo que valha a pena ser vivido e, consequentemente, compartilhado.

3 passos para eliminar a dependência emocional2018-07-30T15:31:28+00:00
18 07, 2018

Parabéns Ponta Porã

2018-07-18T00:40:43+00:00

Por Suely Buriasco

Sobre homenagear essa cidade que há muitos anos me recebeu pensei em descrever o que vivenciei dia 08 último, no Clube Pinheiros em São Paulo. A noite foi uma das atrações do evento “GINGA” que teve por tema a Copa Do Mundo e reuniu jovens para acompanhar os jogos nos vários telões colocados no salão do clube. Como não poderia deixar de ser, depois dos jogos muitos shows garantiram a diversão de todos.

O que me chamou atenção, particularmente no último domingo, foi o que considerei uma importante homenagem: Ponta Porã comandou a noite paulistana. Explico: salão lotado, quase quatro mil pessoas presentes e o tradicional clube paulistano foi palco da realização de ponta-poranenses ilustres. Essa reflexão me traz grande orgulho, pois, um dos responsáveis pela festa é meu filho, Mário Júnior, nascido e criado em Ponta Porã. Conhecido por Mário em São Paulo e Juninho em Ponta Porã, meu caçula é publicitário e sócio de uma das mais competentes e reconhecidas agências do Brasil, responsável por eventos em todo o país.

Uma das atrações foi a dupla sertaneja “Leandro Henrique e Gabriel”, ambos igualmente nascidos e criados em Ponta Porã. Se a mim causou orgulho, fico imaginando o que sentiria o povo dessa fronteira presenciando a competência e o talento fronteiriço sendo esbanjado para o público paulistano, tão exigente e amante do sertanejo. Esses meninos deram brilho à festa e em pleno show, aplaudidos de forma entusiástica, referenciaram a cidade natal.

E poderia ter parado por aí se não fosse a atração que se seguiu com o cantor Thiaguinho que, embora não tenha nascido em Ponta Porã, ali se criou e guarda boas lembranças da infância e adolescência. Ao nos receber em seu camarim foi logo lembrando dos “bolos da D Lúcia” referindo-se aos doces de minha querida sogra. Junto com seu pai, o “Jota Barbosa”, como é conhecido em nossa cidade, esbanjou simpatia. Não poderia ser diferente, afinal, hospitalidade e gentileza é marca forte de quem vive ou viveu nessa fronteira. Para completar a emoção da noite, Thiaguinho também homenageou Ponta Porã em seu show, mandando um abraço para essa cidade que se orgulha tanto de seu sucesso.

Transmito com carinho essas homenagens que recebi junto com familiares e amigos ponta-poranenses que prestigiaram o show e vibraram com o sucesso de seus conterrâneos. Ponta Porã, definitivamente, comandou aquela noite paulistana. Como é gratificante esse sentimento!

Parabéns à “Princesinha dos Ervais”! Que essa cidade possa continuar a inspirar e efetivar progresso.

Parabéns Ponta Porã2018-07-18T00:40:43+00:00
16 07, 2018

A empatia e a satisfação humana

2018-07-16T18:15:36+00:00

Suely Buriasco

Pesquisas recentes comprovam que os seres humanos são naturalmente empáticos e colaborativos. No entanto, culturalmente, temos dificuldade em desenvolver essa habilidade tão importante para os nossos relacionamentos e satisfação na vida. Com o desenvolvimento da tecnologia, passamos a viver um período onde as fronteiras se desfazem e o instantâneo prevalece. O mundo todo acompanhou o resgate das crianças na Tailândia, parecia que estava acontecendo bem próximo de nós, pois, o nosso sentimento não distingue espaço ou distância. Isso é empatia!

O interessante é que ao mesmo tempo que podemos ser empáticos com nossos semelhantes, como no exemplo citado acima, temos dificuldade de nos conectar com pessoas mais próximas. Principalmente se de alguma forma nos sentimos prejudicados por elas. Exemplo disso foi a forma como o jogador da seleção brasileira, Fernandinho, foi espezinhado pela desventura de fazer aquele fatídico gol contra na Copa do Mundo. Não se trata, absolutamente, de comparar os fatos, mas de analisar o nosso poder empático. Porque é tão difícil compreender quem nos frustra? Qual a razão de tamanha violência quando nos sentimos afetados negativamente? São questões interessantes.

Desenvolver a empatia em relação às pessoas com as quais convivemos em nosso dia a dia é, no mínimo, edificar ambiente saudável para a própria vida. Para tanto é fundamental superar a adversidade e a competição. Colocar-se no lugar do outro incondicionalmente é uma habilidade que pode ser aprendida e até mesmo treinada. É um exercício que passa pelo autoconhecimento, afinal, para compreender a emoção do outro, é preciso conhecer e entender o que se passa conosco mesmo.

O primeiro passo para desenvolver a empatia é aprender a ouvir o outro sem pré-julgamentos. É realmente querer compreender os sentimentos do outro, observando não só a fala, mas, essencialmente, o que não é falado. A comunicação não verbal, muitas vezes, diz mais que muitas palavras. E, claro, manter o equilíbrio e não se deixar influenciar por pessoas negativas. Manter a compostura diante da agressividade é medida sábia, atitudes alheias não podem definir nossa própria atitude.

A empatia transforma relações e promove maior satisfação, tendo por consequência o aumento da satisfação e do rendimento da equipe. Se cada membro reconhece o seu próprio valor e o do outro a equipe funciona harmonicamente e evolui em todos os sentidos. O mesmo acontece nos relacionamentos sociais, familiares, religiosos e etc. Sozinhos podemos muito, juntos podemos muito mais – esse é o lema de uma equipe que, realmente, cumpre o seu papel na empresa e na vida.

A empatia e a satisfação humana2018-07-16T18:15:36+00:00
2 07, 2018

Até que ponto vale agradar o outro?

2018-07-02T19:39:03+00:00

Suely Buriasco

Essa é uma pergunta um tanto capciosa, afinal por mais que somos tentados a responder que não temos que agradar ninguém, muitas vezes nossa ação é contrária. Claro que num relacionamento é necessário entender o outro e por vezes ceder em algumas situações, mas até que ponto isso é saudável?

É muito comum a frase: “faço tudo por você!”. Ela pode ser um desabafo, uma cobrança ou uma insatisfação. De qualquer forma denota uma constatação imperfeita, pois como é possível viver fazendo “tudo” por alguém? Existem mesmo pessoas que se esforçam nesse sentido, acabando por esquivar-se da própria vontade, o que não é nada saudável. No relacionamento a dois, por exemplo, não é raro as pessoas depositarem seus anseios, seus sonhos e realizações no sentido de ser agradável ao cônjuge e, quase sempre, esbarram em grandes desilusões.

O pior é que sequer perguntam ao outro se ele realmente quer essa simbiose, afinal, não é nada atraente conviver com alguém que diz sim para tudo, que não tem posicionamento nem opinião própria. Moldar a personalidade de acordo com o que considera conveniente para a relação, criando expectativas que o outro faça o mesmo é sempre um grande perigo e costuma provocar conflitos intensos. Então é comum que se desencadeie uma “roda-viva”, pois diante da crise, o cônjuge inseguro passa a agir de maneira servil, cedendo demais na ânsia de se sentir mais amado. Mesmo que aparentemente isso possa dar resultados, com o tempo o desgaste da relação acontecerá com maior amplitude e complexidade.

Em qualquer tipo de relação querer satisfazer plenamente pode ser sinal de insegurança e causar muitos aborrecimentos. Para que os relacionamentos sejam saudáveis, faz-se necessário que haja respeito e entendimento de ambas as partes, o que não é realizável numa relação subserviente. Bom pensar que viver tentando agradar o outro é sempre motivo de frustração, primeiro porque é impossível agradar todo o tempo, segundo que nessa tentativa certamente não será fácil agradar a si mesmo.

Diante de qualquer situação uma medida sábia é refletir se ceder significa renúncia edificante ou aquiescência servil. No primeiro caso, a pessoa muda para tornar a sua vida melhor; no segundo muda na ilusão de melhorar a vida do outro. Vale o discernimento!

Até que ponto vale agradar o outro?2018-07-02T19:39:03+00:00
28 05, 2018

Desista de mudar os outros

2018-05-28T23:12:09+00:00

Suely Buriasco

Uma mãe me manda um e-mail desesperado, diz que é divorciada e vive só, não pode conviver com os dois filhos; o mais velho é casado, a nora não deixa que ele a procure e o mais novo vive com o pai que o proíbe de visitá-la. Eu lhe respondo:

De forma geral posso dizer que você não pode mudar os outros, então seria interessante analisar o que pode ser mudado em você para que o seu relacionamento com os filhos mude. Pense em estratégias que possam fazer seus filhos se aproximarem de você. Deixe de procurar culpados e opere as mudanças que você pode fazer, ou seja, em você mesmo.

Ela agradeceu minha atenção, mas disse que não adiantava fazer nada.

Esse é só um exemplo entre muitos que não nos cabe julgar, mas analisar visando nossa própria melhoria. Quando o ponto é reconhecer as próprias responsabilidades diante dos conflitos, algumas pessoas tendem a negar como se não houvesse nada a ser feito. É o tão famoso “não adianta”, para ocultar o receio e mesmo a falta de vontade para abordar outras possibilidades, até porque isso significa assumir o que lhe cabe na situação, já que ninguém entra em conflito sozinho.

Mas o fato é que você não pode mudar os outros, não pode fazer com que eles entendam as situações conforme o seu próprio entendimento, muito menos exigir que eles tomem qualquer medida que, a seu ver, resolveria o problema. Entretanto, você pode fazer muito pelo seu relacionamento com as pessoas, desde que assuma seus próprios erros e enganos, que respeite a maneira do outro ser e se manifestar e, finalmente, que se desfaça do orgulho exacerbado. Enquanto manter inflexível a sua posição, não admitindo outras formas de pensar e agir, você vai sofrer a ausência das pessoas que ama e viver a solidão dos intolerantes.

Não vale à pena sofrer e negar o sofrimento não livra você dele; a vida nos dá muitas oportunidades felizes, mas a maior delas é, sem dúvida, conviver com nossos afetos. Problemas nos relacionamentos são comuns e devem ser solucionados o quanto antes, para que as mágoas não causem ainda mais dor.

Portanto diante de conflitos no relacionamento deixe de gastar energia procurando culpados, julgando e condenando as pessoas. Pare de sofrer, foque no que você pode fazer e mude as suas atitudes. Afinal, você não precisa concordar com o outro ou agir da forma que ele quer; você só precisa respeitá-lo.

Pense: se você fizer a sua parte, no mínimo, a metade da questão já estará resolvida. É uma boa porcentagem, não acha?

Desista de mudar os outros2018-05-28T23:12:09+00:00
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